Podcasts
QueIssoAssim 330 – Super-Humano (Superman – 2025)
No episódio de hoje do QueIssoAssim, Brunão, Zitos e Artur se reúnem para debater o filme mais hypado dos últimos meses e que representa o retorno da DC aos cinemas: Superman. Com um novo elenco e uma proposta bem distante do que foi realizado por Zack Snyder, dessa vez James Gunn aposta na fonte original dos quadrinhos e traz um filme luminoso e alto astral.
Com as presenças de David Corenswet no papel de Superman e Clark Kent, Rachel Brosnahan com Lois Lane e Nicholas Hoult no papel de Lex Luthor, o filme traz o icônico personagem para enfrentar uma pressão da mídia e da sociedade sobre as suas verdadeiras intenções em um mundo cínico e desconfiado. Com a ajuda do super-cão Krypto e de membros da Gangue da Justiça como Guy Gardner, Senhor Incrível e Mulher-Gavião, o Superman vai precisar provar a todos que o que mais pesa em suas decisões é a sua humanidade.
Atenção! Programa recheado de spoilers. Ouça por sua conta e risco!
QueIssoAssim
Reflix 186 – Lanternas destrói Rushville e leva Hal e John ao ponto sem volta
Se os primeiros episódios de Lanternas construíram lentamente o mistério de Rushville, o quinto resolve colocar fogo em praticamente tudo.
Literalmente.
No Reflix 186, Brunão e Baconzitos analisam “Lights Out”, episódio em que as alianças desmoronam, Zoe finalmente precisa enfrentar as consequências de seu passado e a disputa entre Hal Jordan e John Stewart deixa definitivamente de ser apenas uma briga entre mentor e aprendiz.
No fim, sobra uma pergunta:
o que significa realmente merecer o anel?
Rushville entra em guerra
Depois de ter sua verdadeira identidade revelada, Zoe deixa de ser apenas o segredo escondido de Rushville e passa a ser o centro de um confronto de proporções muito maiores.
Os alienígenas que a procuram chegam à cidade.
Hal tenta capturá-la.
John está cada vez mais desconfiado das decisões do mentor.
E os moradores de Rushville finalmente precisam lidar com o preço de proteger alguém que passou anos transformando aquele lugar em seu refúgio.
O episódio praticamente funciona como o clímax de toda a primeira metade da temporada, com mais ação e elementos cósmicos do que os capítulos anteriores.
Só que o verdadeiro conflito continua sendo pessoal.
Até onde Hal Jordan vai para continuar sendo um Lanterna Verde?
Talvez nunca tenha ficado tão claro quanto neste episódio que Hal Jordan simplesmente não consegue imaginar sua vida sem o anel.
A possibilidade de ser substituído por John deixou de representar apenas uma ameaça ao seu posto.
Virou uma ameaça à própria identidade.
Hal toma decisões cada vez mais questionáveis para capturar Zoe e provar aos Guardiões que continua sendo indispensável.
E isso coloca John diretamente em seu caminho.
No Reflix 186, Brunão e Baconzitos discutem se Hal está lutando para continuar sendo um herói ou apenas lutando para continuar sendo o Lanterna Verde.
Porque essas duas coisas talvez já não sejam mais a mesma coisa.
Hal Jordan x John Stewart
Era inevitável.
Cinco episódios de ressentimento, competição e desconfiança explodem finalmente em uma luta entre os dois.
Sem vilões.
Sem monstros.
Sem exércitos espaciais.
Apenas Hal e John disputando o anel.
Hal continua insistindo que foi escolhido por ele.
John acredita que Hal já perdeu aquilo que um Lanterna deveria representar.
E o confronto transforma fisicamente uma disputa que estava acontecendo desde o primeiro episódio.
O mais interessante é que a série não entrega exatamente um vencedor.
Porque mesmo quando John finalmente consegue aquilo que perseguiu durante praticamente toda sua vida, a sensação está muito longe de ser uma vitória.
O destino de Zoe
Zoe também chega ao fim de sua jornada em Rushville.
Depois de sobreviver durante anos escondida na Terra, usar sua tecnologia para proteger a cidade e criar uma rede de pessoas dispostas a defendê-la, o último Caçador Cósmico é finalmente encurralado.
E é John Stewart quem encerra a ameaça.
Ele usa Hal como parte de sua estratégia e mata Zoe com um disparo de longa distância, retirando depois seu coração cristalizado como prova de sua verdadeira identidade.
