QueIssoAssim
QueIssoAssim 296 – A Guerra dos Seres Desumanos (Nascido Para Matar)
No episódio de hoje do QueIssoAssim, Brunão e Baconzitos convidam o querido Nick Ellis (Digital Drops entre outros projetos) para trocar uma ideia sobre o já clássico do cinema “Nascido para Matar” (Full Metal Jacket – 1987) de Stanley Kubrick.
Neste programa entenda porque o Sargento Hartman era tão realista, aprecie a interpretação genial de Vincent D’Onofrio e dê um apelido pejorativo para seu subordinado.
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QueIssoAssim 363 – Mudaram o Cinema: a História da Cannon Films
Explosões, ninjas, heróis musculosos, roteiros absurdos e muita criatividade! Nos anos 80, um estúdio resolveu desafiar Hollywood e produzir alguns dos filmes mais insanos, divertidos e inesquecíveis da história do cinema. Estamos falando da lendária Cannon Films, responsável por transformar o cinema de ação e conquistar uma geração inteira de fãs das videolocadoras.
Neste episódio do QueIssoAssim, Brunão e Baconzitos mergulham na história da Cannon Films e na trajetória de Menahem Golan e Yoram Globus, os produtores israelenses que comandaram o estúdio e fizeram de Hollywood um verdadeiro parque de diversões cinematográfico.
Cannon Films: o estúdio que mudou o cinema dos anos 80
Com produções de baixo orçamento, ideias mirabolantes e uma capacidade impressionante de colocar filmes nas telas, a Cannon Films se tornou uma das empresas mais extravagantes da indústria cinematográfica.
De sucessos de ação a fracassos monumentais, Golan e Globus apostaram em praticamente tudo: ninjas, artes marciais, aventuras, super-heróis e astros que se tornaram símbolos do cinema dos anos 80.
Neste episódio, relembramos produções como American Ninja, Enter the Ninja e Desejo de Matar, com o lendário Charles Bronson. Também revisitamos os clássicos de Chuck Norris, incluindo Comando Delta e Braddock, além de aventuras como Allan Quatermain, Mestres do Universo e o controverso Superman IV: Em Busca da Paz.
A ascensão e queda de Golan e Globus
Como dois produtores conseguiram transformar um pequeno estúdio em uma potência do cinema mundial? O que levou a Cannon Films a apostar em tantas produções ao mesmo tempo? E como essa estratégia contribuiu tanto para seus sucessos quanto para seus problemas?
Nossa conversa tem como ponto de partida o documentário Electric Boogaloo: The Wild, Untold Story of Cannon Films, que apresenta os bastidores, as histórias inacreditáveis e os excessos da empresa que deixou sua marca na cultura pop.
Se você cresceu frequentando videolocadoras, alugando filmes de ação em VHS ou simplesmente adora descobrir as histórias mais malucas de Hollywood, este episódio foi feito para você!
Dê o play no QueIssoAssim 363 e descubra como a Cannon Films mudou o cinema — para o bem, para o mal e para a nossa diversão!
Assista o documentário:
Assista os Jurassicast Lives e Refil ao Vivo em que comentamos filmes da Cannon Films
Allan Quatermain e as Minas do Rei Salomão:
Superman IV – Em Busca da Paz
Mestres do Universo
Lambada – A Dança Proibida
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Willian Spengler
21 de fevereiro de 2024 at 15:14
Salve, salve!
O filme no qual o protagonista (Charlton Heston) encontra Cristo foi Ben-Hur (1959) e não Spartacus. Ambos são filmaços!
Willian Spengler
21 de fevereiro de 2024 at 16:25
Talvez o gibi mencionado pelo Zitos seja a série “Conflito no Vietnã”, publicado aqui pela finada Ed. Abril, no final dos anos 80 (no original, “The Nam”). Anteriormente, a série foi publicada na revista “Aventura e Ficção”, tbm da Abril. Era uma séria da Marvel e teve 84 números.
Willian Spengler
23 de fevereiro de 2024 at 13:34
PS: A dublagem feita pelo Élcio Romar, para o Sgt Hartman, é sensacional!
E o “Joker”, na tradução, ficou como “Gaiato”
Guilherme Frediani
24 de fevereiro de 2024 at 21:33
Eita!!!
Quando passei a indicação do filme para o Brunão, comentei com ele que esse é o meu filme favorito do Kubrick.
Acho incrível como o filme consegue se repartir, e assim mostrando que não existe uma guerra, mas sim várias; como quando perguntam para o Gaiato sobre ele ter escrito “Nascido para matar” no capacete e o broche do símbolo de paz e amor, que significa a dualidade do homem; ou então nos depoimentos de todos sobre o que acham da guerra e toda aquela propaganda; ou a mente do Pyle aos poucos pirando. Mesmo o Gaiato ao final narra que está feliz por estar vivo, mas a mente dele está na merda. Guerra é um moedor de carne, e isso nunca muda.
No mais, ainda não encontrei um relógio do Mickey parecido com o que o Gaiato usa mas, se achar, vou acabar comprando rsrsrs.
Grande abraço.
Diego Francisco de Paula
29 de fevereiro de 2024 at 08:02
Que filme maravilhoso, principamente o primeiro ato!
Os diálogos e esporros são uma obra prima.
Este é um daqueles filmes que só consigo ver dublado.
Parabéns pelo Queissoassim desta obra fantástica!