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Livros em Cartaz 050 – Chiquinha Gonzaga
Chegamos ao episódio 50 senhoras e senhores!
Para comemorar Andreia D’Oliveira e Gabi Idealli passam em revista a vida da maestrina Chiquinha Gonzaga, com base na biografia “Chiquinha Gonzaga: Uma história de vida” de Edinha Diniz e na minissérie da Rede Globo de TV (disponível na Globoplay) “Chiquinha Gonzaga“, dirigida por Jayme Monjardim, vinculada em 1999.
Comentado no episódio
- Chiquinha Gonzaga. Sofri e Chorei. Tive Muito Amor, romance de Dalva Lazaroni de Moraes
- Ó abre alas, peça de Maria Adelaide Amaral
- O Guarani, ópera composta por Carlos Gomes
- O Guarani, romance de José de Alencar
- O Xangô de Baker Street, filme de Miguel Faria Jr.
- O Crime do Padre Amaro, romance de Eça de Queirós
- O Ateneu, romance de Raul Pompeia
- Livros em Cartaz 009 – Nóis não usa as bleque tais
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Livros em Cartaz 105 – A outra volta do parafuso
O que o isolamento, duas crianças e a dúvida entre a sanidade e a loucura podem fazer com uma governanta no século XIX?
É isso que Andreia D’Oliveira e Gabi Idealli tentam descobrir neste episódio sobre a novela “A outra volta do parafuso” de Henry James e de sua adaptação “Os Inocentes”, dirigida por Jack Clayton em 1961.
Então, junte-se a nós para descobrir que a repressão pode tornar a mente humana um dos lugares mais perigosos do mundo.
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Paula Spencer
1 de julho de 2024 at 06:45
Lembro de assistir a mini séria da Globo com a minha mãe, fui na calculadora pra saber a minha idade na época, fiquei surpresa, eu tinha 10 anos. E ouvindo esse episódio, recordo ter sentindo revolta “ como assim ela não pode fazer isso ou aquilo, que machismo” sendo q eu nao devia nem entender o que era machismo na época, triste tbm pq “racismo” eu já tinha consciência a respeito. Parabéns e obrigada por compartilhar tanta informações da nossa história.
Andreia D'Oliveira
3 de julho de 2024 at 11:43
Paula, Chiquinha Gonzaga é maravilhosa, né?
Acho que com dez anos a gente tem um pouco de consciência, mas a coisa vai tomando forma mesmo quando começamos a ser confrontadas pela ideia ou imaginário do que é ser mulher, e isso – possivelmente pela forma social que temos – só vem com a idade.
Muito obrigada por nos ouvir!