Connect with us

Podcasts

QueIssoAssim 260 – Jornal Nacional com superpoderes (The Boys 3ª temporada)

Published

on

Neste episódio do QueIssoAssim, Brunão, Zitos e Plínio tomam V temporário e se juntam ao amigo Nerdmaster para discutir todos os detalhes da mais nova temporada de The Boys, série da Prime Video que veio mais escatológica, violenta e pornográfica do que nunca! Programa recheado de spoilers! Escute por sua conta e risco!

Programa sobre as outras duas temporadas, clique aqui.

Seja um patrão do Refil


Redes Sociais do Refil


Assine o Feed

Nosso e-mail

Podcast Store

Continue Reading
2 Comments

2 Comments

  1. Eduardo Araujo

    3 de agosto de 2022 at 14:07

    Bom dia, boa tarde, noite Refileteiros escatológicos! Como estão? Primeiramente queria dizer que sepre que é citado o nome Soldier Boy eu só lembro da musica Crank that Sound do Soulja Boy (Zitos se puder SOBE A MÚSICA!). Essa temporada de “Os Piá” teve muitas coisas interessantes com pouca ligação a trama central e pequenas referências que passaram batido no programa,como o super hamster homicida ou o filho da Madelyn Stillwell estar justamente no orfanato para supers que cuidou da Vick Newman e na verdade ser um Sup que pode teleportar, por isso escapou ileso da explosão dá do episódio final da primeira temporada, já que o próprio Homelander salva apenas o Billy pra humilhar ele mostrando sua mulher vivinha da silva e com uma cria de Homelander pra criar.
    Sobre a temporada em si, devo dizer que tirando o Frenchie, tudo foi maior e mais intenso. Ao meu ver, os devaneios da Kimiko sobre cantar e musicais devem ter vindo da seguinte forma:
    Produtores de the boys
    – Cara, sabia que a Karen Fukuhara canta muito?
    – Nossa! Precisamos colocar isso na série
    – Mas nos demos um personagem MUDO para ela!
    – Calma! Dá pra encaixar nessa loucura da série.

    Sobre o a possibilidade do Black Noir voltar na quarta temporada, devo dizer que é muito possivel dado o fator de cura dele que quase se assemelha ao da Kimiko. Na primeira temporada esses dois fazem um arranca rabo do qual a Kimiko arranca um naco de carne dele e o Noir rasga a moça de cima abaixo e ambos se curam e saem andando como se fosse só terça feira, sem nem parecer que doeu. Não descarto a possibilidade do Zumbi Noir, pois tem relatos de coisa parecida nos quadrinhos com os zumbis de composto V, mas conhecendo a regeneração do personagem, não me surpreendo dele voltar andando como se nada tivesse acontecido.
    Um fato interessante dessa temporada é a questão da pandemia afetando a produção. Muito das filmagens foi feito durante o surto de Covid o que limitou os núcleos e locações de filmagem. Isso é perceptivel de forma mais escancarada nas cenas relacionadas a Maeve. A atriz Maggie Shaw que a interpreta na série é Irlandesa e fez suas filmagens majoritariamente na Irlanda. Por isso quase nunca vemos uma cena realmente contracenando com seus companheiros mas muitas cenas de “personagem em um take,personagem em outro take” e diversos dublês de corpo. Por isso, isolar Maeve no Bunker e usar ela como apenas um apoio tático aos Boys não foi só questão de roteiro,mas questão de necessidade.
    Por fim desse comentário imenso queria dizer, foi mal estar sumido, vou tentar comentar mais nessa budega, trazer meu modo nerdmaster pro programa e esperar que talvez co siga encontrar vocês na CCXP desse ano em SP. Como sempre um abraço forte e CUIDADO COM O TAFETÁ!!
    PS. Só eu fiquei puto do Supersônico (aka moleque boyband) morrer sem nem mostrar os poderes?
    PS2. Depois da cena da esporrada no Leitinho, ele pode ser chamado de Father’s Milk?

