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QueIssoAssim 297 – Que Buracão! (Interestelar)

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E no programa de hoje, Brunão e Baconzitos entram no buraco de minhoca do Refil para celebrar os dez anos de um dos filmes mais interessantes sobre viagens espaciais: Interestelar (2014), de Christopher Nolan! Mas para poder cumprir a missão convidaram o amigo explorador e risadinha frouxa Alexandre Nerdmaster lá do Paranerdia.

Neste episódio aprenda a representar o tempo da maneira mais maluca possível, gaste milhares de dólares para fazer a representação mais perfeita de um buraco negro, encha o programa de trocadilhos de duplo sentido e nunca saia da quinta série!

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6 Comments

6 Comments

  1. Eduardo Araujo

    6 de março de 2024 at 08:08

    Só de ter a piadinha com o raça negra já tô favoritando esse episódio! Não sei quanto o editor recebe mas tá pouco! Assim que eu puder dar apoio vou dar minha parcela do aumento desse lindo!

    • Marcelino Pinheiro

      6 de março de 2024 at 09:47

      A piadinha foi legal, mas poderia ter um pouco menos. Queria ouvir os caras contando a história e curiosidades do filme mas parece que não podia ficar 1 minuto sem alguma gracinha do editor. Exemplo: do minuto 23 ao 24 tem três piadinhas inseridas…
      Fora isso, o cast foi bom como sempre. Parabéns aos envolvidos.

  2. Willian Spengler

    6 de março de 2024 at 15:01

    Único filme do Nolan que presta. #prontofalei

    • Marcelino Pinheiro

      6 de março de 2024 at 18:25

      Aí já não sei… que é dos melhores, sim! Ainda acho bem supervalorizado o Dark Knight. Pra mim é um filme de vilão… e entre ele e o Joker do Todd Phillips fico com o segundo.

  3. Rafael Beraldo Dourado

    7 de março de 2024 at 18:24

    Eu desenvolvi uma birra com o Nolan desde “A Origem”. Foi ali que percebi a dificuldade que ele tem em FOCAR na história que tá contando e passei a ter a birra retroativamente aos filmes que já tinha visto – e gostado, inclusive os Batmans. Com exceção do “Amnésia” (e do Oppenhaimer que eu ainda não vi), todos os filmes dele carecem de uma enxugada, tem pelo menos 20 minutos de gordura desnecessária em cada um.
    Neste, todo o blá blá blá da escola negando a ida do homem a Lua pode até ser uma alfinetada no movimento anti-ciência mas, na prática, não acrescentou absolutamente NADA a história e nem fazia sentido mesmo naquele contexto de terra prestes a acabar.
    Mas tem o elemento da história que quando eu vi não teve o mesmo impacto, à época, que tem em mim só pensando no assunto hoje (ou sendo impactado pelo meme do protagonista chorando): Eu não era pai quando vi o filme. E hoje é frequente as vezes antecipar a dor, futura, do que vai ser perceber que o filho cresceu, mesmo tendo o privilégio de poder acompanhar esse crescimento. Mas imaginar ver em minutos anos se passando… É pra chorar, junto, mesmo. Até porque… Do ponto de vista dos nossos filhos, estamos com eles durante a vida toda deles. Mas, pra gente, as vezes, parece que foi ontem que ainda não sabiam falar, ou que mal conseguiam nos olhar ou nos reconhecer. Só de pensar em ser privado disso, mesmo que em prol de salvar a humanidade, machuca. E muito.
    Este filme tem outro mérito, que é ter ALGUM tipo de senso de humor, mesmo que muito diluído, e aí que os robôs armários fazem a diferença (mas eu também não gostei do design simplificado deles).
    Já sobre o buraco negro… Ok, foi legal, mas… Achei a brincadeira de viagem no tempo mais legal (e até mais simples). O buraco negro em si se fosse qualquer outra coisa, inclusive o famoso e já conhecido “ralo”, acho que não teria feito muita diferença, exceto pela empolgação dos entusiastas do assunto (e talvez eu esteja, agora, sendo meio anti-ciência aqui, ao não me importar tanto com isso, provando que talvez o início do filme faça, sim, algum sentido).

  4. Guilherme Frediani

    12 de março de 2024 at 07:30

    E ae gente, 6 tão bão?

    Os robôs do Interestelar são inspirados nos robôs do filme “Corrida Silenciosa”, inclusive pelo jeito de andar, pela quantidade (3) e que um deles deu defeito e parou de funcionar.

    Sobre o “planeta da água”, o que acerta eles não é uma onda. O que acontece ali é que a gravidade do buraco negro é tão forte que puxa a agua do planeta, criando uma parece de água. É o mesmo efeito que temos aqui na Terra com as marés, mas escalonado de forma absurda.

