Reviews e Análises
Trolls 2 – Critica
Em Trolls 2, Poppy e seus amigos descobrem que existem outros reinos, cada um com um gênero musical diferente. E Barbie, a rainha do rock, está querendo conquistar os demais para unificar todos os trolls sob o domínio do rock.
Seguindo o primeiro filme, Trolls 2 é um filme fofo com um visual de cair o queixo. Feito para o público infantil, ele toca em temas muito importantes como a diversidade e a aceitação das diferenças e das opiniões diferentes dos outros. E faz isso de uma forma leve e muito divertida.
Com uma bela dublagem brasileira, honrada nos créditos com os nomes dos dubladores nacionais e não os originais em inglês, o filme diverte tanto os pais quanto os filhos. Jullie e Hugo Bonemer encarnam novamente as personagens principais Poppy – a líder dos Trolls – e Tronco seu melhor amigo que está apaixonado por ela.
Com uma hora e meia de duração, o público nem vê o tempo passar. O filme não possui partes desnecessárias nem sofre de problemas de perder o tempo. As músicas, que permeiam o filme inteiro, foram dubladas em parte e em outros momentos foram mantidas no original com legendas, o que pode atrapalhar o entendimento dos menores, mas sem deixar de perder o conteúdo.
A única coisa que não gostei foi do rock ser o vilão do filme, mas alguém teria que ser, e a fama de bad boy persiste até hoje.
Reviews e Análises
Mickey 17 – Crítica

Mickey 17 é o filme mais recente de Bong Joon Ho (Parasita 2019) que desta vez nos traz uma ficção científica onde a clonagem (ou seria replicação?) de seres humanos existe. Nesse universo Robert Pattinson é Mickey Barnes, um dispensável – um funcionário descartável – em uma expedição para o mundo gelado de Nilfheim.
Mickey é recriado após cada missão extremamente perigosa que normalmente acaba em sua morte. O filme segue a décima sétima versão de Mickey que também é o narrador de como ele foi parar nessa roubada. E conta como as 16 vidas passadas foram muito úteis para a sobrevivência do restante da tripulação e passageiros da nave. Tudo ocorre muito bem até que, ao chegar de uma missão Mickey 17 se deita em sua cama e Mickey 18 levanta ao seu lado.
No elenco temos Steven Yeun (Invencível) como Timo, o melhor amigo de Mickey. Naomi Ackie (Pisque duas Vezes) como sua namorada Nasha e Mark Ruffalo (Vingadores) como Kenneth Marshal o capitão da nave.
O roteiro do filme foi adaptado do romance Mickey7 de Edward Ashton e foi anunciado antes mesmo da publicação da obra. Ele é cheio de críticas sociais, algo muito comum nos trabalhos de Bong Joon Ho, que usa a nave, sua tripulação e seus passageiros como um recorte da sociedade. Com um seleto grupo cheio de regalias enquanto a massa tem que contar minunciosamente as calorias ingeridas, pessoas com trabalhos simples e outras literalmente morrendo de trabalhar em escala 7×0.
Robert Pattinson quase carrega o filme nas costas, mas Mark Ruffalo também dá um show de interpretação junto de Toni Collette. Infelizmente Steven Yeun não se destaca muito e fica dentro da sua zona de conforto, mas não sabemos se o papel foi escrito especificamente pra ele. O elenco entrega muito bem as cenas cômicas e também as dramáticas, o que não te faz sentir as mais de duas horas de filme passarem.
Mickey 17 é um filme de ficção com um pé bem plantado na realidade que te diverte do início ao fim.
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