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QueIssoAssim 252 – A Culpa é da Marvada (Os Imperdoáveis)
Para celebrar o aniversário de 30 anos de Os Imperdoáveis, Brunão, Baconzitos e Plínio se reúnem para debater o porque desse filme ser tão representativo sobre a figura do cowboy norte-americano. Neste episódio aprenda que sacar mais rápido nem sempre é a melhor forma de vencer um tiroteio, pare de beber por causa de uma ppk, volte a beber para poder se vingar e saiba que ninguém é o que realmente é.
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QueIssoAssim 357 – Burnout do Amigão da Vizinhança | Homem-Aranha: Um Novo Dia
O multiverso tirou o dia de folga, mas o Homem-Aranha continua trabalhando em período integral — aparentemente sem salário, férias ou qualquer preocupação com as leis trabalhistas.
No QueIssoAssim 357, Brunão e Baconzitos recebem o amigo Felipe Trindade, do podcast parceiro Passaporte Orlando, para contar tudo sobre Homem-Aranha: Um Novo Dia. E quando dizemos tudo, é tudo mesmo: este episódio tem spoilers do primeiro balanço de teia até a última cena.
O Homem-Aranha está de volta à vizinhança
Depois de viagens espaciais, guerras intergalácticas, feitiços e reuniões de Homens-Aranha vindos de outras realidades, Peter Parker volta para onde sempre funcionou melhor: os prédios e as ruas de Nova Iorque.
Sem depender do multiverso, o filme recupera o clima do herói urbano que atravessa a cidade nas teias, enfrenta criminosos e tenta proteger pessoas comuns. É o Amigão da Vizinhança novamente ligado à própria vizinhança.
Mas ser o Homem-Aranha em tempo integral tem consequências. Peter está cansado, solitário e cada vez mais consumido pela missão. Em outras palavras: o herói ganhou grandes poderes, grandes responsabilidades e um burnout ainda maior.
Hulk e Justiceiro entram na confusão
Como se a vida de Peter Parker já não estivesse complicada, Homem-Aranha: Um Novo Dia também coloca Hulk e Justiceiro no caminho do herói.
De um lado, temos Bruce Banner e toda a delicadeza de um gigante verde capaz de transformar qualquer quarteirão em terreno para reconstrução. Do outro, Frank Castle, cuja interpretação de “combate ao crime” costuma ser um pouco mais definitiva do que a do Homem-Aranha.
E ainda tem uma outra participação especial que a gente não vai falar aqui para não ter spoilers. Mas a vilã do filme é um grande alívio para os fãs da Marvel.
Um novo dia ou os mesmos problemas?
Brunão, Baconzitos e Felipe discutem o retorno do personagem às suas origens, as cenas de ação, os novos conflitos, a presença dos personagens convidados e os caminhos escolhidos para esta nova fase do herói.
O filme consegue devolver ao Homem-Aranha sua identidade mais urbana? Hulk e Justiceiro acrescentam algo à história ou servem apenas como participações especiais? Quem é a vilã do filme? Peter Parker ainda consegue ter uma vida ou já aceitou trabalhar gratuitamente como super-herói até a aposentadoria?
Dê o play no QueIssoAssim 357 – Burnout do Amigão da Vizinhança e descubra as respostas. Só não venha reclamar dos spoilers depois: o aviso foi dado.


Guilherme Frediani
15 de abril de 2022 at 21:15
E ae gente, 6 tão bão?
Como são bons os QueissoAssim de clássicos como esse. Os véio pira…
Outro filme que está em 2022 marcando 30 anos de lançamento é “O Último dos Moicanos“. Não é um Western, mas na minha opinião vale um podcast; não apenas pelo fato de que não se fazem mais filmes assim hoje em dia, mas sim pelo que ele é: Um Épico!
Grande Abraço!
Diogo Lopes Bastos
16 de abril de 2022 at 12:31
Programa muito bom e esse é um filme que ainda preciso assistir, mas só ouvindo vocês falando dele consigo ver muitas semelhanças em relação a HQ Old Man Logan do Mark Millar, com um Logan velho criando porcos para sustentar a família e precisa fazer um trabalho com o Clint Barton para pagar a dívida, durante todo o trajeto se recusando a matar pelo que fez no passado.
Espero que rolem mais programas celebrando grandes clássicos do cinema.
Rafael Beraldo Dourado
18 de abril de 2022 at 21:51
E pensar que eu nem lembro em que condições esse filme foi parar em casa, ainda na época das locadoras, ainda na época do VHS, inclusive. Não sou fã do gênero (meus westerns favoritos são De Volta para o Futuro 3 e Maverick). Mas lembro de ver e gostar desse, talvez por conta dessa “repaginada” atualizada no ritmo e linguagem cinematográfica dos anos 90 (porque os que passavam eventualmente na TV que eram dos anos 60 pra trás tinham “cara” de velho – talvez a cara que esse filme tenha pra geração atual).
E pensar que o Clint Eastwood já era velho há 30 anos…
Agora, convenhamos, imagina o tanto de quenga com a cara navalhada não tinha pela região por onde o piroquinha passava, hein?
Eduardo Ritalino
21 de abril de 2022 at 14:30
Fala galera do Refil, apesar de gostar muito dos filmes do Clint Eastwood como Menina de Ouro, Gran Torino e outros eu nunca havia parado para assistir esse sempre estava na minha lista e eu adiava pra ver, resolvi fazer-lo pra ouvir o podcast e que grata surpresa esse filme é, eu fui com a expectativa alta e mesmo assim ele conseguiu me surpreender e arrisco dizer que se tornou o meu filme de velho oeste favorito pois como o próprio brunão disse esse filme carrega tudo que um bom filme de velho oeste tem e sem precisar apelar pra aquela palhaçada do indio ser vilanizado. Um ponto interessante do filme é que ele é desconstrói a figura do heroi cowboy americano e o personagem do escritor está ali para tirar um sarro e mostrar quem nem sempre os livros com as historias dos cowboys são mostrados de um unico ponto de vista e muitas vezes de maneira distorcida por aquele que a contou. É muito interessante o jeito o Clint trata a morte nesse filme com os protagonistas, quando eles cometem algum ato de assassinato ele foca muito mais e mostras as consequências daquele ato pros personagens que fazer um bang bang padrão. O Personagem do Ned atira em um dos procurado e depois diz que não consegue mais fazer aquilo, o Kid após matar o segundo procurado fica transtornado e o Bill passa o filme inteiro remoendo as mortes que ele causou durante sua vida de cowboy, filme excelente.
Só pra finalizar queria dizer que isso de assistir um filme que não conheço pra ouvir um episodio já fiz muitas vezes inclusive desde época do Jurassicast e graças a isso conheci muitos filmes excelentes queria agradecer por isso e continuem com o otimo trabalho.
PS: Venom é bom sim!