Reflix
Reflix 41 – Loki Episódio 6
Artur, Brunão e Baconzitos discorrem sobre os acontecimentos do último episódio de Loki, falam sobre o futuro do MCU e muito mais!
Loki é uma série da Marvel distribuída pela Disney+. Dirigida por Kate Herron e escrita por Michael Waldron. Estrelando Tom Hiddleston, Owen Wilson, Gugu Mbata-Raw, Wunmi Mosaku e Erika Coleman
Podcasts
Reflix 185 – Lanternas revela o Caçador Cósmico e implode a confiança entre Hal e John
Chegamos à metade da temporada de Lanternas e finalmente algumas cartas começaram a virar.
No Reflix 185, Brunão e Baconzitos mergulham no quarto episódio da série da HBO Max, um capítulo que retoma com força a investigação de Rushville, coloca Hal Jordan e John Stewart efetivamente trabalhando juntos e entrega uma das principais respostas que a temporada vinha guardando desde a estreia.
Quem é o Caçador Cósmico?
A resposta finalmente aparece.
Só que descobrir a identidade da criatura talvez seja o menor dos problemas.
Sinestro entra na cabeça de Hal Jordan
O episódio começa exatamente onde a história havia parado antes do flashback do capítulo anterior: Hal Jordan diante de Sinestro.
E Sinestro não precisa de anel amarelo nenhum para usar sua arma favorita.
O medo.
A conversa entre os dois deixa evidente o quanto o antigo mentor ainda conhece Hal. Sinestro sabe quais perguntas fazer, quais inseguranças explorar e, principalmente, como transformar John Stewart em uma ameaça aos olhos do veterano Lanterna Verde.
Se Hal já estava desconfortável com a possibilidade de John ser seu substituto, ele deixa a conversa ainda mais desconfiado.
E isso contamina todo o restante do episódio.
John também recebe uma proposta perigosa
Enquanto Hal escuta Sinestro, John Stewart recebe seu próprio empurrão.
A Guardiã Lianna revela que Hal violou um juramento ao procurar seu antigo mentor e orienta John a tomar definitivamente o anel na próxima oportunidade.
Ou seja: os dois protagonistas passam o episódio cercados por pessoas tentando convencê-los de que não podem confiar um no outro.
É justamente esse jogo de manipulação que Brunão e Baconzitos destrincham no Reflix 185.
Porque, enquanto Hal e John tentam encontrar o inimigo escondido em Rushville, existe uma batalha muito mais íntima acontecendo entre eles.
Afinal, quem é o Caçador Cósmico?
Depois de semanas de suspeitas, teorias e pistas falsas, Lanternas finalmente entrega a resposta.
Tudo aponta primeiro para William Macon.
Mas a verdade está muito mais perto de John Stewart do que ele gostaria.
Zoe Macon é o Caçador Cósmico.
A personagem interpretada por Poorna Jagannathan revela sua verdadeira natureza e muda completamente a leitura de vários momentos dos episódios anteriores. Até mesmo sua aproximação com John passa a ganhar novos significados.
E o mais interessante é que a série não transforma a revelação imediatamente em uma simples equação de herói contra vilão.
Zoe parece carregar sentimentos, escolhas e conflitos que vão muito além de sua programação original.
Rushville inteira está escondendo alguma coisa?
A descoberta também levanta uma questão ainda maior.
Se Zoe é realmente o Caçador Cósmico que Hal e John procuram, quanto os outros moradores de Rushville sabem sobre isso?
William Macon certamente sabe mais do que dizia.
A própria história de sua recuperação de uma doença terminal parece estar diretamente ligada à tecnologia extraterrestre.
E o comportamento dos moradores começa a sugerir que Zoe talvez não esteja escondida apenas em Rushville.
Talvez ela esteja sendo escondida por Rushville.
A investigação que começou como um mistério envolvendo um ser extraterrestre passa, então, a se transformar em algo muito maior.
Hal e John chegam ao ponto de ruptura
Só que a principal explosão do episódio não envolve o Caçador Cósmico.
Envolve os dois Lanternas.
Hal percebe que John sabia — ou pelo menos suspeitava — que Zoe continuava viva e poderia estar diretamente ligada ao caso.
John escondeu a informação.
E, depois de ter sua insegurança cuidadosamente alimentada por Sinestro, Hal interpreta a mentira como confirmação de que não pode confiar em seu possível sucessor.
O resultado é um dos momentos mais tensos da temporada até agora.
Aquilo que começou como uma relação desconfortável entre mentor e aprendiz se transforma de vez em confronto.
E Lanternas chega à metade da temporada com seus dois protagonistas talvez mais distantes do que nunca.
O melhor episódio até agora?
No Reflix 185, Brunão e Baconzitos discutem se o quarto capítulo finalmente entrega aquilo que a série vinha prometendo desde sua estreia.
Tem investigação.
Tem ficção científica.
Tem construções feitas com os anéis.
Tem Sinestro manipulando Hal.
Tem Guardiões manipulando John.
Tem revelação.
E tem uma vaca atravessando um portal em uma das sequências mais absurdamente Lanterna Verde da temporada.
Mas, por trás de tudo isso, continua existindo a questão que parece realmente mover a série:
Hal Jordan e John Stewart conseguem confiar um no outro?
Porque talvez o maior perigo para os dois não seja o Caçador Cósmico.
Talvez sejam as pessoas dizendo aos dois exatamente aquilo que eles mais têm medo de ouvir.
