Reflix
Reflix 80 – The Last of Us S01E01
Brunão e Baconzitos discutem sobre o primeiro episódio de The Last of Us.
The Last of Us é uma série de tv americana dramática e pós apocalíptica, criada por Craig Mazin e Neil Druckmann para a HBO. Baseada no videogame homônimo de 2013 desenvolvido pela Naughty Dog, a série se passa vinte anos após uma infecção por fungos em massa ter virado uma pandemia mundial. O elenco conta com os talentos de Pedro Pascal, Bella Ramsey, Gabriel Luna e Ana Torv.
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Reflix 185 – Lanternas revela o Caçador Cósmico e implode a confiança entre Hal e John
Chegamos à metade da temporada de Lanternas e finalmente algumas cartas começaram a virar.
No Reflix 185, Brunão e Baconzitos mergulham no quarto episódio da série da HBO Max, um capítulo que retoma com força a investigação de Rushville, coloca Hal Jordan e John Stewart efetivamente trabalhando juntos e entrega uma das principais respostas que a temporada vinha guardando desde a estreia.
Quem é o Caçador Cósmico?
A resposta finalmente aparece.
Só que descobrir a identidade da criatura talvez seja o menor dos problemas.
Sinestro entra na cabeça de Hal Jordan
O episódio começa exatamente onde a história havia parado antes do flashback do capítulo anterior: Hal Jordan diante de Sinestro.
E Sinestro não precisa de anel amarelo nenhum para usar sua arma favorita.
O medo.
A conversa entre os dois deixa evidente o quanto o antigo mentor ainda conhece Hal. Sinestro sabe quais perguntas fazer, quais inseguranças explorar e, principalmente, como transformar John Stewart em uma ameaça aos olhos do veterano Lanterna Verde.
Se Hal já estava desconfortável com a possibilidade de John ser seu substituto, ele deixa a conversa ainda mais desconfiado.
E isso contamina todo o restante do episódio.
John também recebe uma proposta perigosa
Enquanto Hal escuta Sinestro, John Stewart recebe seu próprio empurrão.
A Guardiã Lianna revela que Hal violou um juramento ao procurar seu antigo mentor e orienta John a tomar definitivamente o anel na próxima oportunidade.
Ou seja: os dois protagonistas passam o episódio cercados por pessoas tentando convencê-los de que não podem confiar um no outro.
É justamente esse jogo de manipulação que Brunão e Baconzitos destrincham no Reflix 185.
Porque, enquanto Hal e John tentam encontrar o inimigo escondido em Rushville, existe uma batalha muito mais íntima acontecendo entre eles.
Afinal, quem é o Caçador Cósmico?
Depois de semanas de suspeitas, teorias e pistas falsas, Lanternas finalmente entrega a resposta.
Tudo aponta primeiro para William Macon.
Mas a verdade está muito mais perto de John Stewart do que ele gostaria.
Zoe Macon é o Caçador Cósmico.
A personagem interpretada por Poorna Jagannathan revela sua verdadeira natureza e muda completamente a leitura de vários momentos dos episódios anteriores. Até mesmo sua aproximação com John passa a ganhar novos significados.
E o mais interessante é que a série não transforma a revelação imediatamente em uma simples equação de herói contra vilão.
Zoe parece carregar sentimentos, escolhas e conflitos que vão muito além de sua programação original.
Rushville inteira está escondendo alguma coisa?
A descoberta também levanta uma questão ainda maior.
Se Zoe é realmente o Caçador Cósmico que Hal e John procuram, quanto os outros moradores de Rushville sabem sobre isso?
William Macon certamente sabe mais do que dizia.
A própria história de sua recuperação de uma doença terminal parece estar diretamente ligada à tecnologia extraterrestre.
E o comportamento dos moradores começa a sugerir que Zoe talvez não esteja escondida apenas em Rushville.
Talvez ela esteja sendo escondida por Rushville.
A investigação que começou como um mistério envolvendo um ser extraterrestre passa, então, a se transformar em algo muito maior.
Hal e John chegam ao ponto de ruptura
Só que a principal explosão do episódio não envolve o Caçador Cósmico.
Envolve os dois Lanternas.
Hal percebe que John sabia — ou pelo menos suspeitava — que Zoe continuava viva e poderia estar diretamente ligada ao caso.
John escondeu a informação.
E, depois de ter sua insegurança cuidadosamente alimentada por Sinestro, Hal interpreta a mentira como confirmação de que não pode confiar em seu possível sucessor.
O resultado é um dos momentos mais tensos da temporada até agora.
Aquilo que começou como uma relação desconfortável entre mentor e aprendiz se transforma de vez em confronto.
E Lanternas chega à metade da temporada com seus dois protagonistas talvez mais distantes do que nunca.
O melhor episódio até agora?
