QueIssoAssim
QueIssoAssim 345 – Os 25 Anos de A Sociedade do Anel
O novo episódio do podcast do Portal Refil já está no ar e vem em clima de festa geek: QueIssoAssim 345 – Os 25 Anos de A Sociedade do Anel celebra um marco histórico da cultura pop — o aniversário de 25 anos do lançamento nos cinemas do primeiro filme da trilogia baseada na obra de J. R. R. Tolkien.
Neste especial em formato híbrido “LivrosIssoAssim ou QueIssoEmCartaz”, Brunão e Baconzitos recebem a convidada Andreia, do podcast Livros Em Cartaz, além do lendário Bacon original — irmão do Baconzitos e autodeclarado estudioso (e dodói) do universo da Terra-média. O resultado é um papo divertido, nerd e sem filtros comparando o livro e a adaptação cinematográfica dirigida por Peter Jackson.
E sim: eles defendem uma opinião polêmica que vai dar o que falar entre fãs — o filme é melhor que o livro. Entre os argumentos apresentados está a ausência do excêntrico Tom Bombadil na versão para o cinema, personagem que divide opiniões entre leitores e que, segundo a bancada, só atrapalharia o ritmo narrativo com suas músicas consideradas “idiotas” pelos apresentadores. A discussão entra fundo nas diferenças de estrutura, ritmo, linguagem e impacto emocional entre literatura e cinema dentro do universo de O Senhor dos Anéis.
O episódio também revisita curiosidades de produção, impacto cultural, influência na fantasia moderna e a importância histórica do filme para consolidar adaptações literárias de alto orçamento em Hollywood. É um prato cheio para fãs antigos e novos da saga.
E a comemoração não para por aí: 2026 marca os 10 anos do Portal Refil e do podcast no ar. Uma década de debates, risadas, cultura pop e episódios memoráveis — e, segundo os apresentadores, este será um ano repleto de comemorações especiais, conteúdos nostálgicos e participações marcantes.
Se você ama fantasia, cinema ou discussões nerds sinceronas, o QueIssoAssim 345 é audição obrigatória. Prepare os fones e embarque nessa jornada digna de uma Sociedade.
Podcasts
QueIssoAssim 357 – Burnout do Amigão da Vizinhança | Homem-Aranha: Um Novo Dia
O multiverso tirou o dia de folga, mas o Homem-Aranha continua trabalhando em período integral — aparentemente sem salário, férias ou qualquer preocupação com as leis trabalhistas.
No QueIssoAssim 357, Brunão e Baconzitos recebem o amigo Felipe Trindade, do podcast parceiro Passaporte Orlando, para contar tudo sobre Homem-Aranha: Um Novo Dia. E quando dizemos tudo, é tudo mesmo: este episódio tem spoilers do primeiro balanço de teia até a última cena.
O Homem-Aranha está de volta à vizinhança
Depois de viagens espaciais, guerras intergalácticas, feitiços e reuniões de Homens-Aranha vindos de outras realidades, Peter Parker volta para onde sempre funcionou melhor: os prédios e as ruas de Nova Iorque.
Sem depender do multiverso, o filme recupera o clima do herói urbano que atravessa a cidade nas teias, enfrenta criminosos e tenta proteger pessoas comuns. É o Amigão da Vizinhança novamente ligado à própria vizinhança.
Mas ser o Homem-Aranha em tempo integral tem consequências. Peter está cansado, solitário e cada vez mais consumido pela missão. Em outras palavras: o herói ganhou grandes poderes, grandes responsabilidades e um burnout ainda maior.
Hulk e Justiceiro entram na confusão
Como se a vida de Peter Parker já não estivesse complicada, Homem-Aranha: Um Novo Dia também coloca Hulk e Justiceiro no caminho do herói.
De um lado, temos Bruce Banner e toda a delicadeza de um gigante verde capaz de transformar qualquer quarteirão em terreno para reconstrução. Do outro, Frank Castle, cuja interpretação de “combate ao crime” costuma ser um pouco mais definitiva do que a do Homem-Aranha.
E ainda tem uma outra participação especial que a gente não vai falar aqui para não ter spoilers. Mas a vilã do filme é um grande alívio para os fãs da Marvel.
Um novo dia ou os mesmos problemas?
Brunão, Baconzitos e Felipe discutem o retorno do personagem às suas origens, as cenas de ação, os novos conflitos, a presença dos personagens convidados e os caminhos escolhidos para esta nova fase do herói.
O filme consegue devolver ao Homem-Aranha sua identidade mais urbana? Hulk e Justiceiro acrescentam algo à história ou servem apenas como participações especiais? Quem é a vilã do filme? Peter Parker ainda consegue ter uma vida ou já aceitou trabalhar gratuitamente como super-herói até a aposentadoria?
Dê o play no QueIssoAssim 357 – Burnout do Amigão da Vizinhança e descubra as respostas. Só não venha reclamar dos spoilers depois: o aviso foi dado.


RAFAEL BERALDO DOURADO
25 de fevereiro de 2026 at 10:04
Quando já estava com mídia pesada na divulgação do filme, mas ainda meses antes do lançamento, fui atrás de ler os livros, e aqui me refiro a dois: O Hobbit e o tijolão senhor dos anéis com “tudo junto”. Ainda bem que fui ao cinema já tendo lido e aí sabendo que não se trata de um filme completo, mas da “parte 1” de uma história em 3 partes. Do contrário teria saído do cinema xingando tanto quanto fiz quando fui ver o Através do Aranhaverso décadas depois achando que teria uma história completa e descobrindo que tinha DLC pra saber o final. Os três livros foram lançados assim na época porque as gráficas não dariam conta de encadernar o calhamaço duma vez só, pelo que já ouvi falar por aí…
E sobre o Tolkien, que já foi “acusado” (por meio de análises talvez anacrônicas) de ter usado de xenofobia na maneira como descreve as raças da Terra Media, como que traçando paralelos a etnias e nacionalidades diferentes da inglesa e “transformando” essas espécies em “reféns do próprio meio”. Mas é só ler as histórias e vemos que, apesar de arrogantes, os elfos lutam junto com os humanos. Apesar da fama de mesquinhos, tá lá o Anão como melhor amigo do Elfo e apesar de preguiçosos e indolentes, são os hobbits que se alistam voluntariamente em exércitos, convencem os Ents e no final queimam o anel (afinal, Gollum era um Hobbit, né?)
Em tempo: Quase desisti do livro no trecho do Tom Bombardil. Pra quem nunca tolerou musical no cinema, imagina um musical POR ESCRITO?