🎙️ No Reflix 185, Brunão e Baconzitos analisam o episódio 4 de Lanternas, a revelação sobre Zoe, a manipulação de Sinestro, os planos dos Guardiões e a implosão da relação entre Hal e John.
Zoe é realmente a grande ameaça da temporada? Sinestro está manipulando Hal? Os Guardiões estão usando John? E depois desse final ainda existe alguma chance de essa dupla funcionar?
Dê o play e venha discutir com a gente.
⚠️ ATENÇÃO: o Reflix 185 contém spoilers completos do quarto episódio de Lanternas.
💚 Reflix 185 – Lanternas: análise do episódio 4
E conta para a gente:
quem é mais perigoso neste momento: Zoe, Sinestro ou a desconfiança entre Hal e John?
-
Podcasts3 semanas agoQIA 359 – 10 Anos de Portal Refil
-
CO23 semanas agoCO2 425 – Cantinho do Peido na Escola, Disney Cortando Benefícios e Mel Brooks aos 100 Anos!
-
Reflix2 semanas agoReflix 184 – John Stewart não caiu por acaso no caminho de Hal Jordan
-
Notícias3 semanas agoCom ingressos a partir de R$ 10, Warner Bros. Pictures participa da ‘Semana do Cinema’ estreando ‘Da Magia à Sedução: Feitiço de Amor’


Rafael Beraldo Dourado
21 de julho de 2021 at 10:17
Um comentário sobre o episódio ser anticlimático principalmente por causa da longa cena de diálogo: O problema não é por ser uma longa cena de diálogo. O problema é ser uma cena ruim. Os personagens que estão com sangue nos zóio se sentam pra assistir uma aulinha. E uma aulinha chata. Sim, é melhor que Wandavision mas isso não é um mérito por si só.
E uma coisa importante: “Ah, as informações já estavam lá”. Não pra quem não ficar pausando e pescando cada referência e indo procurar no Grande Dicionário Marvel, né?
Rafael Beraldo Dourado
21 de julho de 2021 at 11:10
Mais um comentário sobre a série como um todo (desculpem se eu já tinha escrito isso por aqui antes): Assim como todas as séries pra streamming que substituiram a grade televisiva de 24 episódios por temporada para uma quantidade menor, de 6, 9 ou 13 episódios (tô botando até as da Netflix na conta), os episódios, sozinhos, padecem de não terem “autossuficiência”. Não estamos assistindo uma série, e sim uma minissérie. E aí fica umas barrigas desnecessárias. Sem muito esforço Loki seria um filme BEM LEGAL de umas duas horas e pouco. Com Gloriosos propósitos, lokis jacarés e talvez até mais do Moebius (senti falta de mais dele na série).
Ah, sim. Num vídeo do Quatro Coisas do Pablo Peixoto no Youtube, ele fala de uma interpretação bem legal do discurso final do Qang: O que ele fazia ali ao eliminar as variantes é impedir qualquer caminho da realidade que pudesse fazer SURGIR ele mesmo e a descoberta do multiverso. O que servia pra explicar porquê o Loki escapar com o cubo cósmico durante a viagem no tempo dos Vingadores era um problema enquanto os Vingadores em si viajar no tempo, não, já que eles supostamente corrigiram quase tudo no final. E essa explicação de ele estar na verdade impedindo a linha do tempo de ele mesmo existir e descobrir o multiverso serviria até do porquê na TVA tinha os 3 lagartos falsos como “donos da história” e não ele mesmo, já que é uma realidade onde ele não existe – e talvez ele ficar lá naquele castelo no fim dos tempos seja justamente alimentando o banco de dados do computador com a varredura do que que não é pra existir – e por isso que, ao morrer, não tem mais o “filtro anti Qang” que era ele, e aí zoa a timeline toda.
Alexandre Rodrigues de Assumção
30 de julho de 2021 at 19:10
Reflix! Séries que ecoam pelo multiverso.
Loki. Achei melhor comentar sobre a série toda e não sobre cada episódio. Eles são bem fragmentados e desde o começo, formou-se um mistério para dar uma explicação no final. Achei uma mistura de “Doctor Who” com “Twilight Zone”. O primeiro por ter um viajante dimensional e uma assistente e o segundo por apresentar uma situação inusitada que só seria totalmente compreendida no final. Esse final meio “reviravolta”, ficou deslocado, pois nada sugeriu que seria o personagem (ou pelo menos alguma elaboração mais consistente para isso) mostrado na conclusão, o responsável por tudo. Quanto ao conceito da história, dá para entender, embora concordo com vocês, seja meio complicada para quem não acompanha o Universo Marvel nos filmes desde o começo e em todas as suas mídias, fora o cinema. Resumindo: abriram-se portas para muitas realidades alternativas dos personagens da Marvel.
Finalmente, o novo vilão mostrado não é tão interessante quanto o Thanos (pelo menos nos quadrinhos). Sua “saga” nos gibis, na minha opinião, foi meio cansativa de acompanhar. Espero que seja mais elaborada no audiovisual. A série não é ruim. Gostei dos personagens, dos Lokis (o Loki mirim, o Loki Jack Kirby e o Lokigator). A conclusão (spoiler) é “Planeta dos Macacos”, ao mostrar uma estátua, cuja imagem remete ao vilão dos quadrinhos. Faltou uma variante Loki “Willian Shatner” para gritar “KAAAAAAANG” no final do episódio. Abraços e até a próxima série.