QueIssoAssim
QueIssoAssim 231 – O Importante é o Cara Ter (Retroceder Nunca, Render-se Jamais – 1986)
Eita! Agora lascou. Esse só os véio lascado vão lembrar. No episódio de hoje do QueIssoAssim, Brunão e Zitos recebem o amigo Leo Lopes lá do Radiofobia para relembrarem como é ruim o clássico Retroceder Nunca, Render-se Jamais. Em um surto de esquizofrenia, Jason recebe o espírito de Bruce Lee para aprender Kung Fu, enquanto acha que aprendeu Karatê, tudo pra descer a porrada no final no campeão de Kickboxer, Jean-Claude Van Damme, em início de carreira! Venha entender porque não se deve rever um filme 35 anos depois, aprenda que o importante é o cara ter uns amigos descolados e tenha sempre um golpe especial na manga!
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QueIssoAssim 363 – Mudaram o Cinema: a História da Cannon Films
Explosões, ninjas, heróis musculosos, roteiros absurdos e muita criatividade! Nos anos 80, um estúdio resolveu desafiar Hollywood e produzir alguns dos filmes mais insanos, divertidos e inesquecíveis da história do cinema. Estamos falando da lendária Cannon Films, responsável por transformar o cinema de ação e conquistar uma geração inteira de fãs das videolocadoras.
Neste episódio do QueIssoAssim, Brunão e Baconzitos mergulham na história da Cannon Films e na trajetória de Menahem Golan e Yoram Globus, os produtores israelenses que comandaram o estúdio e fizeram de Hollywood um verdadeiro parque de diversões cinematográfico.
Cannon Films: o estúdio que mudou o cinema dos anos 80
Com produções de baixo orçamento, ideias mirabolantes e uma capacidade impressionante de colocar filmes nas telas, a Cannon Films se tornou uma das empresas mais extravagantes da indústria cinematográfica.
De sucessos de ação a fracassos monumentais, Golan e Globus apostaram em praticamente tudo: ninjas, artes marciais, aventuras, super-heróis e astros que se tornaram símbolos do cinema dos anos 80.
Neste episódio, relembramos produções como American Ninja, Enter the Ninja e Desejo de Matar, com o lendário Charles Bronson. Também revisitamos os clássicos de Chuck Norris, incluindo Comando Delta e Braddock, além de aventuras como Allan Quatermain, Mestres do Universo e o controverso Superman IV: Em Busca da Paz.
A ascensão e queda de Golan e Globus
Como dois produtores conseguiram transformar um pequeno estúdio em uma potência do cinema mundial? O que levou a Cannon Films a apostar em tantas produções ao mesmo tempo? E como essa estratégia contribuiu tanto para seus sucessos quanto para seus problemas?
Nossa conversa tem como ponto de partida o documentário Electric Boogaloo: The Wild, Untold Story of Cannon Films, que apresenta os bastidores, as histórias inacreditáveis e os excessos da empresa que deixou sua marca na cultura pop.
Se você cresceu frequentando videolocadoras, alugando filmes de ação em VHS ou simplesmente adora descobrir as histórias mais malucas de Hollywood, este episódio foi feito para você!
Dê o play no QueIssoAssim 363 e descubra como a Cannon Films mudou o cinema — para o bem, para o mal e para a nossa diversão!
Assista o documentário:
Assista os Jurassicast Lives e Refil ao Vivo em que comentamos filmes da Cannon Films
Allan Quatermain e as Minas do Rei Salomão:
Superman IV – Em Busca da Paz
Mestres do Universo
Lambada – A Dança Proibida
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Peter Lange
3 de junho de 2021 at 21:50
Eu sei que o Leo falou que, se a gente tem uma boa lembrança desse filme, não devemos ver novamente. E eu tenho essa boa lembrança dele. Mas também tenho consciência que é a lembrança de um pivete sem critério nenhum. Então, vou DESTRUIR essa lembrança assistindo novamente. Só para criar uma nova lembrança, possivelmente de eu rindo de doer sentado o sofá.
Depois conto o resultado.
rsrsrs
Peter Lange
5 de junho de 2021 at 14:32
Assim. O filme realmente é uma merda. Mas bem menos do que eu achei que seria. O gordão (eterna faixa branca faixa branca) é bem ruinzinho. Mas pior mesmo é o pirucão louro do juiz do final do filme.
Realmente acho que não passa na regra dos 15 anos, mas de forma geral eu gostei de rever esse filme. As lutas estão bem menos mal coreografadas do que eu esperava. As finais então estavam bem legais.
O Leo tava de má vontade no podcast.
Não recomendo pra ninguem, mas me diverti.
Rafael Beraldo Dourado
5 de junho de 2021 at 23:20
O que eu mais lembro desse filme é que, por eu nunca curtir “filmes de luta”, ficar totalmente por fora da conversa de recreio no dia seguinte que esse (ou qualquer um dos outros “filmes de luta” dessa época) passava na Sessão da Tarde ou no Cinema em Casa. O lado bom é que eu também ficava de fora das encenações improvisadas que as vezes a molecada fazia, eventualmente com resultados parecidos com o que gerou o processo no Van Damme.
VALDIR FUMENE JUNIOR
16 de junho de 2021 at 19:18
Leo, obrigado por desenterrar está grande BOSTA. Eu tentei assistir novamente depois de ouvi-los e puta merda.
Dá não.
Mas você deixaram a coisas bem divertidas.
Valeu gente e grande abraço
Diogo Lopes Bastos
17 de junho de 2021 at 14:34
Adorei o programa e por favor quando for possível chame o Leo para trazer esses filmes esquecidos na locadora, eu mesmo já tinha visto a capa desse e achava que o Van Damme era o protagonista e não o vilão. Pelo que escutei ainda bem que nunca o vi na televisão porque ele já nasceu ruim.
No futuro espero que façam um programa sobre o American Ninja que é um clássico da Sessão da Tarde.