Podcasts
QueIssoAssim 261 – Perpétuos (The Sandman Netflix Season 1)
No episódio de hoje, Andreia e Valdir tomam de assalto o QueIssoAssim, e retomam o projeto Perpétuos. Com a ajuda de Brunão e Baconzitos, a ideia é analisar o que funcionou e o que não funcionou na adaptação para a tv de The Sandman, obra seminal de Neil Gaiman. Vem com a gente descobrir tudo sobre o mundo dos sonhos!
Seja um patrão do Refil
Redes Sociais do Refil
Assine o Feed
Nosso e-mail
Podcast Store
Livros em Cartaz
Livros em Cartaz 107 – A Liga Extraordinária
O que acontece quando os personagens da literatura vitoriana são reunidos para salvar o mundo de uma conspiração misteriosa?
Neste episódio, Gabi e Andreia embarcam em uma aventura guiada por Alan Moore e Kevin O’Neill, que reúne personagens como Mina Harker, Allan Quatermain, Dr. Jekyll, Capitão Nemo e Hawley Griffin: A Liga Extraordinária.
Então, embarque conosco no Nautilus e venha ouvir — porque, quando o mundo está em perigo, até os personagens mais improváveis precisam trabalhar em equipe.
Comentado no episódio
- Drácula, romance de Bram Stoker
- Livros em Cartaz #065 – Drácula
- As Minas do Rei Salomão, romance de H. Rider Haggard
- As Minas do Rei Salomão (1985 ‧ Aventura/Ação ‧ 1h 40m) filme dirigido por J. Lee Thompson
- As Vinte Mil Léguas Submarinas, romance de Júlio Verne
- 20.000 Léguas Submarinas (1954 ‧ Infantil/Aventura ‧ 2h 7m), filme dirigido por Richard Fleischer
- O Médico e o Monstro, romance de Robert Louis Stevenson
- Livros em Cartaz #086 – O Médico e o Monstro
- Homem Invisível, romance de H. G. Wells
- O Homem Sem Sombra (2000 ‧ Terror/Ficção científica ‧ 1h 52m) de Paul Verhoeven
- O Homem Invisível (2020 ‧ Terror/Ficção científica ‧ 2h 5m) de Leigh Whannell
- Assassinato da Rua Morgue, conto de Edgar Allan Poe
- Os Assassinos da Rua Morgue (1932 ‧ Terror/Mistério ‧ 1h 2m) filme dirigido por Robert Florey
- Os Primeiros Homens na Lua, romance de H. G. Wells
- Os Primeiros Homens na Lua (1964 ‧ Ficção científica/Aventura ‧ 1h 43m) filme dirigido por Nathan Juran
- O Problema Final, conto de Arthur Conan Doyle (primeira aparição de Moriarty)
- A Aventura do Intérprete Grego, conto de Arthur Conan Doyle (primeira aparição de Mycroft)
- O Retrato de Dorian Gray, romance de Oscar Wilde
- Livros em Cartaz #085 – O Retrato de Dorian Gray
- As Aventuras de Tom Sawyer, de Mark Twain
- As Aventuras de Tom Sawyer (1938 ‧ Aventura/Comédia ‧ 1h 31m) dirigido por Norman Taurog
- The Zayat Kiss, conto de Sax Rohmer
- O Rosto de Fu Manchu (The Face of Fu Manchu, 1965), de Don Sharp (estrelado por Christopher Lee)
- Moby Dick, romance de Herman Melville
- Moby Dick (1956 ‧ Aventura/Drama ‧ 1h 56m) dirigido por John Huston e com roteiro de Ray Bradbury
Ordem recomendada de leitura
- A Liga Extraordinária – Volume I (Ambientado em 1898)
- 2. A Liga Extraordinária – Volume II (Ambientado em 1898, com trama inspirada em A Guerra dos Mundos)
- 3. O Dossiê Negro (The Black Dossier, ambientado em 1958)
- 4. Trilogia Nemo (Spin-off focado em Janni Nemo, filha do Capitão Nemo):
- Coração de Gelo
- Rosas de Berlim
- Rios de Fantasma
- A Liga Extraordinária: Século (Century)
- Século 1910
- Século 1969
- Século 2009 (também encontrados reunidos na edição compilada Século Integral)
- A Liga Extraordinária: A Tempestade (The Tempest – arco final da série)
Seja um patrão do Refil
Redes Sociais do Refil
Assine o Feed
Nosso e-mail
Podcast Store
-
CO22 semanas agoCO2 432 – Casamentos Clandestinos em Las Vegas, 20 Anos de Pequena Miss Sunshine e Lançamentos da Semana
-
Livros em Cartaz2 semanas agoLivros em Cartaz 106 – Psicopata Vitoriana
-
Notícias3 semanas agoSato Company abre pré venda de Godzilla Minus Zero e divulga novo pôster e balde de pipoca inédito!
-
Notícias3 semanas agoParis Filmes inicia pré-venda de ingressos para “Jogos Vorazes – Amanhecer na Colheita”



Alexandre Garcia de Carvalho (NerdMaster)
17 de agosto de 2022 at 10:20
Excelente programa queridos sonhadores!
Aqui é o depressivo Alexandre NerdMaster e vim dizer que este episódio foi sensacional. Desespero, digo Brunão, apesar de não se achar um especialista soube dar sua opinião de forma contundente.
