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“Ainda Estou Aqui” recebe quatro prêmios no Gold Derby Film Awards, incluindo Melhor Filme e Melhor Atriz

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Escolhido pelo Júri Popular do Festival de Roterdã, longa ganha o sétimo prêmio do público

“Ainda Estou Aqui” saiu vitorioso nas quatro categorias em que concorria no Gold Derby Film Awards, premiação internacional decidida pelo voto popular. O público elegeu o longa de Walter Salles como Melhor Filme, superando produções internacionais e demais títulos aclamados durante a temporada de premiações. Esta é apenas a segunda vez em que um filme em língua não inglesa recebe o prêmio principal. O longa também garantiu o prêmio de Melhor Atriz, com Fernanda Torres, Melhor Roteiro Adaptado, com Murilo Hauser e Heitor Lorega, e Melhor Filme Internacional — vitórias importantes para sua trajetória.

“Obrigado a todos que assistiram ao nosso filme e votaram. É emocionante receber esse prêmio, escolhido por cinéfilos, e um sonho ver um filme que levou sete anos para ser feito repercutindo no mundo todo”, agradeceu Walter Salles em vídeo gravado para a premiação.

O longa também foi reconhecido pelo público no Festival Internacional de Cinema de Roterdã, onde o Júri Popular elegeu “Ainda Estou Aqui” como o Melhor Filme. “O Prêmio de Público do Festival de Roterdã, o sétimo do filme, mostra que uma história tão brasileira pode encontrar hoje eco em diferentes países. Pela excelência de nossos atores, roteiristas e técnicos, e também porque a realidade em ‘Ainda Estou Aqui’ parece hoje estranhamente próxima mundo afora,” declarou o cineasta.

Temporada de premiações

Seguindo os preparativos da temporada de premiações, os produtores Rodrigo Teixeira e Maria Carlota Bruno foram anunciados ontem, dia 10, pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas como os representantes de “Ainda Estou Aqui” na categoria de Melhor Filme no Oscar. “É uma alegria imensa para o cinema brasileiro e para cada membro da nossa equipe e elenco ver “Ainda Estou Aqui” indicado como Melhor Filme no Oscar 2025. Nós representamos todos que se dedicaram para realizar esse filme e os parceiros que se juntaram a nós nessa trajetória”.

Neste fim de semana, “Ainda Estou Aqui” se tornou o primeiro filme brasileiro a vencer um Goya, conquistando o prêmio de Melhor Filme Ibero-Americano. No dia 16 de fevereiro, a produção concorre ao BAFTA (maior premiação do cinema britânico) de Melhor Filme em Língua Não Inglesa. Walter Salles, que disputa pela décima vez na premiação da Academia Britânica de Cinema e Televisão, já venceu a categoria de Melhor Filme em Língua Não Inglesa em 1999, com “Central do Brasil”, e em 2004, com “Diários de Motocicleta”, que também rendeu o prêmio de Melhor Trilha Sonora para Gustavo Santaolalla. Walter Salles e Fernanda Torres confirmaram presença na cerimônia de premiação que ocorre neste domingo em Londres.

Nas próximas semanas, “Ainda Estou Aqui” concorre em outras três premiações:

  • 13/02 – Dorian Awards: Melhor Filme em Língua Não Inglesa do Ano
  • 17/02 – Latino Entertainment Film Awards: Melhor Filme; Melhor Diretor (Walter Salles); Melhor Atriz (Fernanda Torres); Melhor Roteiro Adaptado (Murilo Hauser e Heitor Lorega); Melhor Filme em Língua Não Inglesa; Melhor Fotografia (Adrian Teijido); e Melhor Montagem (Affonso Gonçalves).
  • 23/02 – OFTA Film Award: Melhor Filme Estrangeiro e Melhor Atriz (Fernanda Torres)