No Reflix 185, Brunão e Baconzitos discutem se o quarto capítulo finalmente entrega aquilo que a série vinha prometendo desde sua estreia.
Tem investigação.
Tem ficção científica.
Tem construções feitas com os anéis.
Tem Sinestro manipulando Hal.
Tem Guardiões manipulando John.
Tem revelação.
E tem uma vaca atravessando um portal em uma das sequências mais absurdamente Lanterna Verde da temporada.
Mas, por trás de tudo isso, continua existindo a questão que parece realmente mover a série:
Hal Jordan e John Stewart conseguem confiar um no outro?
Porque talvez o maior perigo para os dois não seja o Caçador Cósmico.
Talvez sejam as pessoas dizendo aos dois exatamente aquilo que eles mais têm medo de ouvir.
🎙️ No Reflix 185, Brunão e Baconzitos analisam o episódio 4 de Lanternas, a revelação sobre Zoe, a manipulação de Sinestro, os planos dos Guardiões e a implosão da relação entre Hal e John.
Zoe é realmente a grande ameaça da temporada? Sinestro está manipulando Hal? Os Guardiões estão usando John? E depois desse final ainda existe alguma chance de essa dupla funcionar?
Dê o play e venha discutir com a gente.
⚠️ ATENÇÃO: o Reflix 185 contém spoilers completos do quarto episódio de Lanternas.
💚 Reflix 185 – Lanternas: análise do episódio 4
E conta para a gente:
quem é mais perigoso neste momento: Zoe, Sinestro ou a desconfiança entre Hal e John?
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Guilherme Frediani
30 de janeiro de 2023 at 11:14
E ae gente, 6 tão bão?
The Last of Us foi até hoje o único jogo que comprei em pré-venda. Lembro que lançou numa sexta-feira, fui na hora do almoço buscar a cópia física (outros tempos) numa Saraiva perto do serviço. Cheguei tarde em casa aquele dia, mas coloquei o disco no meu Playstation 3, ele baixou umas atualizações (já tinha isso em 2013) e comecei a jogar. Parei aquela noite mais ou menos uma da madrugada. Sem dúvidas o melhor jogo que eu joguei no PlayStation 3 e, até jogar Control, não tinha jogado nada tão bom quanto.
As mudanças na adaptação para série são perceptíveis e, ao meu modo de ver, trazem escolhas inteligentes, coerentes e/ou pragmáticas.
Sobre a contaminação não ser por esporos, não foi utilizada porque o fungo original se espalha por quilômetros com uma única formiga que o carregue, sendo assim um ser humano poderia espalhar o fungo por uma área ainda maior, inviabilizando um “ar respirável”.
Quanto a começar no ano de 2003, também é uma opção da série. Isso porque nas ruínas das casas no jogo tem TVs grandes de LCD, computadores e monitores mais modernos, condizentes com a ano do lançamento do jogo. Eu vejo de forma interessante essa escolha de produção, como uma forma de mostrar como toda a tecnologia que nos rodeia e também como a sociedade como nós conhecemos é frágil.
Sobre não ficar claro como aconteceu a origem da contaminação. Isso acaba não fazendo diferença, pois o foco está em Joel e Ellie. Pessoas, não o mundo todo. É tentador querer saber mais, porém nós, como pessoas comuns, também não temos acesso ao que afeta nosso dia a dia. O mundo de The Last of Us é uma extrapolação, onde uma uma “estória comum”, com “pessoas comuns” se passa. Isso é o que faz ser uma obra tão poderosa, a capacidade de sermos empáticos com essas personagens.
No mais, é esperar os próximos episódios, e ir acompanhando com vocês, meus queridos.
Grande abraço.
Rafael Beraldo Dourado
3 de fevereiro de 2023 at 07:48
Há um aspecto nesse começo da série que, infelizmente, qualquer informação que já tivéssemos antes comprometeria, até da própria imagem de divulgação. Nós começamos a série acompanhando a filha do Joel. Se não souber nada do que se trata e nem tiver visto qualquer cartaz ou mesmo a própria imagem de ícone do HBO Max, teríamos a surpresa de descobrir que não é ela a protagonista. Já é um choque, mesmo sabendo. Imagine pra quem não faz a menor ideia? Infelizmente, ninguém.
Dizem que o diretor deste primeiro episódio também dirigiu a paródia “Super Heróis O Filme”. Uma escolha acertada já que, se for verdade, no caso do filme citado também era uma reencenação perfeita das referências de outros filmes e, aqui, conforme a internet está se esforçando muito pra nos lembrar, há vários trechos do jogo replicados de maneira idêntica. Pra quem não jogou, tá sendo uma experiência bem legal, embora quase impossível escapar dos spoilers – que eu não me importava quando falavam só do jogo que eu não tinha intenção de jogar, mas agora, da série, estão incomodando um pouco… já sei mais do que eu gostaria.