QueIssoAssim
QueIssoAssim 232 – Qualquer Semelhança É Mera Coincidência (Chumbo Grosso)
Pare em nome da lei! É com muita violência e bom humor que chegamos para mais um QueIssoAssim. Dessa vez vamos falar sobre uma comédia britânica dirigida por Edgar Wright e estrelada por Simon Pegg e Nick Frost, parte da trilogia Cornetto. Estamos falando de Chumbo Grosso! Neste episódio, Brunão e Baconzitos chamam os amigos e patrões Flodoaldo Simões e Valdir Fumene para destrinchar um dos filmes mais divertidos já produzidos na terra da rainha.
Seja um patrão do Refil
Redes Sociais do Refil
Assine o Feed
Nosso e-mail
Podcast Store
Podcasts
QueIssoAssim 357 – Burnout do Amigão da Vizinhança | Homem-Aranha: Um Novo Dia
O multiverso tirou o dia de folga, mas o Homem-Aranha continua trabalhando em período integral — aparentemente sem salário, férias ou qualquer preocupação com as leis trabalhistas.
No QueIssoAssim 357, Brunão e Baconzitos recebem o amigo Felipe Trindade, do podcast parceiro Passaporte Orlando, para contar tudo sobre Homem-Aranha: Um Novo Dia. E quando dizemos tudo, é tudo mesmo: este episódio tem spoilers do primeiro balanço de teia até a última cena.
O Homem-Aranha está de volta à vizinhança
Depois de viagens espaciais, guerras intergalácticas, feitiços e reuniões de Homens-Aranha vindos de outras realidades, Peter Parker volta para onde sempre funcionou melhor: os prédios e as ruas de Nova Iorque.
Sem depender do multiverso, o filme recupera o clima do herói urbano que atravessa a cidade nas teias, enfrenta criminosos e tenta proteger pessoas comuns. É o Amigão da Vizinhança novamente ligado à própria vizinhança.
Mas ser o Homem-Aranha em tempo integral tem consequências. Peter está cansado, solitário e cada vez mais consumido pela missão. Em outras palavras: o herói ganhou grandes poderes, grandes responsabilidades e um burnout ainda maior.
Hulk e Justiceiro entram na confusão
Como se a vida de Peter Parker já não estivesse complicada, Homem-Aranha: Um Novo Dia também coloca Hulk e Justiceiro no caminho do herói.
De um lado, temos Bruce Banner e toda a delicadeza de um gigante verde capaz de transformar qualquer quarteirão em terreno para reconstrução. Do outro, Frank Castle, cuja interpretação de “combate ao crime” costuma ser um pouco mais definitiva do que a do Homem-Aranha.
E ainda tem uma outra participação especial que a gente não vai falar aqui para não ter spoilers. Mas a vilã do filme é um grande alívio para os fãs da Marvel.
Um novo dia ou os mesmos problemas?
Brunão, Baconzitos e Felipe discutem o retorno do personagem às suas origens, as cenas de ação, os novos conflitos, a presença dos personagens convidados e os caminhos escolhidos para esta nova fase do herói.
O filme consegue devolver ao Homem-Aranha sua identidade mais urbana? Hulk e Justiceiro acrescentam algo à história ou servem apenas como participações especiais? Quem é a vilã do filme? Peter Parker ainda consegue ter uma vida ou já aceitou trabalhar gratuitamente como super-herói até a aposentadoria?
Dê o play no QueIssoAssim 357 – Burnout do Amigão da Vizinhança e descubra as respostas. Só não venha reclamar dos spoilers depois: o aviso foi dado.


Pablo Neves
18 de junho de 2021 at 13:10
Esse filme (a trilogia, na verdade) é um primoroso exemplo da comédia britânica e do talento desse trio. Cada vez que se assiste de novo se descobre mais atenção aos detalhes e como as cenas são bem amarradas (aliás, o Edgar Wright podia dirigir todos os filmes da Marvel ou DC, pra ficar tudo coerente e bem fechado). Dizem que esse filme é o que melhor representa o trabalho do policial, por causa das partes burocráticas.
P.S.: o número de emergência não é mais 999, agora é 0118 999 881 999 119 725♪… 3! (espero que alguém entenda essa referência, é um outro suprassumo da comédia do império)
Pablo Neves
18 de junho de 2021 at 13:24
Esqueci de mencionar: pelo bem maior!
Rafael Beraldo Dourado
20 de junho de 2021 at 18:43
Uma curiosidade (minha) sobre esse filme (e essa trilogia): O diretor não me parece ser a parte “fundamental” desse trio – os outros filmes do Edgard Wright são muito diferentes, inclusive na construção cômica. Já o outro filme dos dois com o alienígena se aproximam bem do tipo de humor da trilogia (embora seja, mesmo, inferior).
Aliás, ainda sobre o Edgard Wright, tem um vídeo do canal “Every Frame a Painting” que fala justamente dessa preocupação dele com a parte visual da comédia: https://www.youtube.com/watch?v=3FOzD4Sfgag / Tá citado lá o que o Baconzitos falou, sobre a maneira como, neste filme, ele mostra a distância que o protagonista percorre até a cidade no fim do mundo (e a comparação com comédias americanas, que são menos criativas nesse aspecto).
Rafafa (Viúva do Miotti)
25 de junho de 2021 at 20:47
Olá amigos e olá Valdir.
Fiz anotações enquanto ouvia o podcas.
Cheguei em casa, reorganizei as anotações, complementei e na hora de copiar pra colar aqui acabei excluído, como não me lembro direito o que eu escrevi acabei ficando muito puto.
Eu tô muito puto.
Então resolvi externar aqui.
Tô puto.
Adorei o filme.
Tô puto.