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QueIssoAssim 311 – Já Diria Nelson… (Lolita – 1962)
No episódio de hoje do QueIssoAssim estamos chafurdando em um tema polêmico! Brunão, Baconzitos e Plínio convidam Andreia do Livros em Cartaz para falarmos sobre o filme Lolita, de Stanley Kubrick, baseado na obra de Vladimir Nabokov.
Neste programa entenda se o Humbert foi lá ou não foi e se mesmo que não tenha ido se ainda é considerado. Compare o livro com o filme e defina o que acontece nesse filme com apenas uma palavra.
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QueIssoAssim 357 – Burnout do Amigão da Vizinhança | Homem-Aranha: Um Novo Dia
O multiverso tirou o dia de folga, mas o Homem-Aranha continua trabalhando em período integral — aparentemente sem salário, férias ou qualquer preocupação com as leis trabalhistas.
No QueIssoAssim 357, Brunão e Baconzitos recebem o amigo Felipe Trindade, do podcast parceiro Passaporte Orlando, para contar tudo sobre Homem-Aranha: Um Novo Dia. E quando dizemos tudo, é tudo mesmo: este episódio tem spoilers do primeiro balanço de teia até a última cena.
O Homem-Aranha está de volta à vizinhança
Depois de viagens espaciais, guerras intergalácticas, feitiços e reuniões de Homens-Aranha vindos de outras realidades, Peter Parker volta para onde sempre funcionou melhor: os prédios e as ruas de Nova Iorque.
Sem depender do multiverso, o filme recupera o clima do herói urbano que atravessa a cidade nas teias, enfrenta criminosos e tenta proteger pessoas comuns. É o Amigão da Vizinhança novamente ligado à própria vizinhança.
Mas ser o Homem-Aranha em tempo integral tem consequências. Peter está cansado, solitário e cada vez mais consumido pela missão. Em outras palavras: o herói ganhou grandes poderes, grandes responsabilidades e um burnout ainda maior.
Hulk e Justiceiro entram na confusão
Como se a vida de Peter Parker já não estivesse complicada, Homem-Aranha: Um Novo Dia também coloca Hulk e Justiceiro no caminho do herói.
De um lado, temos Bruce Banner e toda a delicadeza de um gigante verde capaz de transformar qualquer quarteirão em terreno para reconstrução. Do outro, Frank Castle, cuja interpretação de “combate ao crime” costuma ser um pouco mais definitiva do que a do Homem-Aranha.
E ainda tem uma outra participação especial que a gente não vai falar aqui para não ter spoilers. Mas a vilã do filme é um grande alívio para os fãs da Marvel.
Um novo dia ou os mesmos problemas?
Brunão, Baconzitos e Felipe discutem o retorno do personagem às suas origens, as cenas de ação, os novos conflitos, a presença dos personagens convidados e os caminhos escolhidos para esta nova fase do herói.
O filme consegue devolver ao Homem-Aranha sua identidade mais urbana? Hulk e Justiceiro acrescentam algo à história ou servem apenas como participações especiais? Quem é a vilã do filme? Peter Parker ainda consegue ter uma vida ou já aceitou trabalhar gratuitamente como super-herói até a aposentadoria?
Dê o play no QueIssoAssim 357 – Burnout do Amigão da Vizinhança e descubra as respostas. Só não venha reclamar dos spoilers depois: o aviso foi dado.


Rafael Beraldo Dourado
7 de outubro de 2024 at 07:40
Confesso que assisti só trechos desse filme, pelo Youtube (e nem foi a parte do bambolê, e sim as do Peter Sellers). O que eu conheço da obra é mesmo do filme do Jeremy Irons (que, acho, também não vi inteiro) e da série da Presença de Anita. A despeito do papinho de arrependimento do Kubrick, até acho que ele pode, mesmo, ter proposto um outro enfoque para o filme, ao invés de “se colocar na cabeça dum doente”, expor o que seria um homem aparentemente normal lidando com o conflito interno de se deparar com algo até então impensável – e aos poucos se revelar (ou se descobrir) o que já foi muito bem falado ao longo do episódio que é o que ele é de verdade.
Mas tem um episódio de Two and a Half Man que aborda mais ou menos o mesmo assunto, quando a neta da empregada vai ajudar ela na limpeza da casa, e é interpretada pela Megan Fox, à época fazendo uma personagem com 16 anos. Os pontos cômicos do episódios são justamente os homens adultos tentando fingir que não estão vendo ou desviando os olhares – e a paixonite do garotinho pela presença da menina.
Agora, vejam só como são as coisas… “Ninfeta” é usado amplamente pela indústria de conteúdo adulto e em nenhuma dessas aplicações (felizmente) é a de um corpo infantil.