  2. Rafael Beraldo Dourado

    3 de agosto de 2022 at 17:33

    Que episódio. E que série. Mas concordo com o Brunão que ela agride desnecessariamente. Logo no primeiro episódio mostrar uma uretra (por dentro e por fora) não era necessário – ou era, já que a cena é memorável (talvez não da melhor forma possível). Lembro de assistir isso e pensar “não vai sobrar muita coisa pro Herorgasm”. Aliás, fui atrás (opa) de ler essa minissérie (achei traduzida pela internet) e não só não tinha muito como conectar o que propõe lá com a realidade da versão televisiva como, na prática, teríamos vários episódios de muita gente pelada que talvez funcionasse melhor num Sextime do que no Prime Video. A supersuruba estar acontecendo ao fundo (epa, de novo) foi uma tremenda boa jogada dos roteiristas, porque tira ao foco enquanto oferece ali alguma ambientação interessante. Nos quadrinhos é um evento anual num resort isolado onde os heróis estão sob o pretexto dum combate a invasão alienígena ou qualquer blábláblá de quadrinhos e eu sinto um pouco de falta deles brincarem mais com isso na série. Mas a parte “realista” não deixaria, no final das contas.
    Sobre o que o Eduardo comentou, da “creche dos superezinhos” (e eu nunca que iria lembrar o nome do filho da Elisabeth Shue), é um link bem legal com a série animada DIABOLICAL. Talvez a maior ligação da série animada com a live action, desconsiderando o episódio do Capitão Pátria.
    Lembrando que a série é uma antologia, cada episódio é num estilo de animação diferente, as histórias não tem continuidade entre si, e a minha preferida é a primeira, num estilo Looney Tunes. O episódio da creche/orfanato de superserezinhos é produção do estúdio de Rick e Morty (inclusive tem lá a foz do Rick num dos personagens).
    E por falar nesse arrombado, que tremendo trabalho de personagem. Ele é escroto e isso é revelado cedo na série. Mas a gente continua acompanhando também o nó da cabeça dele, o que foi mal resolvido, a carência, a tara esquisita por leite, a cena dos espelhos, o medo real que ele imprime na gente (principalmente quando a gente sabe do que ele é capaz). É um vilão, mas tridimensional. As vezes eu tinha a impressão que se alguém CONVERSASSE com ele poderia ser capaz de fazer ele entender minimamente o que ele de fato representa de risco, de poder, e, bem, quem fazia isso era a namorada do Martin Mcfly e talvez ele não estivesse prestando a devida atenção.
    Já a senadora vice-presidente que explode cabeças, curiosamente ninguém a comparou com uma outra atriz que já foi citada em outro episódio (de Miramar), e que ela lembra bastante. Uma que andou sendo confundida com uma cientista precisando de bolsa em algumas correntes de whatsapps por aí.
    E sobre a trama paralela do francês, da Kimiko e da russa… Espero ver a russa novamente.

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

QueIssoAssim

Reflix 186 – Lanternas destrói Rushville e leva Hal e John ao ponto sem volta

Published

on

Se os primeiros episódios de Lanternas construíram lentamente o mistério de Rushville, o quinto resolve colocar fogo em praticamente tudo.

Literalmente.

No Reflix 186, Brunão e Baconzitos analisam “Lights Out”, episódio em que as alianças desmoronam, Zoe finalmente precisa enfrentar as consequências de seu passado e a disputa entre Hal Jordan e John Stewart deixa definitivamente de ser apenas uma briga entre mentor e aprendiz.

No fim, sobra uma pergunta:

o que significa realmente merecer o anel?

Rushville entra em guerra

Depois de ter sua verdadeira identidade revelada, Zoe deixa de ser apenas o segredo escondido de Rushville e passa a ser o centro de um confronto de proporções muito maiores.

