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QueIssoAssim 227 – Aleluia… (Liga da Justiça de Zack Snyder)
SAIU! SAIU! ALELUIA! Depois de cinco anos o filme que era pra ter sido lançado em 2017 nos cinemas finalmente está disponível para que o vejamos em toda a sua glória de formato 4:3. Não, péra. Em toda a sua glória de quatro horas. Haja paciência. Enfim, nesse episódio, Brunão, Zitos e Artur recebem os amigos Bruno Passos (do canal Passos Nerds) e George Araújo (do Pipoca com Dendê) para discutirem tudo o que funciona e não funciona no filme de Zack Snyder. Esse filme é realmente melhor? A visão de Snyder está completa? O que foi exagerado? Quais são os pontos fortes e fracos do filme? Clica logo aí no play e vem descobrir o que agente achou!
E ouça neste link o que falamos da primeira versão do filme lá em 2017. A gente tava empolgado demais, brother, como é que pode… O que se reunir ao vivo no estúdio não faz com a gente… Saudades de uma aglomeração…
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QueIssoAssim
Reflix 186 – Lanternas destrói Rushville e leva Hal e John ao ponto sem volta
Se os primeiros episódios de Lanternas construíram lentamente o mistério de Rushville, o quinto resolve colocar fogo em praticamente tudo.
Literalmente.
No Reflix 186, Brunão e Baconzitos analisam “Lights Out”, episódio em que as alianças desmoronam, Zoe finalmente precisa enfrentar as consequências de seu passado e a disputa entre Hal Jordan e John Stewart deixa definitivamente de ser apenas uma briga entre mentor e aprendiz.
No fim, sobra uma pergunta:
o que significa realmente merecer o anel?
Rushville entra em guerra
Depois de ter sua verdadeira identidade revelada, Zoe deixa de ser apenas o segredo escondido de Rushville e passa a ser o centro de um confronto de proporções muito maiores.
Os alienígenas que a procuram chegam à cidade.
Hal tenta capturá-la.
John está cada vez mais desconfiado das decisões do mentor.
E os moradores de Rushville finalmente precisam lidar com o preço de proteger alguém que passou anos transformando aquele lugar em seu refúgio.
O episódio praticamente funciona como o clímax de toda a primeira metade da temporada, com mais ação e elementos cósmicos do que os capítulos anteriores.
Só que o verdadeiro conflito continua sendo pessoal.
Até onde Hal Jordan vai para continuar sendo um Lanterna Verde?
Talvez nunca tenha ficado tão claro quanto neste episódio que Hal Jordan simplesmente não consegue imaginar sua vida sem o anel.
A possibilidade de ser substituído por John deixou de representar apenas uma ameaça ao seu posto.
Virou uma ameaça à própria identidade.
Hal toma decisões cada vez mais questionáveis para capturar Zoe e provar aos Guardiões que continua sendo indispensável.
E isso coloca John diretamente em seu caminho.
No Reflix 186, Brunão e Baconzitos discutem se Hal está lutando para continuar sendo um herói ou apenas lutando para continuar sendo o Lanterna Verde.
Porque essas duas coisas talvez já não sejam mais a mesma coisa.
Hal Jordan x John Stewart
Era inevitável.
Cinco episódios de ressentimento, competição e desconfiança explodem finalmente em uma luta entre os dois.
Sem vilões.
Sem monstros.
Sem exércitos espaciais.
Apenas Hal e John disputando o anel.
Hal continua insistindo que foi escolhido por ele.
John acredita que Hal já perdeu aquilo que um Lanterna deveria representar.
E o confronto transforma fisicamente uma disputa que estava acontecendo desde o primeiro episódio.
O mais interessante é que a série não entrega exatamente um vencedor.
Porque mesmo quando John finalmente consegue aquilo que perseguiu durante praticamente toda sua vida, a sensação está muito longe de ser uma vitória.
O destino de Zoe
Zoe também chega ao fim de sua jornada em Rushville.
Depois de sobreviver durante anos escondida na Terra, usar sua tecnologia para proteger a cidade e criar uma rede de pessoas dispostas a defendê-la, o último Caçador Cósmico é finalmente encurralado.
E é John Stewart quem encerra a ameaça.
Ele usa Hal como parte de sua estratégia e mata Zoe com um disparo de longa distância, retirando depois seu coração cristalizado como prova de sua verdadeira identidade.
Só que o momento está muito longe de representar uma consagração heroica.
John vence.
Mas paga um preço enorme por isso.
John finalmente recebe o anel… e desiste dele
Essa talvez seja a grande virada de Lanternas até agora.
John Stewart passou praticamente sua vida inteira sendo preparado para aquele momento.
Sua família acreditava nisso.
Os Guardiões esperavam isso.
Ele próprio queria isso.
Então finalmente consegue o anel de Hal.
E sente… nada.
Depois de ver até onde Hal chegou para continuar carregando aquele símbolo, John começa a questionar se realmente quer seguir o mesmo caminho.
Por isso, quando encontra Lianna, ele simplesmente devolve o anel.
John Stewart consegue aquilo que buscava durante toda a temporada.
E decide abrir mão.
É uma escolha que muda completamente o tabuleiro para os três episódios restantes.
Então quem será o próximo Lanterna Verde?
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Rafael Beraldo Dourado
7 de abril de 2021 at 08:20
Tem um truque que qualquer profissional de edição/produção audiovisual que tenha trabalhado durante a transição do formato 4:3 pra 16:9 (na TV) sabe: O “safe area” tem retângulos internos de referência. Pode ter até algum prejuízo no recorte, mas você CALCULA esse prejuízo e deixa nas áreas de corte informações não essenciais.
