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Reflix 109 – Ahsoka S01E08
No episódio de hoje do Reflix, Brunão e Baconzitos conversam sobre o último episódio da primeira temporada de Ahsoka. O conflito final entre os jedi Ahsoka, Sabine, Ezra e o Grão Almirante Thrawn é eminente e o destino da galáxia está em jogo. Será que eles vão conseguir impedir o Herdeiro do Império de retornar para o poder e enfrentar a Nova República? O que esperar do futuro de Star Wars e do filme que vai ser dirigido pelo Filoni? Dá pra montar alguma teoria?
Ahsoka é uma série de televisão da Disney+ situada há muito tempo, em uma galáxia muito, muito distante, mais precisamente dentro da franquia de Star Wars. Ahsoka é uma antiga Jedi que, após a derrocada do império, resolve partir em busca de encontrar Ezra Bridger, um antigo aliado e ao mesmo tempo caçar o Grande Almirante Thrawn, o Herdeiro do Império. Para isso conta com a ajuda de sua aprendiz Sabine Wren e da General Hera Syndulla. No caminho, enfrentará as ameaças de inimigos como Baylan Skoll, um antigo Jedi que aparentemente não segue mais o caminho da luz e tem seus próprios objetivos para encontrar Thrawn.
Estrelando Rosario Dawnson, Ray Stevenson, Mary Elizabeth Winstead, David Tennant, Natasha Liu Bordizzo e Lars Mikkelsen. Criada, dirigida e escrita por Dave Filoni. Baseada em Star Wars, de George Lucas.
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QueIssoAssim
Reflix 186 – Lanternas destrói Rushville e leva Hal e John ao ponto sem volta
Se os primeiros episódios de Lanternas construíram lentamente o mistério de Rushville, o quinto resolve colocar fogo em praticamente tudo.
Literalmente.
No Reflix 186, Brunão e Baconzitos analisam “Lights Out”, episódio em que as alianças desmoronam, Zoe finalmente precisa enfrentar as consequências de seu passado e a disputa entre Hal Jordan e John Stewart deixa definitivamente de ser apenas uma briga entre mentor e aprendiz.
No fim, sobra uma pergunta:
o que significa realmente merecer o anel?
Rushville entra em guerra
Depois de ter sua verdadeira identidade revelada, Zoe deixa de ser apenas o segredo escondido de Rushville e passa a ser o centro de um confronto de proporções muito maiores.
Os alienígenas que a procuram chegam à cidade.
Hal tenta capturá-la.
John está cada vez mais desconfiado das decisões do mentor.
E os moradores de Rushville finalmente precisam lidar com o preço de proteger alguém que passou anos transformando aquele lugar em seu refúgio.
O episódio praticamente funciona como o clímax de toda a primeira metade da temporada, com mais ação e elementos cósmicos do que os capítulos anteriores.
Só que o verdadeiro conflito continua sendo pessoal.
Até onde Hal Jordan vai para continuar sendo um Lanterna Verde?
Talvez nunca tenha ficado tão claro quanto neste episódio que Hal Jordan simplesmente não consegue imaginar sua vida sem o anel.
A possibilidade de ser substituído por John deixou de representar apenas uma ameaça ao seu posto.
Virou uma ameaça à própria identidade.
Hal toma decisões cada vez mais questionáveis para capturar Zoe e provar aos Guardiões que continua sendo indispensável.
E isso coloca John diretamente em seu caminho.
No Reflix 186, Brunão e Baconzitos discutem se Hal está lutando para continuar sendo um herói ou apenas lutando para continuar sendo o Lanterna Verde.
Porque essas duas coisas talvez já não sejam mais a mesma coisa.
Hal Jordan x John Stewart
Era inevitável.
Cinco episódios de ressentimento, competição e desconfiança explodem finalmente em uma luta entre os dois.
Sem vilões.
Sem monstros.
Sem exércitos espaciais.
Apenas Hal e John disputando o anel.
Hal continua insistindo que foi escolhido por ele.
John acredita que Hal já perdeu aquilo que um Lanterna deveria representar.