Só que o momento está muito longe de representar uma consagração heroica.
John vence.
Mas paga um preço enorme por isso.
John finalmente recebe o anel… e desiste dele
Essa talvez seja a grande virada de Lanternas até agora.
John Stewart passou praticamente sua vida inteira sendo preparado para aquele momento.
Sua família acreditava nisso.
Os Guardiões esperavam isso.
Ele próprio queria isso.
Então finalmente consegue o anel de Hal.
E sente… nada.
Depois de ver até onde Hal chegou para continuar carregando aquele símbolo, John começa a questionar se realmente quer seguir o mesmo caminho.
Por isso, quando encontra Lianna, ele simplesmente devolve o anel.
John Stewart consegue aquilo que buscava durante toda a temporada.
E decide abrir mão.
É uma escolha que muda completamente o tabuleiro para os três episódios restantes.
Então quem será o próximo Lanterna Verde?
Seja um patrão do Refil
Redes Sociais do Refil
Assine o Feed
Nosso e-mail
Podcast Store
-
Podcasts3 semanas agoQIA 359 – 10 Anos de Portal Refil
-
CO23 semanas agoCO2 425 – Cantinho do Peido na Escola, Disney Cortando Benefícios e Mel Brooks aos 100 Anos!
-
Reflix2 semanas agoReflix 184 – John Stewart não caiu por acaso no caminho de Hal Jordan
-
Notícias3 semanas agoCom ingressos a partir de R$ 10, Warner Bros. Pictures participa da ‘Semana do Cinema’ estreando ‘Da Magia à Sedução: Feitiço de Amor’



Eduardo Araujo
16 de julho de 2025 at 08:11
Bom dia, boa tarde, boa noite ou boa madrugada refileteiros meta humanos. Eduardo Araujo aqui outra vez. Vou dar minha opinião como alguém de 30 e poucos que veio dos 3 aos 12 com gibizinho tio patinhas/turma da Monica e pulou direto pro mangá, só vinfo pros quadrinhos depois dos 20. Esse filme fez o que nenhum outro filme do azulão fez. Eu me importei com o Superman. O nosso querido moço do cabelo branco sabe fazer a gente entrar na historia. O visual de “Filme B ma com orçamento” que o Gunn faz nas obrs dele ajuda muito nisso. Queria comentar que o começo do filme fala de 3000 anos atrás o descobrimento dos meta humanos, provavelmente aludindo ao Adão Negro (favor soktar o audio do Artur gritando “Vai Dwayne“.mp3)em Khandaq ou a propria origem da mulher gavião se optarem pela versão de entidade egípcia antiga, já que o proprio Gunn citou que essa primeira fase desse mundo compartilhado DC será chamada de Deuses e Monstros. Devo dizer que é sempre bom ver que mentes com TDAH pensam parecido, porque não só eu fiz a piada do super Pernalonga na cena do Kaijuu como desde a escalação do Mr. Terrific eu venho chamando de Super Hélio de la Peña. A sensação de abrir um quadrinho aleatorio no meio de uma saga em andamento é real, não dá pra entender tudo de começo até você achar um ponto que pense “ok, me encontrei na história”. Guy Gardner e Mr. Terrific estão como os maiores destaques do eleymco secundário pra mim. O toque de mestre foi colocar o Ricardo Juarez na voz do lanterna verde, o Herói mais Boy Lixo da DC dublado pelo Jhonny Bravo, o molde mestre de todo Boy Licho Chad da atualidade.O pequeno aceno do Gunn ao Luthor especulador imobiliário com a negociação para construir “Lutheria”, a utopia científica do Lex me fez rir alto no cinema. Sou só eu ou o ator desse novo Clark/Superman em alguns enquadramentos parecia o Cavil e em outros lembrava o Superman de Smallville? Pra finalizar, o cachorro usado para dar vida ao Krypto foi ninguem menos que o pet do próprio diretor. É isso, abraço forte em todos vocês, obrigado pelo excelente trabalho, arrastem o Artur e as tangentes dele pra mais episódios esse ano e como sempre, CUIDADO COM O TAFETÁ!
jones alves faria
16 de julho de 2025 at 16:57
Olá pessoal do Refil!
Finalmente tivemos o SUPER de volta, em sua essência!
Apenas complementando o que foi falado no podcast, sobre o Lex, em uma Hq, chamada Lex Lutor – Homem de aço, em que apresenta o ponto de vista do bilionário, mostrando sua inveja e medo e, relação ao super,assim como na hq AllStar Superman, e deu para ver um pouco das ideias dessas historias no personagem durante o filme.