Tanto que a versão do filme de 2017, que também tem cenas filmadas pelo Snyder, ESTÁ EM WIDESCREEN. E eu acho que me incomoda ainda mais quem diz que não se incomoda com o formato quadrado do que o próprio incômodo do formato quadrado. Imagina pagar CINQUENTA TALQUEIS pra ficar com tarja preta na TV. Tarja preta precisa é dar pra esse gênio visionário aí.
E não existe história contada em 3 horas que não caiba em 2. Tudo que é filme tem sobra (até animação) que você tira quando tá sobrando, como 10 minutos do personagem cavalgando na neve.
P.S.: Nem precisava de um filme pro Ciborgue ou um pro Flash. A história do Flash é contada em 30 segundos na abertura da série, podia resolver fácil isso no cinema também. E cá entre nós, filme de super herói “sombrio” é muita vontade de forçar a barra pra dar peso e seriedade pra uma história de um alienígena querendo dominar o mundo.
Luiz Claudio Reis
7 de abril de 2021 at 19:40
Olá pessoal, ótimo cast como sempre, Brunão está em estado de graça, com críticas precisas só faltou comentarem da cena que pra mim representa esse filme, quando eles vão salvar o refém temos (se possível ler na voz do Brunão pistola) a LIGA DA JUSTIÇA SUBINDO UMA ESCADA EM FILA INDIANA, e pra coroar depois temos o flash como coach motivacional da galera que está subindo a escada.
Mas tenho que defender algo que foi criticado por vocês, as escadas em Atlants se justificam pois na antiguidade ela era uma cidade normal, só depois que foi inundada.
O arco do ciborgue realmente melhorou muito, mas o início quando ele fica puto pelo pai não ter ido ao jogo, me lembrou daqueles filmes da sessão da tarde, que um pai faz isso com uma criança, vira um cachorro e fica melhor amigo dela.
Eu fiquei muito admirado quando vocês falaram que é o Ben Afleck na cena final com o Caçador de Marte, podia jurar que era um outro ator com um CGI cagado no rosto.
Agora aqui vai uma idéia pra Warner que ouvi em outro podcast, que eu acho que melhoraria bastante esse filme: Está toda a liga do Snider reunida na Sala da Justiça, quando de repente passa um onda de antimatéria e tudo some, ai corta a cena e aparece o Monitor mostrando para a verdadeira Liga e fala “é isso que vai acontecer com a sua terra se não determos o Antimonitor”, e começa a crise nas infinitas terras.
Um forte abraço a todos e parabéns pelo ótimo trabalho.
Paulo Campos
8 de abril de 2021 at 07:26
Aí Baconzitos, imagina se a Disney tem colhões de fazer o filme do Esquadrão Supremo e fica o filme da Liga perfeito. Imagina a cara do Brunão e do Miotti… Iam ficar igual o urso do Pica-Pau… Bwa-Ha-Ha-Ha-Ha!!!!
GIF do Urso do Pica-Pau
https://2.bp.blogspot.com/-tUBGcR2e_ik/Wf8KXehbMCI/AAAAAAAACDU/e40WFfSDIi897zo6pC2A4Bjk9K6HahxZwCLcBGAs/s400/urosdopicapau.gif
Paulo Campos
8 de abril de 2021 at 07:33
Ah, e Brunão, fica calmo.
O Snyderverso não é a Terra-1, é a Terra-3, origem do Sindicato do Crime.
Alexandre Rodrigues de Assumção
10 de abril de 2021 at 19:06
Portal Refil! Queissoassim? É um reboot? É uma continuação? É qualquer coisa? Nãããão. É o Zé Snyder Cut!
Cut do quê? Da mesma forma que o Brunão, eu não gosto das obras do “cineata visionário” em questão. Essa versão é melhor que a colcha de retalhos de 2017, mas não quer dizer que ela seja o melhor filme de heróis do universo, da história, não! Não e não. Sobre a visão dos heróis que a DC apresenta como “deuses”, o Zé Snyder comete algumas excentricidades” do tipo: Aquaman de buteco, Mulher Maravilha cangaceira, Batman rei do gatilho, Superman descolorido, Flash slow slow motion e Cyborg bugiganga (ele rematerializa um gravador, que poder que é esse? Entropia reversa, igual do TENET?). Do outro lado, estão os os vilões, que eu achei melhor: o Lobo farejador cromado da Estepe de playstation (saudades das criaturas do Ray Harryhausen), os pára-mariposa, e o Dark-Darkseide. Queria ver ele usar o mau olhado que vira a esquina mais vezes. Algumas cenas que poderiam ser mercantes se perdem na câmera lenta infinita, com uma trilha sonora brega e duvidosa. Se o Zé Snyder se sai bem dirigindo cenas de ação, falha no conjunto da obra. Quem critica o final de Superman do Richard Donner, o Flash faz absolutamente a mesma coisa aqui, para resolver tudo. Aliás, virou uma solução de roteiro nas hqs e nas séries de animação da DC: rolou algum problema mais grave, põe o Flash para correr.
Finalmente, parabéns pelo podcast, que ao contrário do filme, passou rápido. Excelentes colocações e argumentos bem fundamentados, diferentes de outros que se ouve pela internet, que se resumem ao ódio total ou a veneração cega de fã. Vocês conseguiram apontar os pontos positivos e negativos e fazer uma análise bem interessante da obra autoral do Snyder, sem cair na crítica total ou na defesa irracional . É isso aí. Abraços.