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QueIssoAssim 230 – Ruim Pacar*lho Mas É Fod# (Godzilla Vs Kong)

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SIIIIIIIIIIIIIIIIIIM! Estamos de volta com mais um QueIssoAssim de um filme de 2021! Que maravilha! E agora é um filme ruim mas que é maravilhoso pois temos a chance de ver a luta entre dois ícones do cinema: Godzilla Vs Kong! Neste episódio, Brunão, Artur e Baconzitos chamam o amigo especialista em monstros gigantes, Nestablo Ramos, para cair na porrada entre MAMACO E LAGARTIXA GIGANTE! Senta o dedo nesse play aí e vem rir com a gente!

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5 Comments

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  1. Alexandre Rodrigues de Assumção

    19 de maio de 2021 at 16:11

    Portal Refil! O portal dos monstros sagrados do cinema!
    Diretamente do BB da Ilha da Caveira! Kong com K mostra toda sua descontração e carisma e como prêmio, vai visitar sua terra natal (oca) para mostrar aos terraplanistas (cabeça oca), que além da terra ser redonda, ela tem estacionamento com subsolo. Júlio Verne usou isso em “Jornada ao Centro da Terra”. Enquanto isso, Godzilla está muito pistola com os humanos que estão automatizando os monstros gigantes que destroem cidades! Desemprego à vista! Tem castelo de Greyskull na Terra oca! Confesso que eu fiquei esperando a Feiticeira aparecer com sua fantasia de galinha pintadinha. Infelizmente, não rolou. Godzilla dá uma de Galactus e rompe a crosta terrestre, para abrir uma estrada para a terra oca, para tretar com o Kong. Na luta entre os dois, nem o machado de Greyskull do Kong foi capaz de segurar o Godzilla. Nocaute no macaco. Mas, surge o Godzilla de ferro, uma ameaça maior, que só os dois unidos podem vencer. Godzilla de ferro perde, graças à intervenção humana (isso foi meio caído). Qualquer problema de sistema, já sabe, nada de reinicializar o computador, é só mandar birita no teclado. Filme de monstro de verdade é isso: ação, muita briga, efeitos visuais espetaculares. Quanto à história, ninguém é perfeito.
    Finalmente, imaginem uma cena pós crédito: Kong no trono do Castelo de Greyskull, dormindo, sonhando com uma loira gigante. De repente, ele acorda. Olha para a entrada, pega o machado. Caminha até sair do castelo e fica debaixo de uma sombra. NA SUA FRENTE, UM MONOLITO GIGANTE OFUSCA O SOL. Música “Assim falou Zaratrusta”, ele dá um rugido e joga o machado para o alto. Fecha a cena. A plateia delira. Parabéns! Excelente e divertido podcast! Um abraço para vocês!

  2. Pablo Neves

    19 de maio de 2021 at 21:10

    Não é Martha, é MOTHRA!

  3. Rafael Coelho Primo

    24 de maio de 2021 at 21:12

    Olá pessoal, cadê o Miotti? Me desculpem a pergunta que vocês já devem ter respondido há tempos, mas eu não tenho redes sociais e afins, sou bem isolado nessa parte. Eu tinha esperanças que o Calavera volta-se, agora então, não tenho mais. Sou uma viúva do Jurassicast. Kkk

  4. Eduardo Araujo

    31 de maio de 2021 at 13:02

    Bom dia tarde e/ou noite refileteiros lindos do meu coração! Excelente programa que trouxe flashbacks de guerra do Vietnã na minha cabeça sobre o primeiro filme que trouxe essa peia de calango bodybuilder com sagüi bombado. Sim, estou falando do Filme Godzilla de 2014. O único filme da minha vida que eu dormi no meio E NA MESMA SESSÃO DE CINEMA APLAUDÍ DE PÉ! Explico. Na época, em 2014 fui no espaço Itaú de cinema daqui de SP num Shopping da região assistir o filme do lagartão. Teve todo um rebuliço na nossa sala de cinema, pois o ator Ariel Goldenberg que fez o filme “Colegas” estava na sala de cinema conosco pra assistir. Papo vai papo vem no filme com sua duração de duas horas e tanto e sua participação de 12 minutos inteiros de Godzilla em tela, lá pra uma parte em que um monte de paraquedistas estavam caindo dum céu nublado pra sei lá eu o quê, porque drama de humano em filme de monstro importa menos que o nome do meio do capanga do vilão, eu caí no sono e dei uma leve cochiladinha, acordando um pouco mais pra frente quando teve mais ação. Logo chegou a famigerada cena do bafo atômico na goela do morcego monstro e geral levantou, bateu palma e urrou no cinema. Só gostaria de ter tido uma experiência dessas com este novo filme, mas apesar de vacinado(trabalhar na saúde tem suas vantagens) não me atrevo a chegar perto dum cinema como está agora. Sala de cinema cheia não é um agradinho, é uma experiência. E eu quero voltar aos cinemas quando puder ter essa experiência completa e poder dormir ou urrar na sala de cinema como bem entender, hehehe.

