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QueIssoAssim 324 – A Culpa É do Brunão (Batman Eternamente)

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É gente. Cometemos a ousadia de falar sobre um dos piores filmes de super-herói de todos os tempos. E nem vem que poderia ser pior. No episódio de hoje, Brunão, Baconzitos e Andreia do Livros em Cartaz descem a lenha em cima de Batman Eternamente, de Joel Schumacher. Batman Eternamente – Podcast homenagem (ou não) ao Val Kilmer

Era para ser uma homenagem ao Val Kilmer que faleceu recentemente, mas o nosso ódio foi tamanho que virou uma sessão de malhação do Judas. Então é isso, foi mal aê galera, desculpa qualquer coisa e a culpa foi do Brunão mesmo, que escolheu essa porcaria de filme pra gente falar. Batman Eternamente Podcast

Mencionados no episódio:

Livros em Cartaz 44 – A Queda da Casa de Usher

QueIssoAssim 162 – MORCEGÃO OITENTÃO (80 Anos do Batman)

QueIssoAssim 25 – #somostodospinguim (Batman – O Retorno)

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5 Comments

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  1. RAFAEL BERALDO DOURADO

    23 de abril de 2025 at 14:38

    Esse filme do Batman é tão ruim que não serve nem pra ser o pior filme do Batman. Mas eu adorei quando assisti, lá com meus 16 anos, talvez muito por conta da Nicole Kidman, que tá impressionantemente linda nesse filme.

    Outra coisa que esse filme fez foi acabar com a banda “Que Fim Levou o Robin?”.

  2. Diego de Paula

    24 de abril de 2025 at 10:16

    Eu quando criancinha, adorava este e os outros filmes do Batman!
    Domingo que tinha estes filmes era especial!
    Eu não ouso falar mal destes filmes que eu gostava tanto.

  3. VALDIR Fumene Junior

    24 de abril de 2025 at 10:28

    Oi queridos. Fazia tempo que não ria tão facilmente assim. O filme é uma merda, o que não é nada de novo do DCverso.
    Em um momento do cast, a Andreia fala de que o Keaton não gostou do que viu. Errado tá ele, quem vem alguma coisa que a Varner propõe e gosta, tá errado.
    Ansioso pelo episódio com batemamilo.
    Beijos

  4. Guilherme Frediani

    27 de abril de 2025 at 21:19

    … Baby, I compare you to a kiss from a rose on the grey… opa, achava que era só comigo dessa música vir na cabeça quando falam desse filme.

    E ae gente, 6 tão bão?

    Acho que tinha assistido Batman Forever uma única vez, e tinha achado… estranho.

    Bem, eu assisti de novo, e não achei tão achei tão ruim quanto imaginava. O que eu realmente não gostei foi design da produção. Cenários, figurinos; parece algo feito por um carnavalesco (tipo Laíla ou Joãozinho Trinta). Tudo é muito berrante, muito extravagante. Até onde eu me lembro, no outro filme seguinte isso piora.

    Sobre as piadas que tem no filme, hoje em dia acontece com a Marvel, então dá na mesma. E é como vocês disseram, puxa muito pra série de TV da década de 60. Não é necessariamente um problema do filme, mas sim da expectativa criada.

    Tem algumas coisas interessantes no filme sim, tá gente.

    A relação do Batman com a Drª. Chase – Tendo como referência Jung:
    – onde há amor, não há poder, e onde o poder impera, não existe amor. Ela se interessa num primeiro momento pelo Batman, mas depois percebe ali ela não seria correspondida, mas sim pelo Bruce (lembrando que, na cabeça da personagem, eram pessoas diferentes até a revelação);
    – amor como caminho para o autoconhecimento. Bruce sempre rechaça qualquer ligação emotiva, mas a partir do momento que se vê disposto pra isso, consegue enfrentar o seu passado.

    Poderia estender um pouco mais (não sou psicólogo ou profundo conhecedor da obra). mas eu tenho certeza que deve ter um número incalculável de obras acadêmicas que analisam o Batman sob os conceitos de Jung, como a integração de aspectos sombrios da personalidade ao invés de projetar em uma busca por vingança, e que isso impede uma transformação pessoal.

    Obs.: o Brunão disse que não conhece ninguém que tenha gostado do filme “Número 23”, mas eu lembro de ter gostado quando assisti.

    Grande abraço.

  5. Sandro Gallina

    29 de abril de 2025 at 16:56

    Olá turma salvadora de filmes, tudo bat-certo?

