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QueIssoAssim 199 – E Eles Lutam… (Star Wars Ep 3 – A Vingança dos Sith)
No nosso episódio 199, resolvemos detonar e exaltar a montanha-russa de emoções que é Star Wars Episódio III – A Vingança dos Sith. Nesse episódio, Brunão, Miotti e Zitos convidam o amigo Nerdmaster para relembrar os momentos bons e ruins desse filme que é o único que se salva na trilogia “prequel”.
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QueIssoAssim 357 – Burnout do Amigão da Vizinhança | Homem-Aranha: Um Novo Dia
O multiverso tirou o dia de folga, mas o Homem-Aranha continua trabalhando em período integral — aparentemente sem salário, férias ou qualquer preocupação com as leis trabalhistas.
No QueIssoAssim 357, Brunão e Baconzitos recebem o amigo Felipe Trindade, do podcast parceiro Passaporte Orlando, para contar tudo sobre Homem-Aranha: Um Novo Dia. E quando dizemos tudo, é tudo mesmo: este episódio tem spoilers do primeiro balanço de teia até a última cena.
O Homem-Aranha está de volta à vizinhança
Depois de viagens espaciais, guerras intergalácticas, feitiços e reuniões de Homens-Aranha vindos de outras realidades, Peter Parker volta para onde sempre funcionou melhor: os prédios e as ruas de Nova Iorque.
Sem depender do multiverso, o filme recupera o clima do herói urbano que atravessa a cidade nas teias, enfrenta criminosos e tenta proteger pessoas comuns. É o Amigão da Vizinhança novamente ligado à própria vizinhança.
Mas ser o Homem-Aranha em tempo integral tem consequências. Peter está cansado, solitário e cada vez mais consumido pela missão. Em outras palavras: o herói ganhou grandes poderes, grandes responsabilidades e um burnout ainda maior.
Hulk e Justiceiro entram na confusão
Como se a vida de Peter Parker já não estivesse complicada, Homem-Aranha: Um Novo Dia também coloca Hulk e Justiceiro no caminho do herói.
De um lado, temos Bruce Banner e toda a delicadeza de um gigante verde capaz de transformar qualquer quarteirão em terreno para reconstrução. Do outro, Frank Castle, cuja interpretação de “combate ao crime” costuma ser um pouco mais definitiva do que a do Homem-Aranha.
E ainda tem uma outra participação especial que a gente não vai falar aqui para não ter spoilers. Mas a vilã do filme é um grande alívio para os fãs da Marvel.
Um novo dia ou os mesmos problemas?
Brunão, Baconzitos e Felipe discutem o retorno do personagem às suas origens, as cenas de ação, os novos conflitos, a presença dos personagens convidados e os caminhos escolhidos para esta nova fase do herói.
O filme consegue devolver ao Homem-Aranha sua identidade mais urbana? Hulk e Justiceiro acrescentam algo à história ou servem apenas como participações especiais? Quem é a vilã do filme? Peter Parker ainda consegue ter uma vida ou já aceitou trabalhar gratuitamente como super-herói até a aposentadoria?
Dê o play no QueIssoAssim 357 – Burnout do Amigão da Vizinhança e descubra as respostas. Só não venha reclamar dos spoilers depois: o aviso foi dado.


Marcelo
29 de julho de 2020 at 10:24
Gostei demais. Concordo totalmente com o Brunão sobre o ep 3 ter sido o primeiro. A participação do carismático Nerd Master foi a cereja do bolo.
Pablo Neves
29 de julho de 2020 at 12:44
John Williams is the man! (mas não teria intercurso com ele)
Iago C.
30 de julho de 2020 at 23:28
Não precisam responder se for algo muito sensível, mas as questões pessoais que vocês mencionaram no episódio tem alguma coisa a ver com o calavera?
Alexandre Rodrigues de Assumção
6 de agosto de 2020 at 13:27
Portal Refil! Ouvido até numa galáxia muito distante…
E eles lutam… e o George Lucas dirige!
Pois é, parabéns pelo 199º episódio do Queissoassim (haja fôlego, Monjardim!) e aguardando pelo próximo, claro! Star Wars! A segunda-primeira trilogia, dirigida pelo seu criador e… deu no que deu! Concordo com o Brunão, que o melhor ator dessa trilogia é Ian Macgregor e eu torci muito para que no Doutor Sono, ele sacasse o sabre de luz e desse cabo dos vampiros de energia do lado negro de Stephen King, mas isso é outra história. Realmente, essa trilogia é ruim demais, o diretor-roteirista-produtor ficou perdido em cronologia, personagens, narração da história e por aí vai. Que dizer do episódio III? Em sua história, ele tem mais baixos do que altos. Realmente, ele melhora um pouco no final, quando o Anakin vira Darth Christensen, conseguindo acrescentar um pouco de dramaticidade e interesse para uma trama que vinha se desenvolvendo morna, sem qualquer emoção, quando há o confronto dele com o Obi-Wan.
Finalmente, apesar de todas as mancadas possíveis de se cometer em uma história, se comparado com o episodio nove, que foi uma colcha de retalhos mal costurada, feita sob pressão da casa do rato, esse terceiro capítulo ainda guarda suas virtudes.
Diogo Lopes Bastos
9 de agosto de 2020 at 14:55
Boa tarde pessoal e esse foi um ótimo programa e adorei a participação do Nerdmaster, sempre considerei o Episódio III o melhor da trilogia prequel justamente por abordar pontos importantes dos medos e raiva que o Anakin tem guardado dentro dele. Ela também mostra que tudo que o Luke falou no Episódio VIII sobre os Jedis está certo sobre sua arrogância e acreditarem estarem acima de todos.
As cenas de ação são bem feitas, principalmente o duelo final entre Anakin e Obi Wan que tem o drama e a trilha do John Willians para tornar o momento épico, mas a história dele é muito rasa e nas atuações só o Ewan McGregor foi bem e parece ter entendido como é o seu personagem.
Quem acompanhou a animação The Clone Wars conseguiu ver como foi a guerra, outros lados da história, retorno do Darth Maul até mesmo o desenvolvimento do Anakin como Jedi e Mestre da Ahsoka Tano. Mas as pessoas que viram apenas os filmes acabaram perdendo muita informação.
A muito tempo falam em fazer uma nova trilogia prequel, mas depois do que rolou na nova, especialmente a cagada que foi o Episódio IX não vão querer mexer tão cedo na história do Darth Vader. Parabéns pelo programa e continuem com esse trabalho sensacional.
Eduardo Ritalino
10 de agosto de 2020 at 15:51
Curti demais o episodio, dei muita risada. Uma coisa que vocês não comentaram nesse podcast é que a dublagem dessa trilogia prequel foi tão boa que enganou muita gente, muitas pessoas que viram essa trilogia apenas dublada na época achavam que o Hayden Christensen era um excelente ator, quando na realidade no áudio original ele tinha uma atuação com emoção de uma porta, excelente trabalho feito pelo Peterson Adriano, não só ele como outros dubladores como Pádua Moreira, Flávia Saddy e outros dubladores, esse filme legendado é nota 5,5 ele dublado consegue ser nota 7 só pro causa do trabalho dos dubladores.
Outra coisa que eu queria comentar é: O Brunão disse que na cabeça dele essa trilogia prequel era melhor, mas calma Brunão se você acha que foi grande sua decepção re-assistindo a trilogia prequel quando tu re-assistir o episodio 9 daqui uns anos sua decepção seria muito maior. Aliás o episodio 9 consegue ser pior que o 1 vocês não se deram conta ainda pois a “A Memoria afetiva tira do homem a razão”.