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QueIssoAssim 289 – Não Olhe Pra Trás (A Viagem de Chihiro)

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No episódio de hoje, Brunão, Baconzitos e Plínio celebram a obra maravilhosa “A Viagem de Chihiro”, dos Studios Ghibli.

Hayao Miyazaki dirige a história de Chihiro, menina que atravessa um portal com os pais e fica presa em um mundo estranho de bruxos e demônios.

Então, Chihiro conhece o menino-dragão Haku, ao mesmo tempo em que precisa trabalhar em uma casa de banhos. Ela e Haku lutam para salvar seus pais, já que a bruxa Yubaba os amaldiçoou.

A Viagem de Chihiro é um clássico absoluto do anime e precisava ser fruto de um episódio de nosso podcast!

A gente já fez um episódio muito legal sobre outra obra fantástica dos Studios Ghibli. O programa é o QueIssoAssim 224 sobre “Princesa Mononoke” e você pode escutar ele clicando aqui.

O Studio Ghibli tem uma página brasileira na internet com outras informações sobre Viagem de Chihiro. É só clicar aqui pra conhecer.

E pra quem é fã de verdade do filme, a sugestão de compra hoje fica com o livro importado do storyboard de A Viagem de Chihiro. Simplesmente fantástico! Lembrando que qualquer compra que você fizer pelo nosso link de afiliado da Amazon, a gente ganha uma comissão! Então ajuda aí, seu otaku!

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1 Comment

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  1. Rafael Beraldo Dourado

    16 de outubro de 2023 at 14:24

    Algo que talvez seja um dos diferenciais do diretor/roteirista é justamente por “ir escrevendo”, a história sair do lugar comum de tudo o que tá na tela ter uma consequência no enredo. As vezes faz falta uma cena, uma situação, uma “trapalhada” do personagem que não necessariamente vá ensinar algo. Seja só… Um perrengue. Pode ter oferecido o frescor que as animações, principalmente as ocidentais, não se dão ao luxo, onde tudo parece estar seguindo um “manual de boas práticas de roteiro” – lembro de já ter discutido sobre algumas dessas regras, como a de que toda cena precisaria necessariamente empurrar a história pra frente de alguma maneira, que faz com que forcem a barra em “o mesmo evento que dá poderes ao herói também criou o vilão” e conveniências do tipo. Regras assim tornariam a cena do Lex Luthor trocando os códigos do míssiel em Superman de 78 nem existir – e é hilária, no filme, já que o Otto anotou os códigos errados e eles precisam parar o mesmo comboio do exército uma segunda vez…
    Enfim, só um exemplo de como não pensar tão quadradinho pode dar bons resultados. A comparação de Shihiro com a Alice só não é mais precisa porque ela não tem um arco próprio de desenvolvimento, ela é muito mais “orelha” na história do que necessariamente alguém aprendendo a “ler um livro sem as figuras” (em algumas das adaptações da Alice tinha um pouco disso na apresentação do amadurecimento da personagem). Mas, nada de errado com isso, já que a viagem que ela faz é cheia de encantamento, magia… O autor oferece riscos, o Túmulo dos Vagalumes assim que eu comecei a me encantar com a irmãzinha do protagonista eu decidi abandonar o filme porque deduzi onde iria me levar e não é uma jornada que eu pretendo fazer. Nesse aqui, pelo menos, acaba tudo bem.
    Já sobre a quantidade de quadros por segundo na animação, em 2D usar muitos quadros (mais do que os 24) gera uma fluidez que as vezes parece menos natural do que algo levemente “truncadinho”. Em alguns games com estética 2D mas com mecânicas 3D que eles ampliam muito o FPS o resultado parece menos orgânico. No videogame o FPS alto aumenta a imersão, já que a ideia é “se enxergar” dentro do jogo. Mas em filme, animação, projeção… Existe também uma imersão, mas ela se dá ainda resguardando um distanciamento entre o que é a história e o que é você na poltrona (ou no sofá). Tanto que a gente tende a associar um alto FPS em filme como se fosse uma linguagem mais televisiva (e olha que a TV roda só a um pouquinho menos de 30 quadros por segundo, mas já fica uma impressão que é uma “janela”, enquanto os filmes ainda são… Um espetáculo – ou tentam emular um).

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QueIssoAssim 357 – Burnout do Amigão da Vizinhança | Homem-Aranha: Um Novo Dia

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Brunão, Baconzitos e Felipe Trindade comentam Homem-Aranha: Um Novo Dia no QueIssoAssim 357

O multiverso tirou o dia de folga, mas o Homem-Aranha continua trabalhando em período integral — aparentemente sem salário, férias ou qualquer preocupação com as leis trabalhistas.

No QueIssoAssim 357, Brunão e Baconzitos recebem o amigo Felipe Trindade, do podcast parceiro Passaporte Orlando, para contar tudo sobre Homem-Aranha: Um Novo Dia. E quando dizemos tudo, é tudo mesmo: este episódio tem spoilers do primeiro balanço de teia até a última cena.

O Homem-Aranha está de volta à vizinhança

Depois de viagens espaciais, guerras intergalácticas, feitiços e reuniões de Homens-Aranha vindos de outras realidades, Peter Parker volta para onde sempre funcionou melhor: os prédios e as ruas de Nova Iorque.

Sem depender do multiverso, o filme recupera o clima do herói urbano que atravessa a cidade nas teias, enfrenta criminosos e tenta proteger pessoas comuns. É o Amigão da Vizinhança novamente ligado à própria vizinhança.

Mas ser o Homem-Aranha em tempo integral tem consequências. Peter está cansado, solitário e cada vez mais consumido pela missão. Em outras palavras: o herói ganhou grandes poderes, grandes responsabilidades e um burnout ainda maior.

Hulk e Justiceiro entram na confusão

Como se a vida de Peter Parker já não estivesse complicada, Homem-Aranha: Um Novo Dia também coloca Hulk e Justiceiro no caminho do herói.

De um lado, temos Bruce Banner e toda a delicadeza de um gigante verde capaz de transformar qualquer quarteirão em terreno para reconstrução. Do outro, Frank Castle, cuja interpretação de “combate ao crime” costuma ser um pouco mais definitiva do que a do Homem-Aranha.

E ainda tem uma outra participação especial que a gente não vai falar aqui para não ter spoilers. Mas a vilã do filme é um grande alívio para os fãs da Marvel.

Um novo dia ou os mesmos problemas?

Brunão, Baconzitos e Felipe discutem o retorno do personagem às suas origens, as cenas de ação, os novos conflitos, a presença dos personagens convidados e os caminhos escolhidos para esta nova fase do herói.

O filme consegue devolver ao Homem-Aranha sua identidade mais urbana? Hulk e Justiceiro acrescentam algo à história ou servem apenas como participações especiais? Quem é a vilã do filme? Peter Parker ainda consegue ter uma vida ou já aceitou trabalhar gratuitamente como super-herói até a aposentadoria?

Dê o play no QueIssoAssim 357 – Burnout do Amigão da Vizinhança e descubra as respostas. Só não venha reclamar dos spoilers depois: o aviso foi dado.

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Burburinho

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