Sobre o Mr. Terrific, este ano está saindo uma hq, em que o roteiro, ao que parece, seria um pitch para uma série do personagem, mas acabou não foi para frente e se tornou um gibi, o que pode dar esperança, ainda mais com o sucesso do filme, da série dele se tornar realidade.
otimo episodio!
abraços
RAFAEL BERALDO DOURADO
17 de julho de 2025 at 13:36
Baconzitos começa o cast falando que vai fazer uma análise aprofundada e eu já pensei “vão nada, cadê a Andreia pra isso?” mas aí falou que é do Mojo do Jimmy Olsen e essa eu já matei de cara: Provavelmente era o personagem que o James Gunn mais se identificava quando criança e ele tentou projetar ali uma fantasia adolescente dele. Tá perdoado, já estivemos todos nesse lugar do nerdinho que sonhava com as mulheres olhando sem ser pra debochar (ainda mais fãs de quadrinhos).
No filme de 2006, lembro de ter ido ver mais de uma vez no cinema e pensar: se a tela tivesse preta mas a música seguisse tocando por duas horas, eu já estaria feliz. O que não gosto naquele filme é justamente uma Lois Lane apática e sem sal. Essa Lois Lane ficou incrível, mesmo (e a atriz já tinha feito um papel nessa pegada debochada na série Ms Mavel). Ainda no filme de 2006, sempre me dói lembrar do fiozinho de universo interligado com o Perry White pedindo pra investigarem o palhaço de Gotham (que o Christopher Nolan vetou que seguisse lá no Batman dele). E ainda correu boatos que iam insistir nisso no filme do Lanterna Verde, o anel ia procurar primeiro aquele Clark Kent antes de chegar no Deadpool.
Esse é o filme perfeito pra ser o “filme conforto”, de assistir o tempo todo, o filme Sessão da Tarde na melhor definição possível: Tá passando, vamos ver. Quer um momento agradável na frente da TV? Bota pra ver. Um desenho animado live action. Aventura bem humorada e cheia de grandes momentos.
Ah, sim, numa hora do episódio o Artur diz “faltou uma cena do Super Homem fazendo algo impossível”. Pô, Artur, ele VOA!
A cena do Kaiju não só tem a homenagem aos Looney Tunes com o Super Homem escapando pelo chão igual ao Pernalonga, mas quando o Kaiju é mostrado ainda pequeno dentro da caixa, com a caixa chacoalhando etc que parece, também, o Tazmania. Agora falta o Patolino.
Sobre Marvel x DC, e pensar que no Homem de Aço o lançamento do filme do Super Homem foi agendado pra fugir do Capitão América, agora temos o Quarteto Fantástico tentando ficar amiguinho do Superman nas divulgações que o Mandaloriano tem feito nas redes sociais pra ver se leva a galera mais desarmada pra ver a primeira família super poderosa.
Por falar na trilha da Lois, sempre serei grato pelo episódio lá do JurassiCast que me apresentou a versão cantada daquela música, que ficou por anos no meu pendrive de Mp3.
Artur Bonifácio
28 de julho de 2025 at 09:32
AHhahahah eu entendi seu ponto. Mas acredito que também entendeu o meu. Minha questão não é falar que algo como voar seja possível.
Mas, dentro desse universo, onde até mesmo o cachorro tem superpoderes, o Superman precisa de algo mais Épico e “impossível” dentro dessa universo onde o impossível para nós, seja algo “normal”. =)
Eduardo Araujo
18 de julho de 2025 at 14:37
PS: retificando porque fui ver o filme novamente. De fato fala 300 anos não 3000, mas a teoria dos meta humanos de Khandak darem o jumpstart no mundo de deuses e monstros continua!
Peixoto
21 de julho de 2025 at 23:26
Assisti ao filme sem expectativas. O filme me surpreendeu em todos os aspectos, me fez crer em um filme da liga nos moldes da série do bruce timm e um ódio do infeliz que decidiu não aceitar a animação do batman do futuro. O filme tem tudo o que um filme de verão pede, diversão, emoção, momentos em que a plateia vivencia junto ao ponto de aplaudir momentos épicos! Acredito que além do roteiro, o elenco sobra. Aceitaria um filme do Lex, uma série do jimmy olsen ou da gangue da justiça (o que confirma a boa qualidade do universo criado).