    Outra coisa muito importante é o relógio, que é um modelo feito para o filme. Fabricado pela Hamilton, o Khaki Field Murphy é hoje um relógio de colecionador, por ser uma edição limitada.

    No mais, eu também acho esse o melhor filme do Nolan, e me fez odiar quiabo ainda mais.

    Grande abraço.

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Reflix 186 – Lanternas destrói Rushville e leva Hal e John ao ponto sem volta

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Se os primeiros episódios de Lanternas construíram lentamente o mistério de Rushville, o quinto resolve colocar fogo em praticamente tudo.

Literalmente.

No Reflix 186, Brunão e Baconzitos analisam “Lights Out”, episódio em que as alianças desmoronam, Zoe finalmente precisa enfrentar as consequências de seu passado e a disputa entre Hal Jordan e John Stewart deixa definitivamente de ser apenas uma briga entre mentor e aprendiz.

No fim, sobra uma pergunta:

o que significa realmente merecer o anel?

Rushville entra em guerra

Depois de ter sua verdadeira identidade revelada, Zoe deixa de ser apenas o segredo escondido de Rushville e passa a ser o centro de um confronto de proporções muito maiores.

Os alienígenas que a procuram chegam à cidade.

Hal tenta capturá-la.

John está cada vez mais desconfiado das decisões do mentor.

E os moradores de Rushville finalmente precisam lidar com o preço de proteger alguém que passou anos transformando aquele lugar em seu refúgio.

O episódio praticamente funciona como o clímax de toda a primeira metade da temporada, com mais ação e elementos cósmicos do que os capítulos anteriores.

Só que o verdadeiro conflito continua sendo pessoal.

Até onde Hal Jordan vai para continuar sendo um Lanterna Verde?

Talvez nunca tenha ficado tão claro quanto neste episódio que Hal Jordan simplesmente não consegue imaginar sua vida sem o anel.

A possibilidade de ser substituído por John deixou de representar apenas uma ameaça ao seu posto.

Virou uma ameaça à própria identidade.

Hal toma decisões cada vez mais questionáveis para capturar Zoe e provar aos Guardiões que continua sendo indispensável.

E isso coloca John diretamente em seu caminho.

No Reflix 186, Brunão e Baconzitos discutem se Hal está lutando para continuar sendo um herói ou apenas lutando para continuar sendo o Lanterna Verde.

Porque essas duas coisas talvez já não sejam mais a mesma coisa.

Hal Jordan x John Stewart

Era inevitável.

Cinco episódios de ressentimento, competição e desconfiança explodem finalmente em uma luta entre os dois.

Sem vilões.

Sem monstros.

Sem exércitos espaciais.

Apenas Hal e John disputando o anel.

Hal continua insistindo que foi escolhido por ele.

John acredita que Hal já perdeu aquilo que um Lanterna deveria representar.

E o confronto transforma fisicamente uma disputa que estava acontecendo desde o primeiro episódio.

O mais interessante é que a série não entrega exatamente um vencedor.

Porque mesmo quando John finalmente consegue aquilo que perseguiu durante praticamente toda sua vida, a sensação está muito longe de ser uma vitória.

O destino de Zoe

Zoe também chega ao fim de sua jornada em Rushville.

Depois de sobreviver durante anos escondida na Terra, usar sua tecnologia para proteger a cidade e criar uma rede de pessoas dispostas a defendê-la, o último Caçador Cósmico é finalmente encurralado.

E é John Stewart quem encerra a ameaça.

Ele usa Hal como parte de sua estratégia e mata Zoe com um disparo de longa distância, retirando depois seu coração cristalizado como prova de sua verdadeira identidade.

Só que o momento está muito longe de representar uma consagração heroica.

John vence.

Mas paga um preço enorme por isso.

John finalmente recebe o anel… e desiste dele

Essa talvez seja a grande virada de Lanternas até agora.

John Stewart passou praticamente sua vida inteira sendo preparado para aquele momento.

Sua família acreditava nisso.

Os Guardiões esperavam isso.

Ele próprio queria isso.

Então finalmente consegue o anel de Hal.

E sente… nada.

Depois de ver até onde Hal chegou para continuar carregando aquele símbolo, John começa a questionar se realmente quer seguir o mesmo caminho.

Por isso, quando encontra Lianna, ele simplesmente devolve o anel.

John Stewart consegue aquilo que buscava durante toda a temporada.

E decide abrir mão.

É uma escolha que muda completamente o tabuleiro para os três episódios restantes.

Então quem será o próximo Lanterna Verde?

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