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QueIssoAssim 266 – O Filme do Capitão Fo**-se (Adão Negro)
Porta é pra quem não consegue atravessar parede! Brunão e Plínio recebem as visitas ilustres de Alexandre Nerdmaster e Leonardo Miotti para discutir, destrinchar, babar ovo do mais novo filme da DC: Adão Negro.
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QueIssoAssim 357 – Burnout do Amigão da Vizinhança | Homem-Aranha: Um Novo Dia
O multiverso tirou o dia de folga, mas o Homem-Aranha continua trabalhando em período integral — aparentemente sem salário, férias ou qualquer preocupação com as leis trabalhistas.
No QueIssoAssim 357, Brunão e Baconzitos recebem o amigo Felipe Trindade, do podcast parceiro Passaporte Orlando, para contar tudo sobre Homem-Aranha: Um Novo Dia. E quando dizemos tudo, é tudo mesmo: este episódio tem spoilers do primeiro balanço de teia até a última cena.
O Homem-Aranha está de volta à vizinhança
Depois de viagens espaciais, guerras intergalácticas, feitiços e reuniões de Homens-Aranha vindos de outras realidades, Peter Parker volta para onde sempre funcionou melhor: os prédios e as ruas de Nova Iorque.
Sem depender do multiverso, o filme recupera o clima do herói urbano que atravessa a cidade nas teias, enfrenta criminosos e tenta proteger pessoas comuns. É o Amigão da Vizinhança novamente ligado à própria vizinhança.
Mas ser o Homem-Aranha em tempo integral tem consequências. Peter está cansado, solitário e cada vez mais consumido pela missão. Em outras palavras: o herói ganhou grandes poderes, grandes responsabilidades e um burnout ainda maior.
Hulk e Justiceiro entram na confusão
Como se a vida de Peter Parker já não estivesse complicada, Homem-Aranha: Um Novo Dia também coloca Hulk e Justiceiro no caminho do herói.
De um lado, temos Bruce Banner e toda a delicadeza de um gigante verde capaz de transformar qualquer quarteirão em terreno para reconstrução. Do outro, Frank Castle, cuja interpretação de “combate ao crime” costuma ser um pouco mais definitiva do que a do Homem-Aranha.
E ainda tem uma outra participação especial que a gente não vai falar aqui para não ter spoilers. Mas a vilã do filme é um grande alívio para os fãs da Marvel.
Um novo dia ou os mesmos problemas?
Brunão, Baconzitos e Felipe discutem o retorno do personagem às suas origens, as cenas de ação, os novos conflitos, a presença dos personagens convidados e os caminhos escolhidos para esta nova fase do herói.
O filme consegue devolver ao Homem-Aranha sua identidade mais urbana? Hulk e Justiceiro acrescentam algo à história ou servem apenas como participações especiais? Quem é a vilã do filme? Peter Parker ainda consegue ter uma vida ou já aceitou trabalhar gratuitamente como super-herói até a aposentadoria?
Dê o play no QueIssoAssim 357 – Burnout do Amigão da Vizinhança e descubra as respostas. Só não venha reclamar dos spoilers depois: o aviso foi dado.


Rafael Beraldo Dourado
3 de novembro de 2022 at 17:16
Que excelente episódio e que filme divertido. Mas, por favor, sem piadinha não daria pra engolir. Até A Lista de Schindler tem quebra da narrativa dramática em alguns trechos! Mas o moleque realmente ficou chato e só replicou o amigo do Billy em Shazam! Já da mãe, ok, é chata, mas pelo menos o visual dela na tela agrada mais.
O filme me surpreendeu quando o cara da tal gangue que conhece o garoto é morto em confronto. Em algum momento imaginei que construiriam algum tipo de redenção já que a despeito de ser membro do crime, ele parecia ter alguma empatia com o moleque.
Agora, o maior problema do filme, ao menos pra mim, é a aparente facilidade com que a trupe encontra a coroa na montanha. Se é algo protegido por 5 mil anos, esperava-se alguma armadilha… Talvez por eu ser de uma geração acostumada com os filmes dos anos 80, levaria aí uns 40 minutos de projeção até conseguirem alcançar o item que resultaria na necessidade de invocar o herói. Mas nos tempos modernos, quem é que pode esperar tanto? Isso posto de lado, quando ele chega, aí é divertido demais.
A cena do vidro do carro… Pô… Me fez gargalhar. Assim como todas as paredes desnecessariamente destruídas.
Porém… Em alguns momentos ali eu lembrei do comentário do dublador brasileiro da série do Flash. Principalmente nas falas da Sociedade da Justiça. PRA COMEÇAR com a resposta ao “não tenho passaporte”. Que diálogo pobre, pra se dizer o mínimo. Mas a composição de que eles estão “acima” das fronteiras e “botam ordem no mundo” (só quando convém) achei bem legal. A discussão é colocada na dose certa, pra não virar um panfletão (diferente da fala inicial do moleque com o guarda, mas ali fica menos chato quando revela que era ele ajudando a kombi a passar).
Sobre o que vem por aí. Tomara que venha com piada, porque pra ver “coisa séria” eu não vou pagar ingresso de filme de super-herói.