QueIssoAssim
QueIssoAssim 350 – Projeto Arrmaria (Devoradores de Estrelas)
O espaço nunca foi tão divertido.
No episódio 350 do QueIssoAssim, Brunão e Baconzitos recebem o amigo Nick Ellis para embarcar em uma missão interestelar cheia de ciência, carisma e caos controlado: o aguardado Devoradores de Estrelas (Project Hail Mary).
Baseado no best-seller de Andy Weir, o longa mistura humor, tensão e conceitos científicos fascinantes em uma jornada espacial que conquistou fãs no mundo inteiro. E claro que o trio aproveita para discutir tudo: adaptação, elenco, impacto emocional, cenas favoritas e se esse pode ser um dos grandes filmes de ficção científica dos últimos anos.
Prepare seu traje espacial, ajuste os cálculos e venha ouvir esse papo que está simplesmente maravilhoso.
No episódio:
- Impressões sobre o filme Devoradores de Estrelas
- O que funciona na adaptação de Project Hail Mary
- Humor, emoção e ciência em equilíbrio
- Atuações e direção
- Valeu a espera?
Ouça agora e compartilhe com a tripulação.
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QueIssoAssim 363 – Mudaram o Cinema: a História da Cannon Films
Explosões, ninjas, heróis musculosos, roteiros absurdos e muita criatividade! Nos anos 80, um estúdio resolveu desafiar Hollywood e produzir alguns dos filmes mais insanos, divertidos e inesquecíveis da história do cinema. Estamos falando da lendária Cannon Films, responsável por transformar o cinema de ação e conquistar uma geração inteira de fãs das videolocadoras.
Neste episódio do QueIssoAssim, Brunão e Baconzitos mergulham na história da Cannon Films e na trajetória de Menahem Golan e Yoram Globus, os produtores israelenses que comandaram o estúdio e fizeram de Hollywood um verdadeiro parque de diversões cinematográfico.
Cannon Films: o estúdio que mudou o cinema dos anos 80
Com produções de baixo orçamento, ideias mirabolantes e uma capacidade impressionante de colocar filmes nas telas, a Cannon Films se tornou uma das empresas mais extravagantes da indústria cinematográfica.
De sucessos de ação a fracassos monumentais, Golan e Globus apostaram em praticamente tudo: ninjas, artes marciais, aventuras, super-heróis e astros que se tornaram símbolos do cinema dos anos 80.
Neste episódio, relembramos produções como American Ninja, Enter the Ninja e Desejo de Matar, com o lendário Charles Bronson. Também revisitamos os clássicos de Chuck Norris, incluindo Comando Delta e Braddock, além de aventuras como Allan Quatermain, Mestres do Universo e o controverso Superman IV: Em Busca da Paz.
A ascensão e queda de Golan e Globus
Como dois produtores conseguiram transformar um pequeno estúdio em uma potência do cinema mundial? O que levou a Cannon Films a apostar em tantas produções ao mesmo tempo? E como essa estratégia contribuiu tanto para seus sucessos quanto para seus problemas?
Nossa conversa tem como ponto de partida o documentário Electric Boogaloo: The Wild, Untold Story of Cannon Films, que apresenta os bastidores, as histórias inacreditáveis e os excessos da empresa que deixou sua marca na cultura pop.
Se você cresceu frequentando videolocadoras, alugando filmes de ação em VHS ou simplesmente adora descobrir as histórias mais malucas de Hollywood, este episódio foi feito para você!
Dê o play no QueIssoAssim 363 e descubra como a Cannon Films mudou o cinema — para o bem, para o mal e para a nossa diversão!
Assista o documentário:
Assista os Jurassicast Lives e Refil ao Vivo em que comentamos filmes da Cannon Films
Allan Quatermain e as Minas do Rei Salomão:
Superman IV – Em Busca da Paz
Mestres do Universo
Lambada – A Dança Proibida
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RAFAEL BERALDO DOURADO
29 de abril de 2026 at 13:34
Projeto “É tudo ou nada” seria talvez uma tradução mais precisa do título original, mas “Devoradores de Estrelas” funcionou muito bem. Se chamasse “Vamos salvar o sol” funcionaria também. Eu assisti ao filme depois de ter lido o livro e fiquei na dúvida se daria pra entender o que tava acontecendo já que o livro gasta algum tempo explicando a teoria da relatividade (porque ele não envelheceu os 11 anos da viagem até chegar ao sol que não tá morrendo), o risco do coma induzido (que acabou acometendo os outros tripulantes), o que deu de errado com a Ameba no tanque de combustível dele e que por isso o Rocky tava em apuros no finalzinho.
Pelo ótimo resultado da bilheteria, tudo indica que esse detalhamento não era, mesmo, necessário.
Mas, enquanto adaptação, acho que o Perdido em Marte fez um trabalho ainda mais excelente (nesse quesito em específico). No livro tem um trecho que o protagonista comenta, em tom jocoso, que poderia furar o traje espacial pra usar como propulsão numa caminhada espacial e voar tipo o homem de ferro. E já emenda o quanto isso seria impossível. No filme, é de fato o que ele faz (e funciona direitinho). No Devoradores de Estrelas até achei, pelo trailer, que o final iria pra outro caminho, já que temos uma cena do professor e do Pedroso em Nova York. Mas que bom que não foi, porque tá ali, no filme, tudo o que queríamos ver do livro.
E um parabéns pro personagem da chefe da missão. No livro ela é escrota desde o começo, não tem absolutamente nenhum vínculo emocional entre eles. Inclusive tem trechos bem diretos marcando como é uma personagem que faz o que precisa fazer e de quem não se espera compaixão. Ao autorizar a criação da “floresta de astrófagos” no deserto, ou ao autorizar o derretimento de geleiras pra aumentar o esfeito estufa e assim dar mais tempo de calor pra terra, e a cena dela num tribunal só pra deixar claro que nenhum processo a atinge. Fizeram bem em humanizar mais a personagem, inclusive com um aceno de como ela recebeu o material que ele enviou.
Que filme divertido. E otimista, esperançoso. A vida real não é tão legal (e essa crítica foi feita também ao Perdido em Marte, onde se questionava os bilhões gastos pra resgatar apenas o Matt Damon). Mas é esse mundo, pelo menos na ficção, que a gente gostaria de viver (sem ele estar morrendo, claro).
E cadê bonequinho do Rocky pra vender?