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QueIssoAssim 290 – Ela Quer Meu Corpo Nú (O Pecado Mora ao Lado)
No episódio mais recente do QueIssoAssim, Brunão, Zitos e Plínio celebram um clássico do cinema: “O Pecado Mora ao Lado” (The Seven Year Itch, 1955).
Este filme icônico eternizou a imagem da diva Marilyn Monroe, já com a então famosa cena do vestido esvoaçante sobre uma ventilação de metrô.
Dirigido por Billy Wilder, a trama gira em torno de Richard Sherman (interpretado por Tom Ewell), marido e pai dedicado, mas que fica em Nova Iorque para trabalhar enquanto sua família viaja.
Sherman é atormentado pela “crise dos sete anos de casamento” ao mesmo tempo em que se sente atraído pela escultural vizinha do andar de cima.
Além de discutir o filme em detalhes, o episódio traz curiosidades de bastidores e fofocas sobre a vida pessoal de Marilyn Monroe, mas sem esquecer de falar de seu trágico destino.
Então já vai ouvir esse podcast esperando informações essenciais para os apaixonados por filmes clássicos e pela história do cinema. E cuidado para não esgasgar de tanto rir porque este episódio está hilariante!
Mas espere um pouco: clicando no link abaixo e comprando O Pecado Mora Ao Lado em Blu-ray (ou qualquer produto) você ajuda o Portal Refil! Ajudaê, meu amazônico!
Links extras:
Já falamos também sobre outro clássico de Billy Wilder: Se Meu Apartamento Falasse! Pode ouvir o programa clicando aqui.
Você pode conferir a famosa cena do vestido esvoaçante de Marilyn Monroe aqui.
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QueIssoAssim 357 – Burnout do Amigão da Vizinhança | Homem-Aranha: Um Novo Dia
O multiverso tirou o dia de folga, mas o Homem-Aranha continua trabalhando em período integral — aparentemente sem salário, férias ou qualquer preocupação com as leis trabalhistas.
No QueIssoAssim 357, Brunão e Baconzitos recebem o amigo Felipe Trindade, do podcast parceiro Passaporte Orlando, para contar tudo sobre Homem-Aranha: Um Novo Dia. E quando dizemos tudo, é tudo mesmo: este episódio tem spoilers do primeiro balanço de teia até a última cena.
O Homem-Aranha está de volta à vizinhança
Depois de viagens espaciais, guerras intergalácticas, feitiços e reuniões de Homens-Aranha vindos de outras realidades, Peter Parker volta para onde sempre funcionou melhor: os prédios e as ruas de Nova Iorque.
Sem depender do multiverso, o filme recupera o clima do herói urbano que atravessa a cidade nas teias, enfrenta criminosos e tenta proteger pessoas comuns. É o Amigão da Vizinhança novamente ligado à própria vizinhança.
Mas ser o Homem-Aranha em tempo integral tem consequências. Peter está cansado, solitário e cada vez mais consumido pela missão. Em outras palavras: o herói ganhou grandes poderes, grandes responsabilidades e um burnout ainda maior.
Hulk e Justiceiro entram na confusão
Como se a vida de Peter Parker já não estivesse complicada, Homem-Aranha: Um Novo Dia também coloca Hulk e Justiceiro no caminho do herói.
De um lado, temos Bruce Banner e toda a delicadeza de um gigante verde capaz de transformar qualquer quarteirão em terreno para reconstrução. Do outro, Frank Castle, cuja interpretação de “combate ao crime” costuma ser um pouco mais definitiva do que a do Homem-Aranha.
E ainda tem uma outra participação especial que a gente não vai falar aqui para não ter spoilers. Mas a vilã do filme é um grande alívio para os fãs da Marvel.
Um novo dia ou os mesmos problemas?
Brunão, Baconzitos e Felipe discutem o retorno do personagem às suas origens, as cenas de ação, os novos conflitos, a presença dos personagens convidados e os caminhos escolhidos para esta nova fase do herói.
O filme consegue devolver ao Homem-Aranha sua identidade mais urbana? Hulk e Justiceiro acrescentam algo à história ou servem apenas como participações especiais? Quem é a vilã do filme? Peter Parker ainda consegue ter uma vida ou já aceitou trabalhar gratuitamente como super-herói até a aposentadoria?
Dê o play no QueIssoAssim 357 – Burnout do Amigão da Vizinhança e descubra as respostas. Só não venha reclamar dos spoilers depois: o aviso foi dado.


Rafael Beraldo Dourado
8 de novembro de 2023 at 15:11
Convenhamos que o título “o Pecado mora ao lado” é muito melhor em português do que “Crise dos 7 anos” do original, apesar de que, tecnicamente, não mora ao lado, e sim em cima… E não é bem “morar”, apenas uma estadia temporária…
Mas taí um filme que poderia ficar divertido se adaptado para os tempos modernos. Ao invés das fotos na revista, ela ter um Only fans. O cara ficar na dúvida se assina ou não, aí usa um cartão de crédito que não tem o nome dele, mas esquece que é o que a esposa recebe a notificação, e aí fica na tensão se ela vai ver o que é, se vai atrás de descobrir…
As ligações toda noite as dez ser por vídeo chamada, naquelas situações dele ter que fingir que está sozinho quando não está etc e tal. Óbvio que não vai se comparar ao original, mas essa trama renderia bem novas versões. Agora fica o desafio de escalar uma nova Marlin Monroe… Opções não faltam.