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QueIssoAssim 309 – O Melhor dos Piores (Ed Wood)
No episódio de hoje do QueIssoAssim, Brunão, Baconzitos e o querido Plínio Perrú se juntam para celebrar o aniversário de trinta anos de um dos filmes mais normais de Tim Burton: Ed Wood!
Neste programa descubra porque Edward Wood Jr. é considerado o pior cineasta de todos os tempos, aprenda a fazer um filme B com apenas 60 mil dólares e ignore o que ficou mal-feito, afinal de contas, ninguém vai perceber!
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QueIssoAssim 357 – Burnout do Amigão da Vizinhança | Homem-Aranha: Um Novo Dia
O multiverso tirou o dia de folga, mas o Homem-Aranha continua trabalhando em período integral — aparentemente sem salário, férias ou qualquer preocupação com as leis trabalhistas.
No QueIssoAssim 357, Brunão e Baconzitos recebem o amigo Felipe Trindade, do podcast parceiro Passaporte Orlando, para contar tudo sobre Homem-Aranha: Um Novo Dia. E quando dizemos tudo, é tudo mesmo: este episódio tem spoilers do primeiro balanço de teia até a última cena.
O Homem-Aranha está de volta à vizinhança
Depois de viagens espaciais, guerras intergalácticas, feitiços e reuniões de Homens-Aranha vindos de outras realidades, Peter Parker volta para onde sempre funcionou melhor: os prédios e as ruas de Nova Iorque.
Sem depender do multiverso, o filme recupera o clima do herói urbano que atravessa a cidade nas teias, enfrenta criminosos e tenta proteger pessoas comuns. É o Amigão da Vizinhança novamente ligado à própria vizinhança.
Mas ser o Homem-Aranha em tempo integral tem consequências. Peter está cansado, solitário e cada vez mais consumido pela missão. Em outras palavras: o herói ganhou grandes poderes, grandes responsabilidades e um burnout ainda maior.
Hulk e Justiceiro entram na confusão
Como se a vida de Peter Parker já não estivesse complicada, Homem-Aranha: Um Novo Dia também coloca Hulk e Justiceiro no caminho do herói.
De um lado, temos Bruce Banner e toda a delicadeza de um gigante verde capaz de transformar qualquer quarteirão em terreno para reconstrução. Do outro, Frank Castle, cuja interpretação de “combate ao crime” costuma ser um pouco mais definitiva do que a do Homem-Aranha.
E ainda tem uma outra participação especial que a gente não vai falar aqui para não ter spoilers. Mas a vilã do filme é um grande alívio para os fãs da Marvel.
Um novo dia ou os mesmos problemas?
Brunão, Baconzitos e Felipe discutem o retorno do personagem às suas origens, as cenas de ação, os novos conflitos, a presença dos personagens convidados e os caminhos escolhidos para esta nova fase do herói.
O filme consegue devolver ao Homem-Aranha sua identidade mais urbana? Hulk e Justiceiro acrescentam algo à história ou servem apenas como participações especiais? Quem é a vilã do filme? Peter Parker ainda consegue ter uma vida ou já aceitou trabalhar gratuitamente como super-herói até a aposentadoria?
Dê o play no QueIssoAssim 357 – Burnout do Amigão da Vizinhança e descubra as respostas. Só não venha reclamar dos spoilers depois: o aviso foi dado.


Rafael Beraldo Dourado
9 de setembro de 2024 at 14:28
Até pensei em sair aqui em defesa do Adam Sandler (que ele não pediu e, na real, nem precisa) e do cinema de entretenimento em geral. Mas o legal de quando um cineasta autoral e talvez, dos “artísticos”, o mais reconhecido pelo público em geral, faz uma obra como essa, é que permite lançar o olhar para o cinema mais do que os acadêmicos do meio insistem em limitar como “sétima arte” e desconsiderar todo o resto. A paixão em contar histórias pode ser, também, o de alienígenas que despertam zumbis em cenários de papelão diante de interpretações limitadas a uma única tentativa por take. Ed Wood na era atual talvez não tivesse a restrição de grana, já que “uma ideia na mão e uma câmera na cabeça” e, mais importante, uma plataforma pra botar essas invencioncies pro mundo com alguma possibilidade de retorno sem depender de batismo nas águas do patrocinador hoje é possível (sabe-se lá por quanto tempo mais).
Aliás, ouvi falar desse cineasta a primeira vez não por esse filme, mas por um episódio de Seinfeld, que ele tenta, sem sucesso, convencer os amigos a ir numa sessão do Plano 9 do Espaço Sideral. A despeito da qualidade das suas obras, marcou a história do cinema. Mas eu confesso que, até assistir esse episódio, nunca tinha assistido a nada dele. Graças ao Tim Burton, nem é preciso pra apreciar o que ele tinha a dizer.