E o confronto transforma fisicamente uma disputa que estava acontecendo desde o primeiro episódio.
O mais interessante é que a série não entrega exatamente um vencedor.
Porque mesmo quando John finalmente consegue aquilo que perseguiu durante praticamente toda sua vida, a sensação está muito longe de ser uma vitória.
O destino de Zoe
Zoe também chega ao fim de sua jornada em Rushville.
Depois de sobreviver durante anos escondida na Terra, usar sua tecnologia para proteger a cidade e criar uma rede de pessoas dispostas a defendê-la, o último Caçador Cósmico é finalmente encurralado.
E é John Stewart quem encerra a ameaça.
Ele usa Hal como parte de sua estratégia e mata Zoe com um disparo de longa distância, retirando depois seu coração cristalizado como prova de sua verdadeira identidade.
Só que o momento está muito longe de representar uma consagração heroica.
John vence.
Mas paga um preço enorme por isso.
John finalmente recebe o anel… e desiste dele
Essa talvez seja a grande virada de Lanternas até agora.
John Stewart passou praticamente sua vida inteira sendo preparado para aquele momento.
Sua família acreditava nisso.
Os Guardiões esperavam isso.
Ele próprio queria isso.
Então finalmente consegue o anel de Hal.
E sente… nada.
Depois de ver até onde Hal chegou para continuar carregando aquele símbolo, John começa a questionar se realmente quer seguir o mesmo caminho.
Por isso, quando encontra Lianna, ele simplesmente devolve o anel.
John Stewart consegue aquilo que buscava durante toda a temporada.
E decide abrir mão.
É uma escolha que muda completamente o tabuleiro para os três episódios restantes.
Então quem será o próximo Lanterna Verde?
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Rafael Beraldo Dourado
6 de outubro de 2023 at 08:02
A Disney deveria botar o Portal Refil na folha de pagamento. O que me motivou a assistir Ahsoka foi vocês, e o que me fez detestar bem menos a série foi vocês também. Principalmente esse final, porque eu sou do time que odeia história que não termina. 8 episódios de 40 minutos cada um é uma trilogia de filme, se duvidar a duração deles somadas ultrapassa a dos episódios 4, 5 e 6. Dava pra contar a história toda. Isso se já soubessem que história iria contar, mas, pelo visto, o mais interessante era criar um “clima” pra seja lá o que vier pela frente. Que eu provavelmente vou assistir só pra poder ouvir o episódio do QueIssoAssim sobre…
Em tempo: Reclama-se muito do episódio 7, 8 e 9 (e o 8 é péssimo, mesmo), mas não tem uma linha de diálogo nesses filmes sobre as negociações da federação de comércio, e quando se ameaça apagar a memória dum droide, isso tem algum peso emocional. Só aí já limpa o bumbum com os roteiros dos episódios 1, 2 e 3. Não é só direção que o George Lucas não sabe fazer muito bem, ele não é lá aquela coca-cola toda como roteirista. O que ele faz bem é criar sonhos e botá-lo nos corações dos nerds, como o Filloni, que é tão apaixonado pelo que faz que até contamina quem tava de má vontade desde o começo, que é o meu caso.
Mas vejo com preocupação o filme Herdeiro do Império pois, assim como Rogue One, Han Solo e até os fatídicos episódios 1, 2 e 3, tem a amarra de já ter um final determinado, e necessariamente tem um “onde chegar”. Mas, pelo menos, nesses casos, mesmo que não tenham final, o final já existe… E se parar pra pensar, o final final mesmo acaba sendo… Os sabres de luz enterrados na areia.
Allan G G Silva
17 de outubro de 2023 at 08:48
Demorei mas finalmente terminei de assistir Ahsoka e gostei demais do resultado!
E pra não enrolar muito, gostei principalmente de algumas escolhas que o roteiro fez referente ao rumo dos personagens.
