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QueIssoAssim 226 – Zamunda Forever (Um Príncipe Em NY 2)
SIIIIIIIIM! MUFASAAAAAAAA!!!! BOM DIA ZAMUNDA! No episódio de hoje, Brunão e Baconzitos convidam o amigo Plínio Perrú (Praticamente Nada) para conversarem sobre uma das continuações mais improváveis da história do cinema: Um Príncipe Em NY 2! Depois de 33 anos, o agora Rei Akeem procura seu herdeiro do sexo masculino para casar com a filha de um general da tribo do país vizinho para poder continuar a viver em paz. Será que funcionou? Será se a gente gostou? Dá o play e descobre!
Episódios comentados nesse programa:
QueIssoAssim 190 – O Tempo Já Está Contando (Trocando As Bolas)
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QueIssoAssim 357 – Burnout do Amigão da Vizinhança | Homem-Aranha: Um Novo Dia
O multiverso tirou o dia de folga, mas o Homem-Aranha continua trabalhando em período integral — aparentemente sem salário, férias ou qualquer preocupação com as leis trabalhistas.
No QueIssoAssim 357, Brunão e Baconzitos recebem o amigo Felipe Trindade, do podcast parceiro Passaporte Orlando, para contar tudo sobre Homem-Aranha: Um Novo Dia. E quando dizemos tudo, é tudo mesmo: este episódio tem spoilers do primeiro balanço de teia até a última cena.
O Homem-Aranha está de volta à vizinhança
Depois de viagens espaciais, guerras intergalácticas, feitiços e reuniões de Homens-Aranha vindos de outras realidades, Peter Parker volta para onde sempre funcionou melhor: os prédios e as ruas de Nova Iorque.
Sem depender do multiverso, o filme recupera o clima do herói urbano que atravessa a cidade nas teias, enfrenta criminosos e tenta proteger pessoas comuns. É o Amigão da Vizinhança novamente ligado à própria vizinhança.
Mas ser o Homem-Aranha em tempo integral tem consequências. Peter está cansado, solitário e cada vez mais consumido pela missão. Em outras palavras: o herói ganhou grandes poderes, grandes responsabilidades e um burnout ainda maior.
Hulk e Justiceiro entram na confusão
Como se a vida de Peter Parker já não estivesse complicada, Homem-Aranha: Um Novo Dia também coloca Hulk e Justiceiro no caminho do herói.
De um lado, temos Bruce Banner e toda a delicadeza de um gigante verde capaz de transformar qualquer quarteirão em terreno para reconstrução. Do outro, Frank Castle, cuja interpretação de “combate ao crime” costuma ser um pouco mais definitiva do que a do Homem-Aranha.
E ainda tem uma outra participação especial que a gente não vai falar aqui para não ter spoilers. Mas a vilã do filme é um grande alívio para os fãs da Marvel.
Um novo dia ou os mesmos problemas?
Brunão, Baconzitos e Felipe discutem o retorno do personagem às suas origens, as cenas de ação, os novos conflitos, a presença dos personagens convidados e os caminhos escolhidos para esta nova fase do herói.
O filme consegue devolver ao Homem-Aranha sua identidade mais urbana? Hulk e Justiceiro acrescentam algo à história ou servem apenas como participações especiais? Quem é a vilã do filme? Peter Parker ainda consegue ter uma vida ou já aceitou trabalhar gratuitamente como super-herói até a aposentadoria?
Dê o play no QueIssoAssim 357 – Burnout do Amigão da Vizinhança e descubra as respostas. Só não venha reclamar dos spoilers depois: o aviso foi dado.


Peter Lange
25 de março de 2021 at 18:34
Não é possivel que NINGUEM comente de uma das melhores coisas desse filme. O Ronald McDowell. Qusndo vi esse palhaço fiquei uns 2 min sem conseguir seguir com o filme, pois não parava de rir.
Fantastico.
Rafael Beraldo Dourado
29 de março de 2021 at 19:18
Gostei bastante do filme, mas fiquei com a impressão de ser mais uma homenagem ao original do que um produto “próprio”. E eu tinha a impressão que Zamunda era “maior” no original – talvez por esse filme se passar muito mais no palácio e ele ter me dado a impressão de ser “pequeno” (pra um palácio de um país que tem jato de ouro, claro, não se comparar com o meu apartamento que cabe inteiro no quarto do rei).
Até a “banheira” do Eddy Murphy no primeiro filme que parecia ser olímpica e aqui quando mostram uma (da mãe do herdeiro) é tão mais “contida”. Mas pode ser também coisa de memória pregando peça, faz tempo que não assisto o primeiro.
E uma coisa que eu achei interessante é abordar o país de fronteira de Zamunda, e ser uma república militarista governada por um general – tem a cena dele dando as armas pras crianças brincarem, que é típica do tipo de comédia dos anos 80/90. Já mostra mais aprofundamento na história do país em si, pra além da piada do elefante passeando no jardim (que era uma piada por si só lá no outro filme).
Aliás, a despeito das críticas, esse filme causa o mesmo calorzinho no coração de ver algo dos anos 80 de novo aqui com a gente. E tá atualizado, eu fiquei esperando a filha do general ser uma mulher feia (numa piada tipo Trapalhões) e eles foram por outro caminho. Aliás, se tem algo que em geral o Eddy Murphy sempre teve foi produtor de elenco com bom gosto pro elenco feminino.