Os alienígenas que a procuram chegam à cidade.

Hal tenta capturá-la.

John está cada vez mais desconfiado das decisões do mentor.

E os moradores de Rushville finalmente precisam lidar com o preço de proteger alguém que passou anos transformando aquele lugar em seu refúgio.

O episódio praticamente funciona como o clímax de toda a primeira metade da temporada, com mais ação e elementos cósmicos do que os capítulos anteriores.

Só que o verdadeiro conflito continua sendo pessoal.

Até onde Hal Jordan vai para continuar sendo um Lanterna Verde?

Talvez nunca tenha ficado tão claro quanto neste episódio que Hal Jordan simplesmente não consegue imaginar sua vida sem o anel.

A possibilidade de ser substituído por John deixou de representar apenas uma ameaça ao seu posto.

Virou uma ameaça à própria identidade.

Hal toma decisões cada vez mais questionáveis para capturar Zoe e provar aos Guardiões que continua sendo indispensável.

E isso coloca John diretamente em seu caminho.

No Reflix 186, Brunão e Baconzitos discutem se Hal está lutando para continuar sendo um herói ou apenas lutando para continuar sendo o Lanterna Verde.

Porque essas duas coisas talvez já não sejam mais a mesma coisa.

Hal Jordan x John Stewart

Era inevitável.

Cinco episódios de ressentimento, competição e desconfiança explodem finalmente em uma luta entre os dois.

Sem vilões.

Sem monstros.

Sem exércitos espaciais.

Apenas Hal e John disputando o anel.

Hal continua insistindo que foi escolhido por ele.

John acredita que Hal já perdeu aquilo que um Lanterna deveria representar.

E o confronto transforma fisicamente uma disputa que estava acontecendo desde o primeiro episódio.

O mais interessante é que a série não entrega exatamente um vencedor.

Porque mesmo quando John finalmente consegue aquilo que perseguiu durante praticamente toda sua vida, a sensação está muito longe de ser uma vitória.

O destino de Zoe

Zoe também chega ao fim de sua jornada em Rushville.

Depois de sobreviver durante anos escondida na Terra, usar sua tecnologia para proteger a cidade e criar uma rede de pessoas dispostas a defendê-la, o último Caçador Cósmico é finalmente encurralado.

E é John Stewart quem encerra a ameaça.

Ele usa Hal como parte de sua estratégia e mata Zoe com um disparo de longa distância, retirando depois seu coração cristalizado como prova de sua verdadeira identidade.

Só que o momento está muito longe de representar uma consagração heroica.

John vence.

Mas paga um preço enorme por isso.

John finalmente recebe o anel… e desiste dele

Essa talvez seja a grande virada de Lanternas até agora.

John Stewart passou praticamente sua vida inteira sendo preparado para aquele momento.

Sua família acreditava nisso.

Os Guardiões esperavam isso.

Ele próprio queria isso.

Então finalmente consegue o anel de Hal.

E sente… nada.

Depois de ver até onde Hal chegou para continuar carregando aquele símbolo, John começa a questionar se realmente quer seguir o mesmo caminho.

Por isso, quando encontra Lianna, ele simplesmente devolve o anel.

John Stewart consegue aquilo que buscava durante toda a temporada.

E decide abrir mão.

É uma escolha que muda completamente o tabuleiro para os três episódios restantes.

Então quem será o próximo Lanterna Verde?

Seja um patrão do Refil


Redes Sociais do Refil


Assine o Feed

Nosso e-mail

Podcast Store

Continue Reading

Burburinho

Entretenimento que não acaba! Acompanhe nossos podcasts, vídeos e notícias.
Copyright © 2016-2026 Portal Refil — Todos os direitos reservados.
FullStack Dev: Andreia D'Oliveira. Design: Henrique 'Foca' Iamarino.
Theme by MVP Themes — WordPress.
Política de Privacidade