Festivais e prêmios

Selecionado para mais de 50 festivais nacionais e internacionais,  “Ainda Estou Aqui” totaliza agora 35 prêmios nacionais e internacionais, incluindo sete premiações como Melhor Filme segundo o Júri Popular: pelo Gold Derby, no Festival Internacional de Cinema de Roterdã, Festival Internacional de Cinema de Miami; 48ª Mostra de S. Paulo; Festival Internacional de Cinema de Vancouver, no Canadá; Festival de Cinema de Mill Valley, nos Estados Unidos; e Festival de Pessac, na França, onde também recebeu o Prêmio Danielle Le Roy, dado pelo júri jovem (confira aqui a lista completa de premiações).

A produção já foi exibida em festivais de mais de 20 países, incluindo Itália, Canadá, França, Estados Unidos, China, Suíça, Inglaterra, Turquia, Áustria, Portugal, Espanha, Marrocos, Egito, Alemanha, Estônia, Eslovênia, Sérvia, Bulgária, Irlanda, Austrália e Holanda. A próxima parada é o Uruguai, onde será o  filme de abertura do FICPunta (Festival Internacional de Cine de Punta del Este), que acontece de 15 a 21 de fevereiro.

Bilheterias brasileiras

Em sua 14ª semana em cartaz, ocupando mil salas, “Ainda Estou Aqui” segue forte nas bilheterias brasileiras. O longa teve seu segundo melhor fim de semana desde a estreia, com mais de 400 mil espectadores. Segundo título mais assistido nos cinemas brasileiros no fim de semana, a produção acaba de atingir a marca de 4,7 milhões de ingressos vendidos, se consolidando como o maior filme brasileiro lançado nos cinemas após a pandemia.

Repercussão do público pelo mundo

Mundialmente, espectadores e crítica seguem abraçando o filme. Neste fim de semana, “Ainda Estou Aqui” superou US$ 20 milhões globais, e, nos  Estados Unidos acabou de atingir US$ 2,2 milhões arrecadados, se tornando o terceiro maior filme brasileiro exibido no território e ocupando um circuito recorde de mais de 700 cinemas. Em Portugal, o longa foi visto por 214,7 mil espectadores, e liderou as bilheterias pelo quarto fim de semana consecutivo desde sua estreia. Na França, mais de 163 mil pessoas já assistiram ao filme. A recepção na Itália, México, Chile, Venezuela e Bolívia também foi positiva, com ampla aprovação da crítica especializada. A nova fase de lançamento internacional chegou, neste fim de semana, ao México, Chile, Venezuela e Bolívia. No dia 13, é a vez da abertura na Colômbia, e, no dia 20 de fevereiro, quem recebe a estreia é Argentina, Peru, Uruguai, República Dominicana e Equador. Para além da América Latina, o filme também chega em fevereiro na Inglaterra e Espanha (21 de fevereiro), e na Austrália (27 de fevereiro).

“Ainda Estou Aqui” recebeu o selo “Must See” no Metacritic. Além dele, apenas outros três títulos indicados a Melhor Filme no Oscar receberam essa marca. Entre os concorrentes a principal estatueta da premiação, “Ainda Estou Aqui” se destaca com os maiores índices no Rotten Tomatoes, onde conta com aprovação de 96% da crítica especializada, e 98%, do público, e no Letterboxd, com 4,4 estrelas (de 5).

SINOPSE

Rio de Janeiro, início dos anos 70. O país enfrenta o endurecimento da ditadura militar. Estamos no centro de uma família, os Paiva: Rubens, Eunice e seus cinco filhos. Vivem na frente da praia, numa casa de portas abertas para os amigos. Um dia, Rubens Paiva é levado por militares à paisana e desaparece. Eunice – cuja busca pela verdade sobre o destino de seu marido se estenderia por décadas – é obrigada a se reinventar e traçar um novo futuro para si e seus filhos. Baseada no livro biográfico de Marcelo Rubens Paiva, a história emocionante dessa família ajudou a redefinir a história do país.

