QueIssoAssim
QueIssoAssim 309 – O Melhor dos Piores (Ed Wood)
No episódio de hoje do QueIssoAssim, Brunão, Baconzitos e o querido Plínio Perrú se juntam para celebrar o aniversário de trinta anos de um dos filmes mais normais de Tim Burton: Ed Wood!
Neste programa descubra porque Edward Wood Jr. é considerado o pior cineasta de todos os tempos, aprenda a fazer um filme B com apenas 60 mil dólares e ignore o que ficou mal-feito, afinal de contas, ninguém vai perceber!
Seja um patrão do Refil
Redes Sociais do Refil
Assine o Feed
Nosso e-mail
Podcast Store
Podcasts
QueIssoAssim 363 – Mudaram o Cinema: a História da Cannon Films
Explosões, ninjas, heróis musculosos, roteiros absurdos e muita criatividade! Nos anos 80, um estúdio resolveu desafiar Hollywood e produzir alguns dos filmes mais insanos, divertidos e inesquecíveis da história do cinema. Estamos falando da lendária Cannon Films, responsável por transformar o cinema de ação e conquistar uma geração inteira de fãs das videolocadoras.
Neste episódio do QueIssoAssim, Brunão e Baconzitos mergulham na história da Cannon Films e na trajetória de Menahem Golan e Yoram Globus, os produtores israelenses que comandaram o estúdio e fizeram de Hollywood um verdadeiro parque de diversões cinematográfico.
Cannon Films: o estúdio que mudou o cinema dos anos 80
Com produções de baixo orçamento, ideias mirabolantes e uma capacidade impressionante de colocar filmes nas telas, a Cannon Films se tornou uma das empresas mais extravagantes da indústria cinematográfica.
De sucessos de ação a fracassos monumentais, Golan e Globus apostaram em praticamente tudo: ninjas, artes marciais, aventuras, super-heróis e astros que se tornaram símbolos do cinema dos anos 80.
Neste episódio, relembramos produções como American Ninja, Enter the Ninja e Desejo de Matar, com o lendário Charles Bronson. Também revisitamos os clássicos de Chuck Norris, incluindo Comando Delta e Braddock, além de aventuras como Allan Quatermain, Mestres do Universo e o controverso Superman IV: Em Busca da Paz.
A ascensão e queda de Golan e Globus
Como dois produtores conseguiram transformar um pequeno estúdio em uma potência do cinema mundial? O que levou a Cannon Films a apostar em tantas produções ao mesmo tempo? E como essa estratégia contribuiu tanto para seus sucessos quanto para seus problemas?
Nossa conversa tem como ponto de partida o documentário Electric Boogaloo: The Wild, Untold Story of Cannon Films, que apresenta os bastidores, as histórias inacreditáveis e os excessos da empresa que deixou sua marca na cultura pop.
Se você cresceu frequentando videolocadoras, alugando filmes de ação em VHS ou simplesmente adora descobrir as histórias mais malucas de Hollywood, este episódio foi feito para você!
Dê o play no QueIssoAssim 363 e descubra como a Cannon Films mudou o cinema — para o bem, para o mal e para a nossa diversão!
Assista o documentário:
Assista os Jurassicast Lives e Refil ao Vivo em que comentamos filmes da Cannon Films
Allan Quatermain e as Minas do Rei Salomão:
Superman IV – Em Busca da Paz
Mestres do Universo
Lambada – A Dança Proibida
Seja um patrão do Refil
Redes Sociais do Refil
Assine o Feed
Nosso e-mail
Podcast Store
-
CO22 semanas agoCO2 432 – Casamentos Clandestinos em Las Vegas, 20 Anos de Pequena Miss Sunshine e Lançamentos da Semana
-
Livros em Cartaz2 semanas agoLivros em Cartaz 106 – Psicopata Vitoriana
-
Notícias3 semanas agoSato Company abre pré venda de Godzilla Minus Zero e divulga novo pôster e balde de pipoca inédito!
-
Notícias3 semanas agoParis Filmes inicia pré-venda de ingressos para “Jogos Vorazes – Amanhecer na Colheita”



Rafael Beraldo Dourado
9 de setembro de 2024 at 14:28
Até pensei em sair aqui em defesa do Adam Sandler (que ele não pediu e, na real, nem precisa) e do cinema de entretenimento em geral. Mas o legal de quando um cineasta autoral e talvez, dos “artísticos”, o mais reconhecido pelo público em geral, faz uma obra como essa, é que permite lançar o olhar para o cinema mais do que os acadêmicos do meio insistem em limitar como “sétima arte” e desconsiderar todo o resto. A paixão em contar histórias pode ser, também, o de alienígenas que despertam zumbis em cenários de papelão diante de interpretações limitadas a uma única tentativa por take. Ed Wood na era atual talvez não tivesse a restrição de grana, já que “uma ideia na mão e uma câmera na cabeça” e, mais importante, uma plataforma pra botar essas invencioncies pro mundo com alguma possibilidade de retorno sem depender de batismo nas águas do patrocinador hoje é possível (sabe-se lá por quanto tempo mais).
Aliás, ouvi falar desse cineasta a primeira vez não por esse filme, mas por um episódio de Seinfeld, que ele tenta, sem sucesso, convencer os amigos a ir numa sessão do Plano 9 do Espaço Sideral. A despeito da qualidade das suas obras, marcou a história do cinema. Mas eu confesso que, até assistir esse episódio, nunca tinha assistido a nada dele. Graças ao Tim Burton, nem é preciso pra apreciar o que ele tinha a dizer.