    Obs: Ri demais da broxada do Godzilla no filme e concordo com o Artur que teve uma pau-molecência da lagartixa alí!

  5. Peter Lange

    5 de junho de 2021 at 21:50

    Só hoje resolvi ver esse filme merda.
    A história é contada de forma rápida e rasa (mesmo para um filme de monstro).
    Vocês conseguem me explicar para que o povo precisava do Kong para chegar na terra oca? Eles sabiam o local da entrada e tinham o veiculo para ir lá. O irmão do Vampiro de True Blood já tinha ido, mas tinha se fodido ao chegar lá, por causa da inversão gravitacional. BASTAVA O VEICULO.
    Também fiquei com a impressão que os monstros mudavam de tamanho toda hora. Principalmente o Kong. Quando estava no porta-aviões, não era do tamanho de um prédio. Mas em Hong Kong….
    Ai o macacão perde a luta (Daaaaalhe calango). E para ressuscitar ele, dão um choque no coração. Até ai tudo bem. Mas em que parte do filme o vampirão foi treinado para pilotar e usar todos os recursos da nave?
    Já a solução para impedir que o Mechagodzilla é jogar cachaça nos controles? Aceitável. E o que acontece? Desliga SOMENTE O RABO DELE! Tem um computador para cada parte? Eu não queria ser o operador do computador do bilau. Muito humilhante.
    E por falar em Mechagodzilla: De quem foi a ideia de “jênio”, com J mesmo, de fazer um robô gigante em forma de Godzilla. Sei que faz parte da lore clássica dele, mas por favor né?
    Mas ai a luta acaba, o Godizilla olha e o Kong se olham, e …

    Pronto. Só isso mesmo.

    E no final, um Big Brother de macaco. Antes fosse do Cesar.
    Pelo menos me livrei desse peso.
    Era melhor ter ido ver o filme do Pelé.

    Não ouvi ainda ao podcast, logo se algo foi respondido, relevem.

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QueIssoAssim 363 – Mudaram o Cinema: a História da Cannon Films

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Capa do podcast QueIssoAssim 363 sobre a história da Cannon Films e seus filmes clássicos dos anos 80

Explosões, ninjas, heróis musculosos, roteiros absurdos e muita criatividade! Nos anos 80, um estúdio resolveu desafiar Hollywood e produzir alguns dos filmes mais insanos, divertidos e inesquecíveis da história do cinema. Estamos falando da lendária Cannon Films, responsável por transformar o cinema de ação e conquistar uma geração inteira de fãs das videolocadoras.

Neste episódio do QueIssoAssim, Brunão e Baconzitos mergulham na história da Cannon Films e na trajetória de Menahem Golan e Yoram Globus, os produtores israelenses que comandaram o estúdio e fizeram de Hollywood um verdadeiro parque de diversões cinematográfico.

Cannon Films: o estúdio que mudou o cinema dos anos 80

Com produções de baixo orçamento, ideias mirabolantes e uma capacidade impressionante de colocar filmes nas telas, a Cannon Films se tornou uma das empresas mais extravagantes da indústria cinematográfica.

De sucessos de ação a fracassos monumentais, Golan e Globus apostaram em praticamente tudo: ninjas, artes marciais, aventuras, super-heróis e astros que se tornaram símbolos do cinema dos anos 80.

Neste episódio, relembramos produções como American Ninja, Enter the Ninja e Desejo de Matar, com o lendário Charles Bronson. Também revisitamos os clássicos de Chuck Norris, incluindo Comando Delta e Braddock, além de aventuras como Allan Quatermain, Mestres do Universo e o controverso Superman IV: Em Busca da Paz.

A ascensão e queda de Golan e Globus

Como dois produtores conseguiram transformar um pequeno estúdio em uma potência do cinema mundial? O que levou a Cannon Films a apostar em tantas produções ao mesmo tempo? E como essa estratégia contribuiu tanto para seus sucessos quanto para seus problemas?

Nossa conversa tem como ponto de partida o documentário Electric Boogaloo: The Wild, Untold Story of Cannon Films, que apresenta os bastidores, as histórias inacreditáveis e os excessos da empresa que deixou sua marca na cultura pop.

Se você cresceu frequentando videolocadoras, alugando filmes de ação em VHS ou simplesmente adora descobrir as histórias mais malucas de Hollywood, este episódio foi feito para você!

Dê o play no QueIssoAssim 363 e descubra como a Cannon Films mudou o cinema — para o bem, para o mal e para a nossa diversão!

Assista o documentário:

Assista os Jurassicast Lives e Refil ao Vivo em que comentamos filmes da Cannon Films

Allan Quatermain e as Minas do Rei Salomão:

Superman IV – Em Busca da Paz

Mestres do Universo

Lambada – A Dança Proibida

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