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QueIssoAssim 217 – Vida na Locadora (Os Games das Nossas Vidas – Parte 2)

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No programa de hoje, Brunão, Artur e Baconzitos voltam ao passado para relembrar como era divertida a época em que a gente alugava nossos jogos de Master System, Mega Drive e Super Nintendo nas locadoras do bairro. Leve 4 na sexta e só devolva na segunda era a frase que a gente mais gostava de ler. Também lembramos, neste QueIssoAssim, como era bom poder jogar na própria locadora em consoles que não tínhamos em casa. E para nos ajudar nessa tarefa nostálgica, pedimos ajuda para os patrões e amigos Rafael Antunes e Nicolas de Oliveira.

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2 Comments

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  1. Rafael B. Dourado

    3 de dezembro de 2020 at 20:41

    Eu bem que queria que existisse locadora quando quis tanto o Master System… Por causa do jogo Mônica no Castelo do Dragão que eu havia visto os comerciais na TV.. E que não tinha NADA A VER com a Turma da Mônica… Pô, na capa ela enfrentava o Capitão Feio, que nos gibis tem os capangas de monstros de sujeira… e no jogo ela acertava cobrinhas?! Só fui saber que era na verdade outro jogo com os sprites trocados (a Tec Toy fazia muito dessas marmotagens). Se tivesse jogado antes iria ficar tão pê da vida que talvez nem iria querer ter videogame. E ter um Master System no final das contas inviabilizava experimentar o jogo antes porque nunca que tinha um lá pra jogar. Era Mega Drive, Super Nintendo e em uma ou outra o Neo Geo (já numa “segunda fase” das locadoras).
    Se a locadora tivesse vazia, eu pegava algum joguinho de plataforma – Tiny Toons do Super Nintendo, por exemplo. Se tivesse de galera, algum dos das Tartarugas Ninjas pra molecada ir revezando. Isso quando eu que escolha, porque a depender do resto da cambada aí ia ser ou algum jogo de futebol (que eu nunca gostei) ou um de luta (tipo Street Figther ou Mortal Combat ou algum genérico).

    Aliás, adorei a trilha de Toe Jam e Earl no episódio! Esse eu só consegui fechar anos depois via emulador. Mas como era engraçado!

  2. Guilherme Frediani

    7 de dezembro de 2020 at 11:58

    E aí gente, 6 tão bão?

    Não sinto saudade dessa época das locadoras não. A nostalgia vale, éramos jovens, tínhamos mais tempo e menos responsabilidades, mas locadora era perrengue. De lembrança desses tempos no máximo foi quando vi um cara na locadora jogando Max Payne (e minha cabeça explodindo com aquele jogo foda).

    Tenho preferência ao atual, falando em games. Hoje temos mais disponibilidade, mais plataformas, mais jogos de grande porte.

    Gente, o programa foi ótimo, eu é que não entro na nostalgia.

    Esperando pela parte 3, sobre jogos em PC; até por eu ser um que saiu do console para o PC.

    Grande abraço.

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QueIssoAssim 357 – Burnout do Amigão da Vizinhança | Homem-Aranha: Um Novo Dia

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Brunão, Baconzitos e Felipe Trindade comentam Homem-Aranha: Um Novo Dia no QueIssoAssim 357

O multiverso tirou o dia de folga, mas o Homem-Aranha continua trabalhando em período integral — aparentemente sem salário, férias ou qualquer preocupação com as leis trabalhistas.

No QueIssoAssim 357, Brunão e Baconzitos recebem o amigo Felipe Trindade, do podcast parceiro Passaporte Orlando, para contar tudo sobre Homem-Aranha: Um Novo Dia. E quando dizemos tudo, é tudo mesmo: este episódio tem spoilers do primeiro balanço de teia até a última cena.

O Homem-Aranha está de volta à vizinhança

Depois de viagens espaciais, guerras intergalácticas, feitiços e reuniões de Homens-Aranha vindos de outras realidades, Peter Parker volta para onde sempre funcionou melhor: os prédios e as ruas de Nova Iorque.

Sem depender do multiverso, o filme recupera o clima do herói urbano que atravessa a cidade nas teias, enfrenta criminosos e tenta proteger pessoas comuns. É o Amigão da Vizinhança novamente ligado à própria vizinhança.

Mas ser o Homem-Aranha em tempo integral tem consequências. Peter está cansado, solitário e cada vez mais consumido pela missão. Em outras palavras: o herói ganhou grandes poderes, grandes responsabilidades e um burnout ainda maior.

Hulk e Justiceiro entram na confusão

Como se a vida de Peter Parker já não estivesse complicada, Homem-Aranha: Um Novo Dia também coloca Hulk e Justiceiro no caminho do herói.

De um lado, temos Bruce Banner e toda a delicadeza de um gigante verde capaz de transformar qualquer quarteirão em terreno para reconstrução. Do outro, Frank Castle, cuja interpretação de “combate ao crime” costuma ser um pouco mais definitiva do que a do Homem-Aranha.

E ainda tem uma outra participação especial que a gente não vai falar aqui para não ter spoilers. Mas a vilã do filme é um grande alívio para os fãs da Marvel.

Um novo dia ou os mesmos problemas?

Brunão, Baconzitos e Felipe discutem o retorno do personagem às suas origens, as cenas de ação, os novos conflitos, a presença dos personagens convidados e os caminhos escolhidos para esta nova fase do herói.

O filme consegue devolver ao Homem-Aranha sua identidade mais urbana? Hulk e Justiceiro acrescentam algo à história ou servem apenas como participações especiais? Quem é a vilã do filme? Peter Parker ainda consegue ter uma vida ou já aceitou trabalhar gratuitamente como super-herói até a aposentadoria?

Dê o play no QueIssoAssim 357 – Burnout do Amigão da Vizinhança e descubra as respostas. Só não venha reclamar dos spoilers depois: o aviso foi dado.

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