    Cara, vocês melhoraram o filme ao colocar que esse filme era pra ser uma homenagem ao seriado dos anos 60! Sério mesmo, o filme é ruim, ajudou a afundar os filmes de super-herói por um tempo, não tem como negar…

    Maaas, se assistir com esse olhar de galhofa… Segue muito ruim, mas algumas escolhas quase fazem sentido, se a pessoa fizer uma ginástica mental a lá galera que defende político, obviamente!

    Só não acho esse filme totalmente polêmico pois os mamilos são apenas uma leve lembrança, se fossem bem desenhado que nem os do Clooney, aí sim. Seria totalmente polêmico pois mamilos são polêmicos!

    E acredito que esse filme não passou nem no teste de 1 ano, quicá no de 10 anos, Baconzitos!

    Abraços e até a próxima!

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Reflix 188 – Lanternas revela a ferida de Hal Jordan e coloca Sinestro de volta no jogo

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Reflix 188 analisa o episódio 7 de Lanternas, o passado de Hal Jordan, John Stewart, o Halogram e o retorno de Sinestro

Falta apenas um episódio para o fim da primeira temporada de Lanternas e a série resolveu olhar para trás antes de seguir para o confronto final.

No Reflix 188, Brunão e Baconzitos mergulham em “The Jordan Boys’ Legacy”, sétimo episódio da série da HBO Max, um capítulo que transforma Hal Jordan no centro da história mesmo depois de sua morte.

O Halogram continua ajudando John Stewart na investigação, segredos enterrados há décadas começam a vir à tona e aquilo que parecia ser apenas a busca pelo assassino de Hal ganha proporções muito maiores.

Porque, a essa altura, talvez a pergunta não seja apenas:

quem matou Hal Jordan?

Talvez seja preciso descobrir primeiro quem Hal Jordan realmente era.

Antes do Lanterna Verde, existia um garoto chamado Hal

O episódio volta até 1975 para mostrar Hal ainda criança e sua relação com o pai, Martin Jordan.

Durante um jogo de beisebol, o jovem Hal se recusa a sair de campo mesmo quando o treinador determina sua substituição. Ele prefere colocar todo o resultado sobre os próprios ombros a entregar a responsabilidade para outra pessoa.

Décadas depois, parece impossível não enxergar naquele garoto o homem que também seria incapaz de entregar seu anel a John Stewart.

É aqui que Lanternas começa a explicar uma característica que acompanhamos desde o primeiro episódio:

Hal simplesmente não sabe deixar as coisas irem embora.

O verdadeiro legado dos homens da família Jordan

Mas a história do pai de Hal guarda algo muito mais pesado.

Martin ensina ao filho que existe um segredo transmitido entre os homens da família Jordan. Ele entrega a Hal a chave de um cofre e afirma que, caso algo aconteça com ele, o garoto será responsável por aquilo que está guardado ali.

Durante anos, Hal acredita que o pai morreu em um acidente aéreo.

O Halogram revela a John que a verdade era outra.

Martin tirou a própria vida e deixou uma carta explicando que carregava havia anos uma dor que também havia atingido seu próprio pai.

Hal cresceu acreditando que aquela dor fazia parte do legado de sua família.

E talvez essa revelação explique melhor do que qualquer construção verde por que esse Hal Jordan passou a vida obcecado em parecer incapaz de sentir medo.

Hal Jordan era realmente destemido?

É aqui que o episódio dá uma virada muito interessante na mitologia do personagem.

Hal sempre foi definido pela ausência de medo.

É justamente essa característica que tradicionalmente faz dele alguém digno do anel.

Só que Lanternas propõe uma leitura diferente.

Talvez Hal não fosse destemido porque conseguia superar seus medos.

Talvez simplesmente tenha passado a vida inteira escondendo aquilo que sentia.

O Halogram admite a John que sua aparente ausência de medo vinha de algo quebrado dentro dele. A série transforma, assim, uma das características mais conhecidas do personagem em uma ferida emocional que Hal carregou desde criança.

E isso nos leva novamente ao mistério de sua morte.

E se Hal Jordan não tiver sido assassinado?

Desde o primeiro episódio, Lanternas nos ensina a perguntar:

quem matou Hal Jordan?

O episódio 7 coloca outra possibilidade sobre a mesa.

Depois de revelar a história de sua família, o próprio Halogram começa a considerar se o Hal mais velho poderia ter repetido o mesmo caminho do pai.

A hipótese também oferece uma nova leitura sobre o comportamento da xerife Kerry Kane.

Até então, ela permanecia entre as pessoas que poderiam ter motivos para matar Hal ou esconder informações sobre sua morte.

Mas e se Kerry não tiver disparado a arma?

E se apenas tiver encontrado Hal morto e decidido proteger seu segredo?

