Reviews e Análises
Segredos de Guerra

Ahwwwwnnn.. Nada como um bom Brokeback top gun russo. Amor em tempos de guerra literalmente podem gerar segredinhos. E esse filme se trata de um segredo que assim, néeee.. é fofo, mas segreeeedo mesmo, não muito. Faltou ali um talento em disfarçar melhor. Devia ter aprendido melhor com top gun. Mas ta valendo. E é baseado em fatos vividos em uma base da Estônia em 1977.

Esse romance dramático tem por diretor o Peeter Rebane, que não tem muitos trabalhos expressivos em sua carreira, mas não está estreando nesse universo. Fez um bom trabalho nas escolhas e montagem, mas o filme tem um ritmo um pouco desinteressante. A direção, apesar de ter um bom material nas mãos, sobre uma boa parcela da população nas trincheiras, acaba por não conseguir criar uma força que prendesse a atenção. Ahh claro, as escolhas da fotografia tb não aproveitaram muito o que ess filme poderia ter explorado. Muito pequeno.

No Roteiro Peeter Rebane e Tom Pryor auxiliam com adaptações da história de Sergey Fetisov. E assim… é claro o desejo de mostrar e homenagear uma população de que esteve na guerra, lutou por ela e foi simplesmente apagada. A proposta é boa e o roteiro é simples e entrega bem. Não é algo grandioso, não é um texto incrível, mas é redondinho em sua proposta. Se bem que, como eu já citei, se era pra ser segredo, eles foram mal das pernas. Ta bom, vai.. Fofo, mas simplório. Ainda mais quando se trata da KGB.
O elenco traz um bom trabalho, e uma galera que não reconheci rostos. Temos Tom Pryor e Oleg Zagorodnii como, respectivamente Sergey Serebrennikov e Roman Matvejev, o par romântico e principal do filme. E Diana Pozharskaya como Luisa. uma terceira pessoa desse romance. O Elenco, apesar de não apresentar nada genial, faz um trabalho redondinho e para o que o filme se propõe, está muito bom. Cri nas personagens e seus dilemas.

Vamos ao que importa e o que lhe fará decidir se vai ou não ao cinema. É um romance na aeronáutica Rússia em tempos de treinamento militar em vias de guerra. E como sabemos, as forças armadas não são de aceitar esse tipo de comportamento, ainda mais com a KGB na base. Então um recruta e um piloto, precisam disfarçar muito bem seu afeto e suas escapulidinhas em meio ao expediente com justificativas oficiais. Porém não é sonho do recruta seguir carreira e quando sai vai buscar seu desejo maior, que é o teatro. Havia porém uma jovem, caidinha pelo recruta que ao ser deixada e ignorada, investe no piloto. Roman casa com Luisa e ainda assim Sergey continua ali por perto ganhando seu love moment, até que as coisas mudam. Vou ficando por aqui senão você não vai lá querer assistir.
Essa Crítica dá uma nota 2 de 5 pra esse filme, por ser básico. E sim, apesar disso, vale a pena ir ver.
O filme estreia dia 05 de janeiro nos cinemas.
Reviews e Análises
Mickey 17 – Crítica

Mickey 17 é o filme mais recente de Bong Joon Ho (Parasita 2019) que desta vez nos traz uma ficção científica onde a clonagem (ou seria replicação?) de seres humanos existe. Nesse universo Robert Pattinson é Mickey Barnes, um dispensável – um funcionário descartável – em uma expedição para o mundo gelado de Nilfheim.
Mickey é recriado após cada missão extremamente perigosa que normalmente acaba em sua morte. O filme segue a décima sétima versão de Mickey que também é o narrador de como ele foi parar nessa roubada. E conta como as 16 vidas passadas foram muito úteis para a sobrevivência do restante da tripulação e passageiros da nave. Tudo ocorre muito bem até que, ao chegar de uma missão Mickey 17 se deita em sua cama e Mickey 18 levanta ao seu lado.
No elenco temos Steven Yeun (Invencível) como Timo, o melhor amigo de Mickey. Naomi Ackie (Pisque duas Vezes) como sua namorada Nasha e Mark Ruffalo (Vingadores) como Kenneth Marshal o capitão da nave.
O roteiro do filme foi adaptado do romance Mickey7 de Edward Ashton e foi anunciado antes mesmo da publicação da obra. Ele é cheio de críticas sociais, algo muito comum nos trabalhos de Bong Joon Ho, que usa a nave, sua tripulação e seus passageiros como um recorte da sociedade. Com um seleto grupo cheio de regalias enquanto a massa tem que contar minunciosamente as calorias ingeridas, pessoas com trabalhos simples e outras literalmente morrendo de trabalhar em escala 7×0.
Robert Pattinson quase carrega o filme nas costas, mas Mark Ruffalo também dá um show de interpretação junto de Toni Collette. Infelizmente Steven Yeun não se destaca muito e fica dentro da sua zona de conforto, mas não sabemos se o papel foi escrito especificamente pra ele. O elenco entrega muito bem as cenas cômicas e também as dramáticas, o que não te faz sentir as mais de duas horas de filme passarem.
Mickey 17 é um filme de ficção com um pé bem plantado na realidade que te diverte do início ao fim.
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