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Maika Monroe, ícone do cinema de terror, é governanta sanguinária em Psicopata Vitoriana

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Velha conhecida de fãs do gênero, atriz retorna em novo papel sombrio no lançamento da Diamond Films

Fã de terror, prepare-se: você está prestes a conhecer sua nova personagem favorita. Em PSICOPATA VITORIANA (“Victorian Psycho”), a atriz Maika Monroe (“Longlegs – Vínculo Mortal”) dá vida Winifred Notty, a nova governanta da família Pounds que chega a Ensor House para colocar ordem na casa, mas na verdade acaba trazendo consigo um rastro de sangue e loucura. O longa, que tem distribuição Diamond Films, é dirigido por Zachary Wigon (“Santuário”) e chega aos cinemas em 3 de dezembro.

Ambientada na Inglaterra vitoriana, a história acompanha uma família aristocrática prestes a receber uma nova funcionária na casa, que deve assumir funções como a educação dos dois filhos do casal, formado por Jason Isaacs, de “The White Lotus”, e Ruth Wilson, de “His Dark Materials”. Mas, quando desaparecimentos e eventos esquisitos começam a acontecer dentro da mansão, todos os sinais apontam para a jovem polida Notty.

Para dar vida a uma personagem cheia de camadas e muita bizarrice, Maika Monroe foi a escolha óbvia – a começar pelo seu currículo, que deixa clara sua afinidade com o gênero de terror. Nos últimos anos, a atriz estrelou títulos como “Corrente do Mal”, “100 Noites de Desejo”, “A Mão que Balança o Berço”, “O Hóspede”, “Observador”, “Noites Quentes de Verão”, “Independence Day: O Ressurgimento”, “Uma Segunda Chance” e, mais recentemente, “Longlegs – Vínculo Mortal”.

Monroe se encantou pelo projeto desde o início e conta que, pela primeira vez, teve que agregar um trabalho de sotaque, além das transformações físicas para o papel. “Já li vários roteiros e esse se destacou imensamente. Tinha um tom muito específico que você podia captar apenas lendo. E também, tem algo que me assusta sobre o papel, me intriga. Acho que nunca fiz nada como esse filme antes e sabia que me colocaria num novo território”.  

Para construir sua personagem e se preparar para o papel, Monroe estudou bastante. No que diz respeito aos tiques físicos e expressões de Winifred, a atriz revela que assistiu a muitas entrevistas reais da polícia com assassinos em série como Ted Bundy. Outra inspiração para a protagonista foi a performance de Jack Nicholson em “O Iluminado”. “O que eu amo sobre a atuação de Jack é que ele estava sorrindo o tempo todo mesmo enquanto as coisas davam terrivelmente errado”, explica. 

“Ela é brilhante”, diz o produtor Dan Kagan sobre a atriz. “Você nem percebe as nuances sutis que ela está colocando na personagem até o momento da edição. Tem coisas acontecendo em seus olhos e maneirismos que apenas ela é capaz de encontrar, mesmo em cenas filmadas com semanas de diferença.” Já a autora do livro que originou o filme, Virginia Feito, aponta que “parte do que torna empolgante assisti-la é o quão inesperadas são suas escolhas. Nem posso acreditar no quão sortudos somos por ter Maika como Winifred. É um sonho.” 

Além de Jason Isaacs e Ruth Wilson, contracenam com a brilhante Maika Monroe atores como Evie Templeton (“Wandinha”), Jacobi Jupe (“Hamnet”), Thomasin McKenzie (“Noite Passada em Soho”), Barry O’Connor (“Dungeons & Dragons”), Amy De Bhrún (“Apocalypse Clown”), Katherine Morane (“Ginger & Rosa”) e Paul Reid (“O Ritual”) 

Com distribuição Diamond Films, a maior distribuidora independente da América Latina, PSICOPATA VITORIANA estreia nacionalmente em 3 de dezembro.

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