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QueIssoAssim 266 – O Filme do Capitão Fo**-se (Adão Negro)
Porta é pra quem não consegue atravessar parede! Brunão e Plínio recebem as visitas ilustres de Alexandre Nerdmaster e Leonardo Miotti para discutir, destrinchar, babar ovo do mais novo filme da DC: Adão Negro.
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QueIssoAssim 363 – Mudaram o Cinema: a História da Cannon Films
Explosões, ninjas, heróis musculosos, roteiros absurdos e muita criatividade! Nos anos 80, um estúdio resolveu desafiar Hollywood e produzir alguns dos filmes mais insanos, divertidos e inesquecíveis da história do cinema. Estamos falando da lendária Cannon Films, responsável por transformar o cinema de ação e conquistar uma geração inteira de fãs das videolocadoras.
Neste episódio do QueIssoAssim, Brunão e Baconzitos mergulham na história da Cannon Films e na trajetória de Menahem Golan e Yoram Globus, os produtores israelenses que comandaram o estúdio e fizeram de Hollywood um verdadeiro parque de diversões cinematográfico.
Cannon Films: o estúdio que mudou o cinema dos anos 80
Com produções de baixo orçamento, ideias mirabolantes e uma capacidade impressionante de colocar filmes nas telas, a Cannon Films se tornou uma das empresas mais extravagantes da indústria cinematográfica.
De sucessos de ação a fracassos monumentais, Golan e Globus apostaram em praticamente tudo: ninjas, artes marciais, aventuras, super-heróis e astros que se tornaram símbolos do cinema dos anos 80.
Neste episódio, relembramos produções como American Ninja, Enter the Ninja e Desejo de Matar, com o lendário Charles Bronson. Também revisitamos os clássicos de Chuck Norris, incluindo Comando Delta e Braddock, além de aventuras como Allan Quatermain, Mestres do Universo e o controverso Superman IV: Em Busca da Paz.
A ascensão e queda de Golan e Globus
Como dois produtores conseguiram transformar um pequeno estúdio em uma potência do cinema mundial? O que levou a Cannon Films a apostar em tantas produções ao mesmo tempo? E como essa estratégia contribuiu tanto para seus sucessos quanto para seus problemas?
Nossa conversa tem como ponto de partida o documentário Electric Boogaloo: The Wild, Untold Story of Cannon Films, que apresenta os bastidores, as histórias inacreditáveis e os excessos da empresa que deixou sua marca na cultura pop.
Se você cresceu frequentando videolocadoras, alugando filmes de ação em VHS ou simplesmente adora descobrir as histórias mais malucas de Hollywood, este episódio foi feito para você!
Dê o play no QueIssoAssim 363 e descubra como a Cannon Films mudou o cinema — para o bem, para o mal e para a nossa diversão!
Assista o documentário:
Assista os Jurassicast Lives e Refil ao Vivo em que comentamos filmes da Cannon Films
Allan Quatermain e as Minas do Rei Salomão:
Superman IV – Em Busca da Paz
Mestres do Universo
Lambada – A Dança Proibida
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Rafael Beraldo Dourado
3 de novembro de 2022 at 17:16
Que excelente episódio e que filme divertido. Mas, por favor, sem piadinha não daria pra engolir. Até A Lista de Schindler tem quebra da narrativa dramática em alguns trechos! Mas o moleque realmente ficou chato e só replicou o amigo do Billy em Shazam! Já da mãe, ok, é chata, mas pelo menos o visual dela na tela agrada mais.
O filme me surpreendeu quando o cara da tal gangue que conhece o garoto é morto em confronto. Em algum momento imaginei que construiriam algum tipo de redenção já que a despeito de ser membro do crime, ele parecia ter alguma empatia com o moleque.
Agora, o maior problema do filme, ao menos pra mim, é a aparente facilidade com que a trupe encontra a coroa na montanha. Se é algo protegido por 5 mil anos, esperava-se alguma armadilha… Talvez por eu ser de uma geração acostumada com os filmes dos anos 80, levaria aí uns 40 minutos de projeção até conseguirem alcançar o item que resultaria na necessidade de invocar o herói. Mas nos tempos modernos, quem é que pode esperar tanto? Isso posto de lado, quando ele chega, aí é divertido demais.
A cena do vidro do carro… Pô… Me fez gargalhar. Assim como todas as paredes desnecessariamente destruídas.
Porém… Em alguns momentos ali eu lembrei do comentário do dublador brasileiro da série do Flash. Principalmente nas falas da Sociedade da Justiça. PRA COMEÇAR com a resposta ao “não tenho passaporte”. Que diálogo pobre, pra se dizer o mínimo. Mas a composição de que eles estão “acima” das fronteiras e “botam ordem no mundo” (só quando convém) achei bem legal. A discussão é colocada na dose certa, pra não virar um panfletão (diferente da fala inicial do moleque com o guarda, mas ali fica menos chato quando revela que era ele ajudando a kombi a passar).
Sobre o que vem por aí. Tomara que venha com piada, porque pra ver “coisa séria” eu não vou pagar ingresso de filme de super-herói.