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QueIssoAssim 337 – A novelinha do James Gunn (Pacificador 2ª temporada)

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Brunão, Baconzitos e Carlos Vivacqua conversam sobre a segunda temporada de Pacificador, série da DC Studios criada por James Gunn, no podcast QueIssoAssim do Portal Refil.

Prepare o capacete, porque o Pacificador 2ª temporada chegou com tudo!
No novo episódio do Podcast QueIssoAssim, a galera do Portal Refil se reúne para comentar — com muito humor, sarcasmo e amor pela cultura pop — a nova fase da série Pacificador (Peacemaker), criada por James Gunn para a DC Studios e disponível na HBO Max.

James Gunn mostra mais uma vez que sabe equilibrar ação, drama e insanidade, entregando uma continuação ainda mais ousada, divertida e cheia de momentos emocionantes. E claro: o time do Refil não deixou passar nada — das reviravoltas da trama às conexões com o novo universo cinematográfico da DC.

💥 No papo, Brunão, Baconzitos e o amigo convidado Carlos Vivacqua analisam tudo:

  • O que mudou da 1ª para a 2ª temporada
  • As ligações entre Pacificador e o novo DCU de James Gunn
  • Os personagens que roubaram a cena (e os que mereciam mais destaque)
  • As críticas sociais e o humor ácido que continuam sendo a marca registrada da série
  • O mimimi da internet sobre o último episódio é justificável?

E, claro, eles respondem à grande questão: ainda dá pra salvar a humanidade com heavy metal e uma águia de estimação?

🎧 Ouça agora:
📱 Disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts e em todas as plataformas de áudio!

Para ouvir o episódio sobre a primeira temporada de Pacificador, clique aqui. Outros episódios do QueIssoAssim, acesse nossa página de podcasts e mergulhe no universo da cultura pop com muito bom humor.

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1 Comment

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  1. RAFAEL BERALDO DOURADO

    22 de outubro de 2025 at 16:20

    Acho que minha maior chateação com a segunda temporada do Pacificador é que, enquanto na primeira além de estarmos sendo apresentados para todo essa área “marginal” da agência da Amanda Waller, temos também um final cheio de impacto, de um kaiju que amamenta borboletas a participação da Liga da Justiça, a exposição da Amanda Waller pela filha (que resultou nela deixando o comando da agência) e o gancho de que nosso protagonista está tendo alucinações com o pai morto… Nesta segunda a gente rodou em círculos por 8 episódios, só pra descobrir que o que teve no dia do barco foi uma bitoquinha tímida. Isso sem contar na descaracterização completa do personagem apresetando pra gente lá na série das criaturas – Um Rick Flag Senior que, embora tivesse a tendência de se envolver talvez de maneira não profissional com princesas de nações hostis, não parecia ser um viciado em cocaína amalucado como flashes do último episódio revelaram de forma absurdamente gratuita após ele ceder supostamente contrariado a parceria com o Lex Luthor e agora trocam bilhetinhos não só amistosos mas empolgados tal qual um namoro adolescente.
    Esse plot inteiro inclusive da dimensão prisão é só uma repetição do plot do filme do Superman, só trocaram a original do Luthor por essa mais estável. Por mais que a série seja sobre o amadurecimento do protagonista, o final dele e o “motivo” da sua perseguição era justamente pra isso e fica frustrante, demais, ser algo resolvido tão superficialmente. Dava pra ter um episódio inteiro só de exploração de outras dimensões, que eu estava muito mais interessado em assistir do que a DR entre a Debayo e a ex namorada.
    Até o cara da águia ficou gratuito, apesar da excelente piada do somelier de cocô. O melhor da temporada foi justamente o primeiro episódio. E dava pra esses sete seguintes caberem fácil em umas 2 horas dum filme.

    Em tempo: Eu ficava agoniado na abertura (que eu não pulei nenhuma vez) com a águia subindo na galera, achando que em alguma vez ela podia sujar todo mundo, até lembrar que ela era digital.

    Ah, estou mandando este sem ter terminado ainda de ouvir o episódio, então não sei se comentaram sobre essa curiosidade fora da série:

    Botaram a dancinha onde o Pacificador fazia um movimento que lembra uma suástica lá no Fortnite, sem saber o que ela queria dizer até o episódio em questão revelar e aí terem que correr pra tirar a opção do joguinho.

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QueIssoAssim 357 – Burnout do Amigão da Vizinhança | Homem-Aranha: Um Novo Dia

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Brunão, Baconzitos e Felipe Trindade comentam Homem-Aranha: Um Novo Dia no QueIssoAssim 357

O multiverso tirou o dia de folga, mas o Homem-Aranha continua trabalhando em período integral — aparentemente sem salário, férias ou qualquer preocupação com as leis trabalhistas.

No QueIssoAssim 357, Brunão e Baconzitos recebem o amigo Felipe Trindade, do podcast parceiro Passaporte Orlando, para contar tudo sobre Homem-Aranha: Um Novo Dia. E quando dizemos tudo, é tudo mesmo: este episódio tem spoilers do primeiro balanço de teia até a última cena.

O Homem-Aranha está de volta à vizinhança

Depois de viagens espaciais, guerras intergalácticas, feitiços e reuniões de Homens-Aranha vindos de outras realidades, Peter Parker volta para onde sempre funcionou melhor: os prédios e as ruas de Nova Iorque.

Sem depender do multiverso, o filme recupera o clima do herói urbano que atravessa a cidade nas teias, enfrenta criminosos e tenta proteger pessoas comuns. É o Amigão da Vizinhança novamente ligado à própria vizinhança.

Mas ser o Homem-Aranha em tempo integral tem consequências. Peter está cansado, solitário e cada vez mais consumido pela missão. Em outras palavras: o herói ganhou grandes poderes, grandes responsabilidades e um burnout ainda maior.

Hulk e Justiceiro entram na confusão

Como se a vida de Peter Parker já não estivesse complicada, Homem-Aranha: Um Novo Dia também coloca Hulk e Justiceiro no caminho do herói.

De um lado, temos Bruce Banner e toda a delicadeza de um gigante verde capaz de transformar qualquer quarteirão em terreno para reconstrução. Do outro, Frank Castle, cuja interpretação de “combate ao crime” costuma ser um pouco mais definitiva do que a do Homem-Aranha.

E ainda tem uma outra participação especial que a gente não vai falar aqui para não ter spoilers. Mas a vilã do filme é um grande alívio para os fãs da Marvel.

Um novo dia ou os mesmos problemas?

Brunão, Baconzitos e Felipe discutem o retorno do personagem às suas origens, as cenas de ação, os novos conflitos, a presença dos personagens convidados e os caminhos escolhidos para esta nova fase do herói.

O filme consegue devolver ao Homem-Aranha sua identidade mais urbana? Hulk e Justiceiro acrescentam algo à história ou servem apenas como participações especiais? Quem é a vilã do filme? Peter Parker ainda consegue ter uma vida ou já aceitou trabalhar gratuitamente como super-herói até a aposentadoria?

Dê o play no QueIssoAssim 357 – Burnout do Amigão da Vizinhança e descubra as respostas. Só não venha reclamar dos spoilers depois: o aviso foi dado.

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Burburinho

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