QueIssoAssim
QueIssoAssim 358 – Elenco do X-Men e o povo no Cinema
E às vésperas de completar 10 anos no ar, trazemos um QueIssoAssim de pauta solta! Neste episódio, Brunão, Zitos e Andreia jogam conversa fora e discutem sobre as novidades da D23, principalmente o elenco do X-Men novo. Entre risadas e pensamentos toscos, a conclusão é a diversão!
Então junte-se a nós nessa mesa de bar e venha dar risada com a gente!
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QueIssoAssim 361 – Filmes Ruins que Amamos (Ao Vivo)
No episódio dessa semana do QueIssoAssim, Baconzitos e Brunão discutem sobre os filmes ruins que amam. De Kevin Smith a Superman IV, passando pela Golan-Globus e vários filmes de terror B.
E você? Qual é o seu filme ruim do coração?
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Sandro Gallina
19 de agosto de 2026 at 17:11
Ola tchurminha, tudo certo?
Só um pitaco sobre o lance do cinema vs streaming, acho que o filme do He-Man é um novo exemplo de que, se o ingresso no cinema fosse mais barato, teria mais bilheteria, já que, depois que ele chegou no streaming, foi muito visto por uma turma que, se fosse mais em conta, iam pro cinema, garantindo uma longevidade pra franquia, já que fazer franquias é a alegria das produtoras mesmo.
Ou estou viajando na maionese?
E pra deixar o comentário público: curti o formato pauta solta. Parabéns, manda mais!
Abraços e até a live!
RAFAEL BERALDO DOURADO
20 de agosto de 2026 at 11:36
Ouvindo este episódio ficou uma dúvida… Qual o filme que o Brunnão mais odeia?
Sobre mídia substituindo mídia, sempre lembro do exemplo do cinema em relação ao teatro. O cinema não matou, mas o teatro encolheu. O que é muito parecido com o que está acontecendo hoje entre TV tradicional e o Streaming (que é muito mais rival da TV do que do cinema).
Já sobre o custo do cinema… Há quem defenda que seja muito mais eficiente depender de um número menor de clientes pra operação funcionar, que é o movimento que podemos chamar de “gentrificação do entretenimento”. O cinema fica pra quem não tem dó de torrar os duzentão no shopping e pros pobres sobra o streaming com comercial sem compartilhamento de tela, mesmo.
Mas ainda nisso de mídia matar mídia… Na imprensa, não dá pra negar que a internet “matou” muita coisa, da banca de jornal (física) as revistas e periódicos etc. Jornais sobrevivem por aparalhoes e ainda bem que os quadrinhos só continuam oscilando como sempre e dando prejuízo como nunca. Mas a gente continua lendo e, pior (ou melhor), produzindo.
Agora discordo disso do cinema tenha nascido como arte. Ele era mais um show de variedades e entretenimento, atração de circo, que foi usado como arte mas sua viabilidade, desde sempre, só acontece quando vira produto. E acho que tem diveras expressões artísticas pela história que podemos identificar essa mesma trajetória.
E por falar em arte e cinema… A minha empolgação pelo Coiote vs. acme tá a mesma que o meu eu de 10 anos sentia assistindo tudo que o SBT exibia sobre a produção do Uma Cilada para Roger Rabbit lá em 88. O motivo pelo qual inclusive eu tive uma experiência desagradável com Mary Poppins, porque era a comparação que mais faziam, o SBT foi exibir, a noite, e eu dormi antes da única cena de interação com desenhos que era só o que eu queria assistir. Dizem que o filme do Coiote foi engavetado porque o Zaslav se sentiu representado como o vilão da película, mas eu acredito mais quando contam que ele nem assistiu e decidiu engavetar só porque a produção era um legado da gestão anterior a dele.
E deve ser bem insuportável assistir um filme no cinema com o Baconzitos, hein? Não tão ruim quanto com os colegas de sala da Andreia, claro.