Já o Desejo, digo Baconzitos, fez o que todo “especialista da cultura pop” faz: dá sua opinião sem conhecer patavinas da obra. Com o acréscimo dele fazer isso com jogos e prostitutas.
E o que falar da participação dos “irmãos” Sonho e Morte, digo do casal Valdir e Andréia? Perfeitos, bem articulados, conhecedores do conteúdo, mantenedores da coerência.
Sem eles não poderia ter este episódio tal como não poderia ter a série sem os Perpétuos Sonho e Morte.
Se eu tivesse participado teria sido como o Destruição: na minha, sem arrumar briga mas com a capacidade de botar tudo pra fuder (e não no sentido Zitos da palavra)
Vida Longa e Próspera
Alexandre “NerdMaster”
Rafael Beraldo Dourado
18 de agosto de 2022 at 17:01
Há defesa para o indefensável?
Estou redigindo esta mensagem ainda sem ter terminado de ouvir o programa e então já me antecipo pedindo desculpas se eu escrever algo aqui que foi falado mas que esteja numa parte que eu ainda não cheguei.
Foi ouvindo os episódios do Perpétuos que eu me dei conta o quão pouco eu lembrava da obra, e me ajudou muito a não ser pego tão de surpresa pelo que a série trouxe. Mas sim, a cena da Morte fazendo a “coleta” me causou um tremendo mal estar quando chega a parte do bebê. Porque a hora que mostra o berço eu lembrei da cena nos quadrinhos, e sou muito grato que os produtores tiveram o cuidado de cortá-la ali, e não 2 segundos depois, com a reação da mãe (que tá nos quadrinhos). Me ecoou na mente mesmo sem estar lá e me deixou mal, de verdade, o resto do dia. Mas até aí, cumpriu sua função.
Mas o que eu gostaria de falar é meio que tentar “defender” quem reclama de tudo. Claro que o próprio autor fazendo as alterações na obra pode deixar qualquer birra nesse sentido sem argumento. Mas autores também podem gerir mal a própria obra, taí os episódios 1, 2 e 3 de Star Wars pra não me deixar mentir (e eu recebendo ameaças agora por comparar o Neil Gaiman com o George Lucas). Que o Neil Gaiman tenha atualizado pra deixar fazendo mais sentido para o contexto atual, claro, faz todo o sentido, nada na história justificaria datá-la nos anos 80. Mas algumas oportunidades foram perdidas. A Morte, sendo negra, possibilitaria abrir leque para outras discussões, e no final foi apenas uma mudança estética, principalmente se considerar a cena dela na época medieval. A abordagem da escravidão está citada no diálogo mas a parte que o próprio cara que resolveu viver pra sempre está se relacionando com uma mulher negra e que precisa esconder o seu passado escravocrata dela não está na série (mas pra ser bem sincero, eu nem lembrava disso, foi em algum dos comentários e críticas que eu li/ouvi falar desse trecho). E, de fato, não faz diferença.
Já a Constantine contemporânea e a troca de gênero fez diferença, porque o personagem original sabemos que não é flor que se cheire, e a versão da companheira do Doutor parece bem mais “leve” – além do quê o carisma da atriz não dá pra deixar a gente com raiva dela. Mas teria mais culpa ali na cena do pozinho viciante (no caso, o pó do Morpheus) que “pegou leve”, quase como se tivesse pena dela.
Mas um senão que eu gostaria de propor é o seguinte: Assim como o público que vê na sinopse “adaptação de quadrinhos” e se frustra quando descobre ali que existe mais opções de quadrinhos do que de “hominho se batendo” e acaba por depreciar a obra porque não é exatamente como ele está acostumado, aqueles que a defendem podem (e devem) fazê-lo sem usar o mesmo recurso invertido. Não precisa falar mal de um produto de ação e aventura pra falar bem de um produto mais “intelectualmente desafiador”. Endossar a fala do Scorcese, da Jodi Foster e do Spielberg é ignorar que por mais geniais que todos sejam em suas carreiras e em suas capacidades de contar histórias, eles estão ressentidos porque chocolate vende mais que maçã. A gente não precisa compartilhar desse ressentimento.
Sandman não é pra todo mundo e isso não é necessariamente uma escala de valor sobre as preferências de cada um do público. Talvez a maior dificuldade em adaptar Sandman não fosse nem da grana e nem da necessidade de “resumir” algumas coisas, e sim do fato de que é um público menor e talvez não desse o retorno do investimento. Parece que deu. Tomara, vamos ver o que vem por aí.
Rafael Beraldo Dourado
18 de agosto de 2022 at 17:58
Ah, sim, sobre a questão das séries semanais. A Netflix também faz com algumas – pelo menos fez com Better Call Saul (derivada de Breaking Bad, teve o último episódio disponibilizado no dia 17), embora, neste caso, seja porque a série também foi exibida numa emissora de TV e aí seguiram a lógica da grade semanal.
Rafael Beraldo Dourado
28 de agosto de 2022 at 15:10
Pessoal, inspirado na série, animei uma versão da batalha do Morpheus contra o Estrela-da-manhã, num estilo de um joguinho indie chamado Friday Night Funkin´:
https://www.youtube.com/watch?v=Kjq85fRqi1E
Pingback: Diário do Possível #002 – Good Omens – Andreia D'Oliveira
Pingback: Newsletter #002 – Good Omens – Andreia D'Oliveira