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QueIssoAssim 344 – Aceita Que Dói Menos (Stranger Things – Última Temporada)
O episódio QueIssoAssim 344 – Aceita que Dói Menos (Stranger Things, última temporada) já está disponível no Portal Refil! Neste podcast especial, Brunão e Baconzitos, com a participação do convidado Miotti (do Jurassicast) e o amigo George Pipoca, mergulham de cabeça na última temporada de Stranger Things — debatendo todos os problemas da temporada, o que funcionou e o que não funcionou e, especialmente, o tão falado Conformity Gate, tema que dominou discussões entre fãs nas redes.
No bate-papo, o grupo não poupa críticas nem elogios: analisam a construção dos arcos dos personagens, as escolhas narrativas mais polêmicas e como a produção da série lidou com as expectativas elevadas de um público que acompanhou Stranger Things desde a primeira temporada. Com humor ácido e análises afiadas, o episódio é indispensável para quem quer entender além do final da história.
Para quem está chegando agora ou quer revisitar o passado da série com a galera do QueIssoAssim, aqui vão todos os episódios sobre Stranger Things já publicados no Portal Refil:
🔗 QueIssoAssim 258 – Tudo Culpa do RPG (Stranger Things 4ª Temporada) – análise completa da quarta temporada, com muitas referências ao mundo invertido e os arcos dos personagens principais.
🔗 QueIssoAssim 153 – REFERÊNCIAS E NOSTALGIA 3 (Stranger Things 3) – uma viagem retrô pela terceira temporada e seus momentos mais marcantes.
🔗 QueIssoAssim 65 – A Jane é Jedi (Stranger Things 2) – debate divertido sobre a segunda temporada e suas reviravoltas.
🔗QueIssoAssim 01 – Paradas Estranhas, Olimpíadas e Rogue One – O primeiro episódio ever do Portal Refil.
Estes episódios são ótimos pontos de partida para relembrar ou conhecer como o podcast abordou Stranger Things ao longo dos anos.
E tem mais motivo para comemorar: em 2026 o Portal Refil completa 10 anos de existência, e o podcast QueIssoAssim está no ar desde o início dessa história — uma década de cultura pop, cinema, séries e conversas que marcaram gerações de ouvintes. Prepare-se, porque este ano promete ser repleto de comemorações e conteúdos especiais para celebrar essa trajetória. 🎉
Não perca QueIssoAssim 344 – Aceita que Dói Menos — disponível agora no Portal Refil! 🧠🎧
QueIssoAssim
Reflix 186 – Lanternas destrói Rushville e leva Hal e John ao ponto sem volta
Se os primeiros episódios de Lanternas construíram lentamente o mistério de Rushville, o quinto resolve colocar fogo em praticamente tudo.
Literalmente.
No Reflix 186, Brunão e Baconzitos analisam “Lights Out”, episódio em que as alianças desmoronam, Zoe finalmente precisa enfrentar as consequências de seu passado e a disputa entre Hal Jordan e John Stewart deixa definitivamente de ser apenas uma briga entre mentor e aprendiz.
No fim, sobra uma pergunta:
o que significa realmente merecer o anel?
Rushville entra em guerra
Depois de ter sua verdadeira identidade revelada, Zoe deixa de ser apenas o segredo escondido de Rushville e passa a ser o centro de um confronto de proporções muito maiores.
Os alienígenas que a procuram chegam à cidade.
Hal tenta capturá-la.
John está cada vez mais desconfiado das decisões do mentor.
E os moradores de Rushville finalmente precisam lidar com o preço de proteger alguém que passou anos transformando aquele lugar em seu refúgio.
O episódio praticamente funciona como o clímax de toda a primeira metade da temporada, com mais ação e elementos cósmicos do que os capítulos anteriores.
Só que o verdadeiro conflito continua sendo pessoal.
Até onde Hal Jordan vai para continuar sendo um Lanterna Verde?
Talvez nunca tenha ficado tão claro quanto neste episódio que Hal Jordan simplesmente não consegue imaginar sua vida sem o anel.
A possibilidade de ser substituído por John deixou de representar apenas uma ameaça ao seu posto.
Virou uma ameaça à própria identidade.
Hal toma decisões cada vez mais questionáveis para capturar Zoe e provar aos Guardiões que continua sendo indispensável.
E isso coloca John diretamente em seu caminho.
No Reflix 186, Brunão e Baconzitos discutem se Hal está lutando para continuar sendo um herói ou apenas lutando para continuar sendo o Lanterna Verde.
Porque essas duas coisas talvez já não sejam mais a mesma coisa.
Hal Jordan x John Stewart
Era inevitável.
Cinco episódios de ressentimento, competição e desconfiança explodem finalmente em uma luta entre os dois.
Sem vilões.
Sem monstros.
Sem exércitos espaciais.
Apenas Hal e John disputando o anel.
Hal continua insistindo que foi escolhido por ele.
John acredita que Hal já perdeu aquilo que um Lanterna deveria representar.
E o confronto transforma fisicamente uma disputa que estava acontecendo desde o primeiro episódio.
O mais interessante é que a série não entrega exatamente um vencedor.
