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QueIssoAssim 296 – A Guerra dos Seres Desumanos (Nascido Para Matar)

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No episódio de hoje do QueIssoAssim, Brunão e Baconzitos convidam o querido Nick Ellis (Digital Drops entre outros projetos) para trocar uma ideia sobre o já clássico do cinema “Nascido para Matar” (Full Metal Jacket – 1987) de Stanley Kubrick.

Neste programa entenda porque o Sargento Hartman era tão realista, aprecie a interpretação genial de Vincent D’Onofrio e dê um apelido pejorativo para seu subordinado.

O filme foi escolhido pelo nosso apoiador Guilherme Frediani. Quer escolher também um filme para a gente falar no QueIssoAssim? Temos apoios disponíveis em nosso Apoia.se que dão essa opção! Acesse e seja nosso apoiador!

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5 Comments

5 Comments

  1. Willian Spengler

    21 de fevereiro de 2024 at 15:14

    Salve, salve!

    O filme no qual o protagonista (Charlton Heston) encontra Cristo foi Ben-Hur (1959) e não Spartacus. Ambos são filmaços!

  2. Willian Spengler

    21 de fevereiro de 2024 at 16:25

    Talvez o gibi mencionado pelo Zitos seja a série “Conflito no Vietnã”, publicado aqui pela finada Ed. Abril, no final dos anos 80 (no original, “The Nam”). Anteriormente, a série foi publicada na revista “Aventura e Ficção”, tbm da Abril. Era uma séria da Marvel e teve 84 números.

  3. Willian Spengler

    23 de fevereiro de 2024 at 13:34

    PS: A dublagem feita pelo Élcio Romar, para o Sgt Hartman, é sensacional!
    E o “Joker”, na tradução, ficou como “Gaiato”

  4. Guilherme Frediani

    24 de fevereiro de 2024 at 21:33

    Eita!!!

    Quando passei a indicação do filme para o Brunão, comentei com ele que esse é o meu filme favorito do Kubrick.
    Acho incrível como o filme consegue se repartir, e assim mostrando que não existe uma guerra, mas sim várias; como quando perguntam para o Gaiato sobre ele ter escrito “Nascido para matar” no capacete e o broche do símbolo de paz e amor, que significa a dualidade do homem; ou então nos depoimentos de todos sobre o que acham da guerra e toda aquela propaganda; ou a mente do Pyle aos poucos pirando. Mesmo o Gaiato ao final narra que está feliz por estar vivo, mas a mente dele está na merda. Guerra é um moedor de carne, e isso nunca muda.
    No mais, ainda não encontrei um relógio do Mickey parecido com o que o Gaiato usa mas, se achar, vou acabar comprando rsrsrs.

    Grande abraço.

  5. Diego Francisco de Paula

    29 de fevereiro de 2024 at 08:02

    Que filme maravilhoso, principamente o primeiro ato!
    Os diálogos e esporros são uma obra prima.
    Este é um daqueles filmes que só consigo ver dublado.
    Parabéns pelo Queissoassim desta obra fantástica!

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QueIssoAssim 357 – Burnout do Amigão da Vizinhança | Homem-Aranha: Um Novo Dia

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Brunão, Baconzitos e Felipe Trindade comentam Homem-Aranha: Um Novo Dia no QueIssoAssim 357

O multiverso tirou o dia de folga, mas o Homem-Aranha continua trabalhando em período integral — aparentemente sem salário, férias ou qualquer preocupação com as leis trabalhistas.

No QueIssoAssim 357, Brunão e Baconzitos recebem o amigo Felipe Trindade, do podcast parceiro Passaporte Orlando, para contar tudo sobre Homem-Aranha: Um Novo Dia. E quando dizemos tudo, é tudo mesmo: este episódio tem spoilers do primeiro balanço de teia até a última cena.

O Homem-Aranha está de volta à vizinhança

Depois de viagens espaciais, guerras intergalácticas, feitiços e reuniões de Homens-Aranha vindos de outras realidades, Peter Parker volta para onde sempre funcionou melhor: os prédios e as ruas de Nova Iorque.

Sem depender do multiverso, o filme recupera o clima do herói urbano que atravessa a cidade nas teias, enfrenta criminosos e tenta proteger pessoas comuns. É o Amigão da Vizinhança novamente ligado à própria vizinhança.

Mas ser o Homem-Aranha em tempo integral tem consequências. Peter está cansado, solitário e cada vez mais consumido pela missão. Em outras palavras: o herói ganhou grandes poderes, grandes responsabilidades e um burnout ainda maior.

Hulk e Justiceiro entram na confusão

Como se a vida de Peter Parker já não estivesse complicada, Homem-Aranha: Um Novo Dia também coloca Hulk e Justiceiro no caminho do herói.

De um lado, temos Bruce Banner e toda a delicadeza de um gigante verde capaz de transformar qualquer quarteirão em terreno para reconstrução. Do outro, Frank Castle, cuja interpretação de “combate ao crime” costuma ser um pouco mais definitiva do que a do Homem-Aranha.

E ainda tem uma outra participação especial que a gente não vai falar aqui para não ter spoilers. Mas a vilã do filme é um grande alívio para os fãs da Marvel.

Um novo dia ou os mesmos problemas?

Brunão, Baconzitos e Felipe discutem o retorno do personagem às suas origens, as cenas de ação, os novos conflitos, a presença dos personagens convidados e os caminhos escolhidos para esta nova fase do herói.

O filme consegue devolver ao Homem-Aranha sua identidade mais urbana? Hulk e Justiceiro acrescentam algo à história ou servem apenas como participações especiais? Quem é a vilã do filme? Peter Parker ainda consegue ter uma vida ou já aceitou trabalhar gratuitamente como super-herói até a aposentadoria?

Dê o play no QueIssoAssim 357 – Burnout do Amigão da Vizinhança e descubra as respostas. Só não venha reclamar dos spoilers depois: o aviso foi dado.

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