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QueIssoAssim 301 – Futuro do Pretérito (Fallout – A Série)
No episódio de hoje de nosso podcast, Baconzitos acabou de se libertar do Refúgio 24 e, para enfrentar o futuro retro-apocalíptico de Fallout, vai contar com a ajuda do mutante Mike, o replicante Felipe Trindade (lá do Passaporte New Vegas, digo Passaporte Orlando) e do cavaleiro da Irmandade do Aço Paulinho Quinze Kilos. Ah e o Brunão tá ali no meio pra atrapalhar a conversa desses nerds malditos.
Neste QueIssoAssim falamos um monte sobre os jogos de Fallout e um pouco sobre o que achamos da série. Mesmo que você não tenha visto a série, vale dar uma escutada e entender sobre esse divertido universo!
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Reflix 186 – Lanternas destrói Rushville e leva Hal e John ao ponto sem volta
Se os primeiros episódios de Lanternas construíram lentamente o mistério de Rushville, o quinto resolve colocar fogo em praticamente tudo.
Literalmente.
No Reflix 186, Brunão e Baconzitos analisam “Lights Out”, episódio em que as alianças desmoronam, Zoe finalmente precisa enfrentar as consequências de seu passado e a disputa entre Hal Jordan e John Stewart deixa definitivamente de ser apenas uma briga entre mentor e aprendiz.
No fim, sobra uma pergunta:
o que significa realmente merecer o anel?
Rushville entra em guerra
Depois de ter sua verdadeira identidade revelada, Zoe deixa de ser apenas o segredo escondido de Rushville e passa a ser o centro de um confronto de proporções muito maiores.
Os alienígenas que a procuram chegam à cidade.
Hal tenta capturá-la.
John está cada vez mais desconfiado das decisões do mentor.
E os moradores de Rushville finalmente precisam lidar com o preço de proteger alguém que passou anos transformando aquele lugar em seu refúgio.
O episódio praticamente funciona como o clímax de toda a primeira metade da temporada, com mais ação e elementos cósmicos do que os capítulos anteriores.
Só que o verdadeiro conflito continua sendo pessoal.
Até onde Hal Jordan vai para continuar sendo um Lanterna Verde?
Talvez nunca tenha ficado tão claro quanto neste episódio que Hal Jordan simplesmente não consegue imaginar sua vida sem o anel.
A possibilidade de ser substituído por John deixou de representar apenas uma ameaça ao seu posto.
Virou uma ameaça à própria identidade.
Hal toma decisões cada vez mais questionáveis para capturar Zoe e provar aos Guardiões que continua sendo indispensável.
E isso coloca John diretamente em seu caminho.
No Reflix 186, Brunão e Baconzitos discutem se Hal está lutando para continuar sendo um herói ou apenas lutando para continuar sendo o Lanterna Verde.
Porque essas duas coisas talvez já não sejam mais a mesma coisa.
Hal Jordan x John Stewart
Era inevitável.
Cinco episódios de ressentimento, competição e desconfiança explodem finalmente em uma luta entre os dois.
Sem vilões.
Sem monstros.
Sem exércitos espaciais.
Apenas Hal e John disputando o anel.
Hal continua insistindo que foi escolhido por ele.
John acredita que Hal já perdeu aquilo que um Lanterna deveria representar.
E o confronto transforma fisicamente uma disputa que estava acontecendo desde o primeiro episódio.
O mais interessante é que a série não entrega exatamente um vencedor.
Porque mesmo quando John finalmente consegue aquilo que perseguiu durante praticamente toda sua vida, a sensação está muito longe de ser uma vitória.
O destino de Zoe
Zoe também chega ao fim de sua jornada em Rushville.
Depois de sobreviver durante anos escondida na Terra, usar sua tecnologia para proteger a cidade e criar uma rede de pessoas dispostas a defendê-la, o último Caçador Cósmico é finalmente encurralado.
E é John Stewart quem encerra a ameaça.
Ele usa Hal como parte de sua estratégia e mata Zoe com um disparo de longa distância, retirando depois seu coração cristalizado como prova de sua verdadeira identidade.
Só que o momento está muito longe de representar uma consagração heroica.
John vence.
Mas paga um preço enorme por isso.
John finalmente recebe o anel… e desiste dele
Essa talvez seja a grande virada de Lanternas até agora.
John Stewart passou praticamente sua vida inteira sendo preparado para aquele momento.
Sua família acreditava nisso.
Os Guardiões esperavam isso.
Ele próprio queria isso.
Então finalmente consegue o anel de Hal.
E sente… nada.
Depois de ver até onde Hal chegou para continuar carregando aquele símbolo, John começa a questionar se realmente quer seguir o mesmo caminho.
Por isso, quando encontra Lianna, ele simplesmente devolve o anel.
John Stewart consegue aquilo que buscava durante toda a temporada.
E decide abrir mão.
É uma escolha que muda completamente o tabuleiro para os três episódios restantes.
Então quem será o próximo Lanterna Verde?
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Rafael Beraldo Dourado
2 de maio de 2024 at 10:59
Falhout? A internet mostrou gente reclamando, mas confesso que não entendi muito bem do quê. Tudo que eu sabia a respeito do jogo foi porque, há alguns anos, me passaram de referência pra um trabalho de animação alguns vídeos do mascotinho que mostra o dedo. E não me pareceu fazer falta nada do jogo pra acompanhar a série.
Que ficou muito mais legal, pra mim, quando eu comecei associar esse mundo maluco com a mesma “pegada” das animações com o bonequinho, que é de um absurdo estilo looney tunes (tem dois curtas como extras da série lá no Prime Video). Afinal tem gente que vive pra sempre, que regenera de qualquer dano, tem armadura de Homem de Ferro, tem gente ingênua sendo passada pra trás por personagens que surgem do nada…
Mas eu admito que não tinha entendido que momento a história começa. Talvez alguma legenda me escapou, mas, pra mim, era mesmo anos 50. Tanto que eu deduzi que a ameaça comunista seria a dos Russos, mesmo. Por falar em anos 50 e na trilha, tem uma “piada” do composição de cena que eu confesso que me cansou, que é uma cena violentíssima com uma trilha “alegre”. Acontece no primeiro episódio durante o ataque dos invasores e depois, novamente, no último. Talvez pra quem esteja mais imerso na cultura musical americana dos anos 50 o contexto soe mais divertido do que pra mim.
Aliás, o primeiro episódio não me fisgou logo de cara, não. E um dos motivos é tudo envolvendo a irmandade do Aço. Concordo com o Brunnão que o protagonista desse núcleo é ruim DEMAIS. Não dá pra entender qual emoção ele tá expressando. Será que ele botou a gilete lá na bota do amigo esquisito? Tentou sugerir uma ingenuidade mas ficou só parecendo abobalhado, mesmo. O oposto da protagonista, que, aliás, EXPLODE em carisma. Mas ela tem aqueles olhos gigantes, praticamente um Anime humano, e é meio que trapaça já que a expressividade fica muito maior nela (podia fazer aquele Alita anjo de combate com ela, sem CGI).
Já o morto vivo… Não lembra um pouco o Deadpool sem a máscara?
Outro incômodo: O pai da protagonista não conhecia a cientista líder “dos rebeldes” – e que também viveu mais de 200 anos?
Ah, um trecho que me fez rir, muito, foi a sutileza das ações do “procriador” após a noite de núpcias, que despertam a desconfiança dela, como, por exemplo, ele limpando o pau na cortina. Taí um choque civilizatório muito bem apontado!