Porque mesmo quando John finalmente consegue aquilo que perseguiu durante praticamente toda sua vida, a sensação está muito longe de ser uma vitória.
O destino de Zoe
Zoe também chega ao fim de sua jornada em Rushville.
Depois de sobreviver durante anos escondida na Terra, usar sua tecnologia para proteger a cidade e criar uma rede de pessoas dispostas a defendê-la, o último Caçador Cósmico é finalmente encurralado.
E é John Stewart quem encerra a ameaça.
Ele usa Hal como parte de sua estratégia e mata Zoe com um disparo de longa distância, retirando depois seu coração cristalizado como prova de sua verdadeira identidade.
Só que o momento está muito longe de representar uma consagração heroica.
John vence.
Mas paga um preço enorme por isso.
John finalmente recebe o anel… e desiste dele
Essa talvez seja a grande virada de Lanternas até agora.
John Stewart passou praticamente sua vida inteira sendo preparado para aquele momento.
Sua família acreditava nisso.
Os Guardiões esperavam isso.
Ele próprio queria isso.
Então finalmente consegue o anel de Hal.
E sente… nada.
Depois de ver até onde Hal chegou para continuar carregando aquele símbolo, John começa a questionar se realmente quer seguir o mesmo caminho.
Por isso, quando encontra Lianna, ele simplesmente devolve o anel.
John Stewart consegue aquilo que buscava durante toda a temporada.
E decide abrir mão.
É uma escolha que muda completamente o tabuleiro para os três episódios restantes.
Então quem será o próximo Lanterna Verde?
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RAFAEL BERALDO DOURADO
4 de fevereiro de 2026 at 11:59
Adorei que a série terminou “pra cima”. Quando tem final aberto e sou que tenho que decidir como a história acabou (confesso que me sinto meio trapaceado quando isso acontece, se o roteiro for meu eu deveria receber cachê), sempre prefiro acreditar que tudo está bem. Mais ou menos, porque, coitado do Mike, nunca mais na vida com aquela fuça vai conseguir uma namorada tão bonita quanto a Eleven, esteja de botox ou não…
Gostei da cena da saída do armário do Will porque conseguiram representar bem o quão difícil deve ser esse momento e conseguiram não pesar muito a mão. Em geral foi uma série que abordou até que bem essas questões (achei até melhor aqui do que a cena dele chorando no carro com o canudo do desenho na mão lá na temporada anterior).
Não liguei que não tinha dermagogon na cena final mas o triste é pensar que uma frase de roteiro resolvia isso, ou quase tudo dos furos que deixaram. O Vecna podia comentar que “não tinha mais recurso pra fazer mais monstro”.
O exército? Podiam ser uma dissidência (como foi levemente insinuado pelo Paul Raiser na temporada anterior) e a eliminação deles e a corte marcial pra Sarah Connor “resolver tudo” pra ficha do Hopper (que pode ter contado pro Mike como a irmã indiana da Eleven morreu).
Murray? Podia estar caçando outras atrocidades com o professor de Física de parceiro (taí um spinoff que eu adoraria acompanhar).
O mais incômodo pra mim é a tal peça de teatro na mente do Vecna. Se ele era criança quando foi dado como morto, como mostra quando o pai dele conta a história pra Robbie e pra Nancy lá no hospício, podemos supor que ele foi direto de lá pro laboratório e nunca frequentou o colégio, né? Se ele esteve no colégio, seria com outro nome, porque do contrário inocentaria o pai dele de ao menos uma das mortes.
Agora, sobre a irmã caçula dos Wheelers… Pelo menos alguém da família puxou alguma coisa da mãe, né? Que menina graciosa. Que a Netflix seja esperta e faça um contrato maneiro com ela também.
No final das contas apesar das inconsistências e soluções apressadas, Stranger Things ofereceu um entretenimento muito maneiro. Só não digo que vale a mensalidade porque se você tá com o plano mais caro há 11 anos talvez só por causa dela aí fica meio salgado… Quase tanto quanto algumas das guloseimas sabor stranger things que invadiram os mercados no final do ano.
jones alves
4 de fevereiro de 2026 at 13:56
Olá pessoal do Refil!
Confesso que nunca fui fã da série, assistia para passar tempo e havia momentos divertidos, mas eu sempre vi Stranger Things como vários clipes tentando contar uma história. E se levarmos em conta que a netflix impõe que os roteiros de séries e filmes, tenham “gordura inútil” por causa das pessoas que assistem enquanto ficam no celular ajuda a criar conteúdos com diálogos ou cenas qualquer coisa e repetitivos que as vezes até insultam a inteligência do telespectador. Mas no caso desta série, creio que isto deu uma estrapolada, pelo numero imenso de incongruências, falas repetitivas, e mais furos de roteiros que um queijo suiço.
Fora o que foi mostrado no documentário da série, onde os criadores estavam perdidos, sem ideias de desfechos. parece que eles nem ao menos revisitarem a própria série para diminuir os furos.
Sem contar a polêmica, de que supostamente teriam usados o Chatgpt para concluir a história.
Infelizmente um série que poderia ter um ótimo desfecho, mas preferiu ficar na mediocridade, sem ousadia, sem coragem e sem muita criatividade.
Abraços e obrigado pelo episódio