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QueIssoAssim 229 – As Regras do Silvio Santos (Jamaica Abaixo de Zero)
No episódio de hoje viajamos até os anos 90 para relembrar uma grande comédia! Jamaica Abaixo de Zero, sobre um grupo de atletas Jamaicanos que, contra tudo e contra todos foram competir nas Olimpíadas de Inverno, em um esporte em que eram, com certeza, os azarões. Mas com dedicação e amor provaram que o importante era competir. Neste QueIssoAssim, Brunão, Artur e Zitos recordam todos os detalhes desse clássico da Sessão da Tarde, contam quem poderia ter sido o elenco de competidores de trenó e debatem as regras mudadas pelo Silvio Santos em cima da hora!
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QueIssoAssim 357 – Burnout do Amigão da Vizinhança | Homem-Aranha: Um Novo Dia
O multiverso tirou o dia de folga, mas o Homem-Aranha continua trabalhando em período integral — aparentemente sem salário, férias ou qualquer preocupação com as leis trabalhistas.
No QueIssoAssim 357, Brunão e Baconzitos recebem o amigo Felipe Trindade, do podcast parceiro Passaporte Orlando, para contar tudo sobre Homem-Aranha: Um Novo Dia. E quando dizemos tudo, é tudo mesmo: este episódio tem spoilers do primeiro balanço de teia até a última cena.
O Homem-Aranha está de volta à vizinhança
Depois de viagens espaciais, guerras intergalácticas, feitiços e reuniões de Homens-Aranha vindos de outras realidades, Peter Parker volta para onde sempre funcionou melhor: os prédios e as ruas de Nova Iorque.
Sem depender do multiverso, o filme recupera o clima do herói urbano que atravessa a cidade nas teias, enfrenta criminosos e tenta proteger pessoas comuns. É o Amigão da Vizinhança novamente ligado à própria vizinhança.
Mas ser o Homem-Aranha em tempo integral tem consequências. Peter está cansado, solitário e cada vez mais consumido pela missão. Em outras palavras: o herói ganhou grandes poderes, grandes responsabilidades e um burnout ainda maior.
Hulk e Justiceiro entram na confusão
Como se a vida de Peter Parker já não estivesse complicada, Homem-Aranha: Um Novo Dia também coloca Hulk e Justiceiro no caminho do herói.
De um lado, temos Bruce Banner e toda a delicadeza de um gigante verde capaz de transformar qualquer quarteirão em terreno para reconstrução. Do outro, Frank Castle, cuja interpretação de “combate ao crime” costuma ser um pouco mais definitiva do que a do Homem-Aranha.
E ainda tem uma outra participação especial que a gente não vai falar aqui para não ter spoilers. Mas a vilã do filme é um grande alívio para os fãs da Marvel.
Um novo dia ou os mesmos problemas?
Brunão, Baconzitos e Felipe discutem o retorno do personagem às suas origens, as cenas de ação, os novos conflitos, a presença dos personagens convidados e os caminhos escolhidos para esta nova fase do herói.
O filme consegue devolver ao Homem-Aranha sua identidade mais urbana? Hulk e Justiceiro acrescentam algo à história ou servem apenas como participações especiais? Quem é a vilã do filme? Peter Parker ainda consegue ter uma vida ou já aceitou trabalhar gratuitamente como super-herói até a aposentadoria?
Dê o play no QueIssoAssim 357 – Burnout do Amigão da Vizinhança e descubra as respostas. Só não venha reclamar dos spoilers depois: o aviso foi dado.


Rafael Beraldo Dourado
6 de maio de 2021 at 13:39
Eu não tenho certeza se tem a cena inteira que vocês citaram das “palmas dramáticas”, mas o filme “Não é mais um besteirol americano” (spoiler: é sim) tem isso do sujeito da multidão puxando as palmas e ninguém indo junto. Esse filme, aliás, é com o Capitão América e a irmã da Supergirl.
Digo Freitas
7 de maio de 2021 at 18:52
Excelente programa! Quando passava eu sempre parava pra ver essa pérola.
E como assim ninguém falou do “UÁIN DUÁIN TRUÁIN”? Eu tinha isso como zoeira fixa com o meu irmão. Que tenha mais programas de coisa velha que a gente é tudo velho mesmo. Abraços Tutu, Zitos e Brunão!
Luiz Borges
21 de maio de 2021 at 11:05
Eu curti muito esse filme. Curti mais ainda o episódio. Boas lembranças, mas o meu comentário é em relação à música dos Extras.
Não sei se vocês sabem, mas ela é a Versão da Versão.
A música O Carpinteiro, tão tocada hoje, gravada em forma de Piseiro por Elias Monkbel Imperador e Nattan, é uma versão da música com o mesmo nome, gravada em 1967 pelo Ronnie Von, que por sua vez é uma versão da música If I Were a Carpenter, que foi originalmente gravada por Tim Hardin nos anos 1960. Essa música teve várias regravações pelo mundo inclusive pelo vocalista do Led Zeppelin, Robert Plant.
No mais é isso.
Forte abraço e muita saúde pra todos aí do Portal Refil!