Reflix
Reflix 36 – Loki Episódio 1
Brunão e Baconzitos caem de cabeça na mais nova série da Marvel na Disney+: Loki. Tá na hora de colocar os chapéus de alumínio e limpar o quadro de cortiça porque as teorias vão começar.
Loki é uma série da Marvel distribuída pela Disney+. Dirigida por Kate Herron e escrita por Michael Waldron. Estrelando Tom Hiddleston, Owen Wilson, Gugu Mbata-Raw, Wunmi Mosaku e Erika Coleman
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Reflix 185 – Lanternas revela o Caçador Cósmico e implode a confiança entre Hal e John
Chegamos à metade da temporada de Lanternas e finalmente algumas cartas começaram a virar.
No Reflix 185, Brunão e Baconzitos mergulham no quarto episódio da série da HBO Max, um capítulo que retoma com força a investigação de Rushville, coloca Hal Jordan e John Stewart efetivamente trabalhando juntos e entrega uma das principais respostas que a temporada vinha guardando desde a estreia.
Quem é o Caçador Cósmico?
A resposta finalmente aparece.
Só que descobrir a identidade da criatura talvez seja o menor dos problemas.
Sinestro entra na cabeça de Hal Jordan
O episódio começa exatamente onde a história havia parado antes do flashback do capítulo anterior: Hal Jordan diante de Sinestro.
E Sinestro não precisa de anel amarelo nenhum para usar sua arma favorita.
O medo.
A conversa entre os dois deixa evidente o quanto o antigo mentor ainda conhece Hal. Sinestro sabe quais perguntas fazer, quais inseguranças explorar e, principalmente, como transformar John Stewart em uma ameaça aos olhos do veterano Lanterna Verde.
Se Hal já estava desconfortável com a possibilidade de John ser seu substituto, ele deixa a conversa ainda mais desconfiado.
E isso contamina todo o restante do episódio.
John também recebe uma proposta perigosa
Enquanto Hal escuta Sinestro, John Stewart recebe seu próprio empurrão.
A Guardiã Lianna revela que Hal violou um juramento ao procurar seu antigo mentor e orienta John a tomar definitivamente o anel na próxima oportunidade.
Ou seja: os dois protagonistas passam o episódio cercados por pessoas tentando convencê-los de que não podem confiar um no outro.
É justamente esse jogo de manipulação que Brunão e Baconzitos destrincham no Reflix 185.
Porque, enquanto Hal e John tentam encontrar o inimigo escondido em Rushville, existe uma batalha muito mais íntima acontecendo entre eles.
Afinal, quem é o Caçador Cósmico?
Depois de semanas de suspeitas, teorias e pistas falsas, Lanternas finalmente entrega a resposta.
Tudo aponta primeiro para William Macon.
Mas a verdade está muito mais perto de John Stewart do que ele gostaria.
Zoe Macon é o Caçador Cósmico.
A personagem interpretada por Poorna Jagannathan revela sua verdadeira natureza e muda completamente a leitura de vários momentos dos episódios anteriores. Até mesmo sua aproximação com John passa a ganhar novos significados.
E o mais interessante é que a série não transforma a revelação imediatamente em uma simples equação de herói contra vilão.
Zoe parece carregar sentimentos, escolhas e conflitos que vão muito além de sua programação original.
Rushville inteira está escondendo alguma coisa?
A descoberta também levanta uma questão ainda maior.
Se Zoe é realmente o Caçador Cósmico que Hal e John procuram, quanto os outros moradores de Rushville sabem sobre isso?
William Macon certamente sabe mais do que dizia.
A própria história de sua recuperação de uma doença terminal parece estar diretamente ligada à tecnologia extraterrestre.
E o comportamento dos moradores começa a sugerir que Zoe talvez não esteja escondida apenas em Rushville.
Talvez ela esteja sendo escondida por Rushville.
A investigação que começou como um mistério envolvendo um ser extraterrestre passa, então, a se transformar em algo muito maior.
Hal e John chegam ao ponto de ruptura
Só que a principal explosão do episódio não envolve o Caçador Cósmico.
Envolve os dois Lanternas.
Hal percebe que John sabia — ou pelo menos suspeitava — que Zoe continuava viva e poderia estar diretamente ligada ao caso.
John escondeu a informação.
E, depois de ter sua insegurança cuidadosamente alimentada por Sinestro, Hal interpreta a mentira como confirmação de que não pode confiar em seu possível sucessor.
O resultado é um dos momentos mais tensos da temporada até agora.
Aquilo que começou como uma relação desconfortável entre mentor e aprendiz se transforma de vez em confronto.
E Lanternas chega à metade da temporada com seus dois protagonistas talvez mais distantes do que nunca.
O melhor episódio até agora?
No Reflix 185, Brunão e Baconzitos discutem se o quarto capítulo finalmente entrega aquilo que a série vinha prometendo desde sua estreia.
Tem investigação.
Tem ficção científica.
Tem construções feitas com os anéis.
Tem Sinestro manipulando Hal.
Tem Guardiões manipulando John.
Tem revelação.
E tem uma vaca atravessando um portal em uma das sequências mais absurdamente Lanterna Verde da temporada.
Mas, por trás de tudo isso, continua existindo a questão que parece realmente mover a série:
Hal Jordan e John Stewart conseguem confiar um no outro?
Porque talvez o maior perigo para os dois não seja o Caçador Cósmico.
Talvez sejam as pessoas dizendo aos dois exatamente aquilo que eles mais têm medo de ouvir.