A Morgan Elsbeth morrer foi uma perda que eu senti. Estava apaixonado pela personagem, mesmo muito incomodado com a aparente devoção cega dela para o Thrawn. Mas quando ela fica pra enfrentar a Açúcar Thanos e fala “por Dathomir” vemos realmente onde está sua real lealdade. Se tivesse morrido pelo Thrawn acredito que ela seria um personagem menor, só mais uma bucha de canhão, uma versão Premium do Marrok no início da serie. Mas ela fez o que fez por Dathomir, mesmo escolhendo ser abandonada, talvez sem chance de retorno, para dar chances a seu planeta e seu povo, e não só por um império caído que foi responsável pelo declínio do seu modo de vida.
Mesmo morrendo no final, Elsbeth conseguiu realizar seu real objetivo. No final a vitória foi dela!
Uma vilã potente, uma ameaça real e com um fim digno, uma personagem completa! Bem diferente do Moff Gideon que parecia um vilão de Jovens Espiões, e não um dos bons ….
Sobre o Baylan, que cena final fantástica! Um gigante capaz de ofuscar a estátua do Pai só com sua presença! Um personagem que eu gostaria de acompanhar. Dói o coração saber que aqui um recasting é necessário. Imagino que esse personagem será o plot principal de uma necessária segunda temporada. Mas vai ser difícil achar um ator que de essa imponência ao Baylan.
A Shin eu não sei o que pensar. Mas imagino que ela se sinta meio que abandonada, e talvez seja esse o motivo de ter ficado no planeta, talvez arregimentando recursos e aliados para perpetrar uma ajuda ao mestre ou uma “vingança” aos Jedis.
Outro ponto que gostei foi a Ahsoka e Cia ter ficado no planeta.
Isso será um bom plot para a segunda temporada.
Não sei vcs, e pode ser a minha vertente trekker, mas eu queria conhecer esse estranho novo mundo. Suas histórias, seus recursos e perigos. Como o Erza sobreviveu, e como a presença do Trawn pode ter afetado a localidade.
E claro, o que é tão poderoso nesse mundo que chamou a atenção do Baylan, mas fez as bruxas quererem fugir.
Em resumo acho que essa foi minha série preferida de Star Wars, e talvez a minha obra preferida dentro desse universo.
Só uma provocação: a Ahsoka pelo o que entendi já teve contato com o lado negro da força, é uma “Jedi Branca” e agora usou (e acho que ainda possuí) a espada feita por uma terceira vertente de usuários da força, ela não seria mais adequada pra trazer o tão falado equilíbrio que um dos Skywalkers?
Então, e isso.
Abraços!
Allan G G Silva
17 de outubro de 2023 at 19:18
Outro ponto que pensei agora com relação a Elsbeth.
Resgatar suas irmãs com o custo de trazer de volta o império não seria o mesmo que a Sabine fez?
As duas teoricamente eram motivadas pela mesma causa guardadas as devidas proporções, e agora seus mundos, sua galáxia são sob a mesma espada.
O resgate aconteceu mas o custo foi grande. E esse Herdeiro do Império, pode ser tão perigoso pra Dathomir como é para o próprio Imperador, caso elas se tornem desnecessárias, ou perigosas.
Estou curioso pra ver como isso pode se desenvolver.
E outra coisa. A série que cancelada (Powers Rangers da República), não pode ser realocada para o núcleo dos personagens que aparentemente “sobraram” nessa temporada de Ashoka?
Temos uma general insubordinada, que poderia ser punida com um cargo mais afastado, e claro, levar o Chopper, o Zeb treinando cadetes. E o Ezra também estaria nessa série, tanto como “cadete” aprendendo a viver nessa República e como Mestre do filho de seu mestre.
E quero uma cena do Jacen escolhendo o Ezra em vez do Luke como mestre, não sou fã dos Skywalkers!
Realmente essa é uma série que gostei de acompanhar. E considero melhor produção dentro do Universo de Star Wars.
Abraços e até a próxima!
Thiago Reis
18 de outubro de 2024 at 17:22
Toda vez que ouço o Baconzitos falando “… Fulano fez força” eu imagino o personagem na privada com prisão de ventre.