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QueIssoAssim 202 – A Felicidade era o Coito… (Um Tira no Jardim de Infância)
No QueIssoAssim de hoje, Brunão, Zitos, Artur e Miotti se juntam para comentar um dos maiores clássicos da Sessão Da Tarde: Um Tira no Jardim de Infância! Porque esse filme foi cancelado pela internet recentemente? O que ele tem de mal? Ou simplesmente é mais um daqueles casos em que o pessoal quer só pegar mais um pra vítima da vez? Venha com a gente descobrir porque esse ainda é um filme muito divertido!
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QueIssoAssim 357 – Burnout do Amigão da Vizinhança | Homem-Aranha: Um Novo Dia
O multiverso tirou o dia de folga, mas o Homem-Aranha continua trabalhando em período integral — aparentemente sem salário, férias ou qualquer preocupação com as leis trabalhistas.
No QueIssoAssim 357, Brunão e Baconzitos recebem o amigo Felipe Trindade, do podcast parceiro Passaporte Orlando, para contar tudo sobre Homem-Aranha: Um Novo Dia. E quando dizemos tudo, é tudo mesmo: este episódio tem spoilers do primeiro balanço de teia até a última cena.
O Homem-Aranha está de volta à vizinhança
Depois de viagens espaciais, guerras intergalácticas, feitiços e reuniões de Homens-Aranha vindos de outras realidades, Peter Parker volta para onde sempre funcionou melhor: os prédios e as ruas de Nova Iorque.
Sem depender do multiverso, o filme recupera o clima do herói urbano que atravessa a cidade nas teias, enfrenta criminosos e tenta proteger pessoas comuns. É o Amigão da Vizinhança novamente ligado à própria vizinhança.
Mas ser o Homem-Aranha em tempo integral tem consequências. Peter está cansado, solitário e cada vez mais consumido pela missão. Em outras palavras: o herói ganhou grandes poderes, grandes responsabilidades e um burnout ainda maior.
Hulk e Justiceiro entram na confusão
Como se a vida de Peter Parker já não estivesse complicada, Homem-Aranha: Um Novo Dia também coloca Hulk e Justiceiro no caminho do herói.
De um lado, temos Bruce Banner e toda a delicadeza de um gigante verde capaz de transformar qualquer quarteirão em terreno para reconstrução. Do outro, Frank Castle, cuja interpretação de “combate ao crime” costuma ser um pouco mais definitiva do que a do Homem-Aranha.
E ainda tem uma outra participação especial que a gente não vai falar aqui para não ter spoilers. Mas a vilã do filme é um grande alívio para os fãs da Marvel.
Um novo dia ou os mesmos problemas?
Brunão, Baconzitos e Felipe discutem o retorno do personagem às suas origens, as cenas de ação, os novos conflitos, a presença dos personagens convidados e os caminhos escolhidos para esta nova fase do herói.
O filme consegue devolver ao Homem-Aranha sua identidade mais urbana? Hulk e Justiceiro acrescentam algo à história ou servem apenas como participações especiais? Quem é a vilã do filme? Peter Parker ainda consegue ter uma vida ou já aceitou trabalhar gratuitamente como super-herói até a aposentadoria?
Dê o play no QueIssoAssim 357 – Burnout do Amigão da Vizinhança e descubra as respostas. Só não venha reclamar dos spoilers depois: o aviso foi dado.


RAFAEL BERALDO DOURADO
21 de agosto de 2020 at 13:58
Um dos desafios em meio a essa pandemia de cancelamento (que já estava matando o cinema muito antes do vírus do morcego) é tentar entender os argumentos de quem quer apagar com o que “não gosta”.
As aspas são necessárias porque os argumentos de quem não quer esse material circulando livremente não passam pelo gosto pessoal (embora fique muito parecendo que é, nesse caso, o desgosto pessoal mesmo dos militantes). Defende-se que, ao se propor histórias que tratam de assuntos ou temas que entendem que sejam sensíveis, precisam fazer envolvendo todas as preocupações reais do mundo atual. E, se não o fazem, estariam reforçando os comportamentos negativos e “passando a mensagem errada”.
É o tipo de loucura que faz perseguirem desenho animado como a Patrulha Canina porque um dos filhotes é um cão-policial (e no desenho – ou ao menos na dublagem – nem chamam ele de policial, ele se diz espião – e tem até episódio que ele se faz de James Bond).
E é o tipo de jogo de intimidação que todo mundo pode jogar. Super Drags foi perseguido por religiosos pelo risco de desvirtuar as criancinhas mesmo tendo um teaser só pra falar que não era desenho pra criança. Anime toda hora tem manifestação contra – que o diga as crianças de famílias religiosas tendo que lidar com o Mister Satan sendo exaltado em Dragon Ball.
Dá pra estender até pra causas que parecem justas, como pedir por mais diversidade na dublagem e voz original… Mas no final das contas temos o fim do Apu dos Simpsons (e demais personagens com identificação étnica que não era a mesma dos dubladores).
Se ampliar essa discussão, entra a restrição de publicidade infantil, a proibição de propaganda de cigarro, as campanhas anti-pornografia…
Todo mundo supostamente bem intencionado mas o resultado é a pura e simples censura mesmo. Pra quem produz conteúdo, é como aqueles filmes de espionagem tentando escapar do corredor cheio de raio lazer… E sem prêmio no final.
Mas a gente continua fazendo. Sabe-se lá por quê.
Diogo Lopes Bastos
23 de agosto de 2020 at 17:16
Ótimo programa e esse com certeza é um dos melhores filmes que o Arnold Schwarzenegger já fez, a interação dele com as crianças é excelente, nota-se também o desespero dele inicial de não saber como lidar com as crianças, depois das dicas da parceira que foi professora o faz se soltar e conhecer um outro lado seu. O namorado desastrado da parceira dele aparece em poucos momentos, mas eles são bem divertidos.
Espero que futuramente façam um programa sobre Junior porque esse filme é bizarro demais.