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QueIssoAssim 237 – Copia Mas Faz Diferente (Reboot Ou Remake?)
No episódio de hoje do QueIssoAssim, Brunão e Zitos chamam o amigo Plínio Perru do PN para uma conversa franca e definitiva sobre Reboots e Remakes de Hollywood. O que presta? O que foi feito do jeito certo? O que é horroroso? E quais filmes nunca podem passar por reboot ou remake? A gente bate o martelo aqui! Deixe também a sua opinião nos comentários!
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QueIssoAssim 357 – Burnout do Amigão da Vizinhança | Homem-Aranha: Um Novo Dia
O multiverso tirou o dia de folga, mas o Homem-Aranha continua trabalhando em período integral — aparentemente sem salário, férias ou qualquer preocupação com as leis trabalhistas.
No QueIssoAssim 357, Brunão e Baconzitos recebem o amigo Felipe Trindade, do podcast parceiro Passaporte Orlando, para contar tudo sobre Homem-Aranha: Um Novo Dia. E quando dizemos tudo, é tudo mesmo: este episódio tem spoilers do primeiro balanço de teia até a última cena.
O Homem-Aranha está de volta à vizinhança
Depois de viagens espaciais, guerras intergalácticas, feitiços e reuniões de Homens-Aranha vindos de outras realidades, Peter Parker volta para onde sempre funcionou melhor: os prédios e as ruas de Nova Iorque.
Sem depender do multiverso, o filme recupera o clima do herói urbano que atravessa a cidade nas teias, enfrenta criminosos e tenta proteger pessoas comuns. É o Amigão da Vizinhança novamente ligado à própria vizinhança.
Mas ser o Homem-Aranha em tempo integral tem consequências. Peter está cansado, solitário e cada vez mais consumido pela missão. Em outras palavras: o herói ganhou grandes poderes, grandes responsabilidades e um burnout ainda maior.
Hulk e Justiceiro entram na confusão
Como se a vida de Peter Parker já não estivesse complicada, Homem-Aranha: Um Novo Dia também coloca Hulk e Justiceiro no caminho do herói.
De um lado, temos Bruce Banner e toda a delicadeza de um gigante verde capaz de transformar qualquer quarteirão em terreno para reconstrução. Do outro, Frank Castle, cuja interpretação de “combate ao crime” costuma ser um pouco mais definitiva do que a do Homem-Aranha.
E ainda tem uma outra participação especial que a gente não vai falar aqui para não ter spoilers. Mas a vilã do filme é um grande alívio para os fãs da Marvel.
Um novo dia ou os mesmos problemas?
Brunão, Baconzitos e Felipe discutem o retorno do personagem às suas origens, as cenas de ação, os novos conflitos, a presença dos personagens convidados e os caminhos escolhidos para esta nova fase do herói.
O filme consegue devolver ao Homem-Aranha sua identidade mais urbana? Hulk e Justiceiro acrescentam algo à história ou servem apenas como participações especiais? Quem é a vilã do filme? Peter Parker ainda consegue ter uma vida ou já aceitou trabalhar gratuitamente como super-herói até a aposentadoria?
Dê o play no QueIssoAssim 357 – Burnout do Amigão da Vizinhança e descubra as respostas. Só não venha reclamar dos spoilers depois: o aviso foi dado.


Pablo Neves
27 de agosto de 2021 at 23:05
Concordo, Brunão, Duna é chato pra caramba!
Rafael Beraldo Dourado
28 de agosto de 2021 at 12:16
A definição do Baconzitos sobre a diferença de remake e reboot foi bem precisa. Eu gostei. Remake é quando vai “refazer” a mesma história, “reboot” é quando vai “começar de novo”. Parte da confusão da definição é que as vezes uma sequência pode funcionar tanto como remake como reboot. Star Wars episódio VII é as 3 coisas: Uma sequência, que “recomeça” a franquia com personagens novos mas ao mesmo tempo faz um eco ao primeiro episódio produzido. Porém muito dependente dos elementos dos filmes anteriores – está lá o capacete do Darth Vader, o sabre de Luz do Luke (e a busca pelo próprio), a Milenium falcon do Han Solo com o próprio e o Chewbaca aparecendo etc.
Se bem que Star Trek tem o próprio Spock “clássico” como elo entre os dois universos, então isso por si só não é um problema na definição.
Senti falta de vocês falarem da série do 007. Ali sim a gente tem em geral reboots – principalmente quando troca o ator – embora em alguns casos seja, também, remake – como o Cassino Royale, que é sempre, basicamente, a mesma história. Embora o filme com a trilha da Adele tenha um aceno a ideia de que podem ser vários “James Bonds” diferentes mesmo, quando ele passeia lá pelo acervo de traquitanas como o jetpack ou o carro com metralhadora de filmes ainda da época do pai do Indiana Jones.
Outra sequência com cara de remake e que foi uma tentativa de reboot foi o Superman Returns de 2005, que a trama é toda homenageando o filme de 78. Sei que é um filme pouco apreciado no geral, mas tem a trilha do John Williams, então valeu o preço do ingresso (e do box do DVD).
Guilherme Frediani
30 de agosto de 2021 at 17:52
Star Wars Episódio VII é a tentativa de reinventar a roda, mas fazem uma roda quadrada, ou seja, não funciona e não serve pra nada além de atrapalhar.
Rafael Beraldo Dourado
28 de agosto de 2021 at 12:24
O “segredo” do De Volta Para o futuro: Concordo que é muito difícil refazer esse filme – o próprio episódio do Que Isso Assim que brinca com a “atualização” para a nova geração deixa claro como seria difícil atender as demandas de parte do público atual querendo impor sua visão de mundo sobre tudo. Mas se o foco for o conflito de gerações, mais do que o abismo tecnológico ou comportamental de 30 anos (que é bem menor entre hoje e os anos 90, como o Brunão falou, do que foi entre os anos 80 e 50), ainda temos boas oportunidades de abordar histórias com a questão “seríamos amigos dos nossos pais no colégio?”
Aliás, eu acho que uma abordagem diferente possível do conflito pais e filhos com viagem no tempo poderia ser… O contrário. Trazer o pai, jovem e inconsequente dos anos 90, do passado, para o presente. Meio que na pegada do “Família do Futuro”, mas aí brincando com a ideia de que o adolescente dos anos 90 NÃO QUER voltar para a época sem pornografia liberada na internet do celular. Se bem que isso geraria um problema com o NOME do filme…
Uma continuação, longe dos McFlys ou da família Brown, com alguém descobrindo o projeto do Delorean e remontando também seria legal, mas parece que os Caça Fantasmas novo já tá fazendo isso.
Eu gostava da série animada, aliás. Mas talvez seja só uma memória afetiva que deva ficar onde está.