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QueIssoAssim 193 – O Puro Suco dos EUA (A Máfia dos Tigres)
Graur! Vai Tigrão! No QueIssoAssim de hoje, um tema diferente do usual. Neste episódio, Brunão convida o patrão Valdir Fumene e o amigo Bruno Passos do Passos Nerds para conversar sobre a bizarrice que é a série documental do Netflix: A Máfia dos Tigres. Nesta série acompanhamos o dia-a-dia de donos de zoológicos privados dos Estados Unidos que vivem uma guerra particular em busca de sobrevivência. Não precisa ter visto a série para poder entender o episódio. Só sentar e escutar o nível da bizarrice que é isso aí.
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QueIssoAssim 357 – Burnout do Amigão da Vizinhança | Homem-Aranha: Um Novo Dia
O multiverso tirou o dia de folga, mas o Homem-Aranha continua trabalhando em período integral — aparentemente sem salário, férias ou qualquer preocupação com as leis trabalhistas.
No QueIssoAssim 357, Brunão e Baconzitos recebem o amigo Felipe Trindade, do podcast parceiro Passaporte Orlando, para contar tudo sobre Homem-Aranha: Um Novo Dia. E quando dizemos tudo, é tudo mesmo: este episódio tem spoilers do primeiro balanço de teia até a última cena.
O Homem-Aranha está de volta à vizinhança
Depois de viagens espaciais, guerras intergalácticas, feitiços e reuniões de Homens-Aranha vindos de outras realidades, Peter Parker volta para onde sempre funcionou melhor: os prédios e as ruas de Nova Iorque.
Sem depender do multiverso, o filme recupera o clima do herói urbano que atravessa a cidade nas teias, enfrenta criminosos e tenta proteger pessoas comuns. É o Amigão da Vizinhança novamente ligado à própria vizinhança.
Mas ser o Homem-Aranha em tempo integral tem consequências. Peter está cansado, solitário e cada vez mais consumido pela missão. Em outras palavras: o herói ganhou grandes poderes, grandes responsabilidades e um burnout ainda maior.
Hulk e Justiceiro entram na confusão
Como se a vida de Peter Parker já não estivesse complicada, Homem-Aranha: Um Novo Dia também coloca Hulk e Justiceiro no caminho do herói.
De um lado, temos Bruce Banner e toda a delicadeza de um gigante verde capaz de transformar qualquer quarteirão em terreno para reconstrução. Do outro, Frank Castle, cuja interpretação de “combate ao crime” costuma ser um pouco mais definitiva do que a do Homem-Aranha.
E ainda tem uma outra participação especial que a gente não vai falar aqui para não ter spoilers. Mas a vilã do filme é um grande alívio para os fãs da Marvel.
Um novo dia ou os mesmos problemas?
Brunão, Baconzitos e Felipe discutem o retorno do personagem às suas origens, as cenas de ação, os novos conflitos, a presença dos personagens convidados e os caminhos escolhidos para esta nova fase do herói.
O filme consegue devolver ao Homem-Aranha sua identidade mais urbana? Hulk e Justiceiro acrescentam algo à história ou servem apenas como participações especiais? Quem é a vilã do filme? Peter Parker ainda consegue ter uma vida ou já aceitou trabalhar gratuitamente como super-herói até a aposentadoria?
Dê o play no QueIssoAssim 357 – Burnout do Amigão da Vizinhança e descubra as respostas. Só não venha reclamar dos spoilers depois: o aviso foi dado.


Alexandre Rodrigues de Assumção
18 de junho de 2020 at 13:39
Na quarentena as pessoas estão procurando por filmes, séries e tudo que vier. Sobram os documentários. Alguém viu este documentário e contou para o outro, que contou para alguém e assim por diante, até que chegou a um de nós.
Sempre houve algum tipo de costume incomum a ser explorado e exibido como curiosidade. Aqui temos um exemplo de algo assim. Não dá pra definir o personagem bizarro “Joe Exotic”. É um cretino viciado em drogas que teve a infelicidade de formar um zoológico com grandes mamíferos (tigres, leões, ursos). Os demais “personagens” compõe uma galeria igualmente inacreditável. Este documentário ressignificou o “redneck”. Confesso que é possível considerar até que ponto o ser humano pode involuir. A suposta “liberdade” estadunidense proporciona um desfile inacreditável de freaks, que competem entre si, para ganhar o troféu de quem é o mais repulsivo, tanto de burrice como de ego.
O ponto interessante deste documentário foi poupar do público o quanto estes indivíduos (e tenho muita imaginação para isso) submeteram os animais a maus tratos. Tanto da suposta defensora dos animais quanto das aberrações que ela diz combater.
Finalmente, agradeço a este documentário por colocar uma parte da humanidade que eu imaginava que existia, mas através dele, confirmei com tristeza essa existência. Eu pagaria para ver esses malucos em uma arena, desarmados para brigar com os animais que eles criam. Pra ninguém sair no prejuízo, a luta poderia ser patrocinada pela indústria de armamentos e com certeza, não seria contra a lei.
Pablo Neves
19 de junho de 2020 at 14:28
Ficou bem melhor que o podcast do nerd lá de meia idade com a voz escandalosa, afetada e estridente!
felipe
26 de junho de 2020 at 14:58
America Fuck Yeah!