A série não responde definitivamente à questão. Pelo contrário: mantém elementos que ainda indicam que havia algo muito maior acontecendo nas horas anteriores à morte de Hal.

John finalmente conhece o Hal que poderia ter sido seu mentor

Existe também uma ironia bastante triste em toda essa história.

O Halogram não é exatamente o Hal que John conheceu.

A cópia presente no anel foi criada muitos anos antes dos acontecimentos de Rushville.

Antes da perda do anel.

Antes da prisão.

Antes do ressentimento.

Antes de Hal enxergar John como alguém que poderia substituí-lo.

E justamente por isso encontramos uma versão muito diferente do personagem.

Esse Hal consegue elogiar John.

Reconhece sua habilidade.

Conversa com ele.

E, pouco a pouco, os dois começam a construir a parceria que nunca conseguiram ter quando Hal ainda estava vivo.

No Reflix 188, Brunão e Baconzitos discutem justamente essa dinâmica e o quanto ela muda nossa percepção sobre tudo que aconteceu entre os personagens.

Finalmente: Lanternas no espaço!

Sete episódios.

Uma série chamada Lanternas.

E finalmente saímos da Terra.

John e o Halogram conseguem acessar aquilo que Hal havia deixado escondido e encontram um portal para um planeta devastado.

É o mesmo mundo ligado ao massacre provocado pelos Caçadores Cósmicos e à história de Antaan.

E ali a série começa a conectar várias pontas que pareciam separadas:

os Manhunters;

Rushville;

a investigação de Hal;

o planeta destruído;

e sua morte.

A atmosfera do lugar também libera uma substância capaz de provocar medo e alucinações, obrigando John a confrontar lembranças da própria infância e a pressão que sempre sofreu para se tornar um Lanterna Verde.

E então aparece Sinestro

Porque é claro que ele estaria envolvido.

No planeta devastado, John e o Halogram são surpreendidos por uma figura encapuzada.

O desconhecido captura Hal e exige que John entregue o anel.

Depois do confronto, finalmente vemos seu rosto:

Sinestro.

O antigo mentor de Hal Jordan, que já sabíamos ter escapado da prisão, estava justamente no planeta para o qual a investigação secreta de Hal apontava.

Isso dificilmente é coincidência.

E a presença de Sinestro conecta ainda mais diretamente tudo aquilo que aconteceu em Rushville ao universo cósmico dos Lanternas.

O que Hal descobriu antes de morrer?

Essa passa a ser talvez a pergunta mais importante para o final da temporada.

Hal tinha um portal escondido.

O portal levava ao mundo devastado pelos Caçadores Cósmicos.

Sinestro está lá.

E Hal voltou a Rushville pouco antes de morrer exigindo segredo sobre sua presença.

Então, mesmo que a hipótese levantada pelo Halogram sobre a morte seja verdadeira, ainda existe um enorme quebra-cabeça esperando para ser montado.

O que Hal estava investigando?

Por que Sinestro está naquele planeta?

Qual é a verdadeira conexão entre os Caçadores Cósmicos e tudo isso?

E o que Hal pretendia contar a John antes de morrer?

Lanternas está pronto para o final?

“The Jordan Boys’ Legacy” é um episódio muito menos preocupado em entregar respostas rápidas do que em fazer o público entender Hal Jordan.

Depois de uma temporada mostrando um herói envelhecido, ressentido e desesperado para manter seu lugar, finalmente enxergamos de onde parte boa parte desse comportamento.

Hal passou a vida agarrado às coisas.

Ao anel.

Ao legado.

À ideia de que precisava resolver tudo sozinho.

E até à bola de beisebol que seu pai mandou jogar fora quando ele ainda era criança.

A imagem final deixa isso evidente: depois do funeral do pai, o jovem Hal volta para recuperar justamente aquela bola.

Ele nunca aprendeu a soltar.

🎙️ No Reflix 188, Brunão e Baconzitos destrincham o penúltimo episódio de Lanternas: o passado de Hal Jordan, o segredo de sua família, a relação com John Stewart, o verdadeiro potencial do Halogram, a primeira viagem espacial da série e o retorno de Sinestro.

Hal foi realmente assassinado? O que Sinestro está fazendo naquele planeta? E tudo o que vimos até agora consegue se encaixar em apenas mais um episódio?

Dê o play e venha discutir com a gente.

⚠️ ATENÇÃO: o Reflix 188 contém spoilers completos de Lanternas S01E07.

💚 Reflix 188 – Lanternas: análise do episódio 7

E conta para a gente:

qual é a sua teoria para a morte de Hal Jordan?

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