🎙️ No Reflix 185, Brunão e Baconzitos analisam o episódio 4 de Lanternas, a revelação sobre Zoe, a manipulação de Sinestro, os planos dos Guardiões e a implosão da relação entre Hal e John.
Zoe é realmente a grande ameaça da temporada? Sinestro está manipulando Hal? Os Guardiões estão usando John? E depois desse final ainda existe alguma chance de essa dupla funcionar?
Dê o play e venha discutir com a gente.
⚠️ ATENÇÃO: o Reflix 185 contém spoilers completos do quarto episódio de Lanternas.
💚 Reflix 185 – Lanternas: análise do episódio 4
E conta para a gente:
quem é mais perigoso neste momento: Zoe, Sinestro ou a desconfiança entre Hal e John?
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Alexandre Garcia de Carvalho (NerdMaster)
16 de junho de 2021 at 08:06
A referência é do livro O Restaurante no Fim do Universo da trilogia de quatro livros (que na verdade tem cinco) deO Guia do Mochileiro das Galáxias
Eduardo Araujo
16 de junho de 2021 at 08:23
Eu captei essa referencia e já estou com minha toalha amendoins e cerveja a mão!
Eduardo Araujo
16 de junho de 2021 at 08:51
Bom dia tarde e/ou noite refileteiros! Loki chegou como uma bomba! Só eu tive uma vibe meio doctor Who com a trilha sonora recheada de teremin? Bom vamos ao que notei. Na cena da França do seculo 16 vemos a criança apontar para um vitral mostrando um capetão gigante. Notaram que a língua deste demonio estava para fora e também era azul? Apesar de um chiste ou referência a Mephisto(sinceramente se ele aparecer depois de tanta teoria em Wandavision eu vou ficar puto) creio que se trate do proprio Loki pois as habilidades de shapeshifter dele podem fazer com que pareça com qualquer coisa. O desenho explicativo sobre o que é a AVT escorria Jack Kirby pelos poros e também fazia muitas referencias sutis a desenhos como Rocky e Bullwinkle, a Giny é um Gênio e a Pantera cor de Rosa. Outra coisa importante de saber é que o verdadeiro Loki contado noss contos da mitologia nórdica é filho sim de Laufei mas está é sua MÃE. O pai de Loki é Farbautti,algo que pode sertraduzido como valentão agressivo,que por sua vez é referenciado no game God of War de 2018 onde Atreus que descobrimos depois ser Loki e seu pai Kratos vão em busca do último desejo de sua mãe Fey e jogar suas cinzas do ponto mais alto. Por fim, gostaria de comentar algo pessoal meu. Nos creditos finais das séries Marvel virou um padrão uma pequena montagem animada para ambientar a serie em si. A de Loki se passa na AVT mas teve um momento que me deu pavor. Em um dis micro cortes mostra um relogio com o ponteiro dos segundos em um plano bem fechado e claustrofóbico para em seguida explodirem outros mil ponteiros com ritmos e direções totalmente diferentes do primeiro ponteiro. Algo Lovecraftiano nasceu em mim naquele momento, pois uma concepção de algo tão caótico como o tempo se expandir não unilateralmente para apenas um fim mas como uma onda de uma pedra num laguinho indo para todas as direções simultaneamente me gelou o estômago. O que vocês acham sobre isso?
Rafael Beraldo Dourado
16 de junho de 2021 at 11:18
Eu adorei a teoria do tempo se expandindo pra todos os lados do Eduardo Araújo, contando que eu não fique em alguma versão que esteja indo de trás pra frente (se bem que serviria ao menos pra conseguir ler um mangá).
RAFAEL DA SILVEIRA ANTUNES
16 de junho de 2021 at 12:23
Oi.
Eu acreditava que quem tinha pegado a tia e a sobrinha era o Hulk.
Abraços!!
LUIZ CLAUDIO
16 de junho de 2021 at 21:09
Muito boa a análise do episódio como sempre, tem um ponto que eu notei que me deixou com uma pulga atrás da orelha com o Mobius, ele nota que o Loki pegou o controle da coleira e não faz nada, pra mim ele deve ter algum plano provavelmente junto com a outra variante do Loki, não me surpreenderia se no final revelasse que ele era o maior vilão, eu só espero que aqueles 5 minutos que o Loki teve de reflexão não faça com que ele mude do nada pra versão de Guerra Infinita e ele deixe de ser o FDP que era no primeiro vingadores, quero muito ver essa série com aquela versão, provavelmente tentando dominar o poder da TVA, um forte abraço a todos.
Rafael Beraldo Dourado
18 de junho de 2021 at 17:13
Vindo diretamente de após ter assistido o segundo episódio, mas sem spoiler, dizer que o meu maior incômodo com a série foi bem amenizado. E a culpa deste incômodo nem é da Disney/Marvel, e sim da Netflix, que adaptou “The Umbrella Academy” numa série com até agora duas temporadas mas com a terceira já com data de estreia agendada. Nesta série, derivada de quadrinhos também, há uma “agência de monitoramento de alteração temporal”, também burocrática, também com tecnologia retrô (máquinas de escrever, comunicação por tubos de vácuo) e que deixou LOKI e a TVA (não dá pra citar esse nome sem esperar um técnico para verificar o sinal) com cara de “cópia”, mesmo que na prática seja o contrário.
Mas Loki tem… Bem, o Loki. E o Owen Wilson. E o padrão de humor da Marvel que, gostem ou não, dá uma identidade reconhecível e eleva o nível (ao menos para os que gostam de humor – mesmo quando é só meio bobo – aliás, ser bobo nem de longe é depreciativo por si só, ainda mais quando estamos falando de quadrinhos de super heróis).
Vida longa ao Loki, o rei da TVA!