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Romance pop de estreia mistura moda, redes sociais e resistência cultural
Ana Beatriz Prudente Alckmin, pedagoga, ambientalista e ativista dos Direitos Humanos, lança o romance, “Ela, sua gata e Tel Aviv”, dia 21/09, na Livraria D’Plácido Ibrachina, no Conjunto Nacional
A obra “Ela, sua gata e Tel Aviv” (Editora D’Plácido), estreia da escritora Ana Beatriz Prudente Alckmin, equilibra o tom leve da cultura pop com questões profundas como feminilidade, espiritualidade, liberdade afetiva e crítica social. O resultado é uma narrativa cosmopolita, atual e diversa, que dialoga com os dilemas de uma geração hiperconectada, mas em busca de vínculos reais.
A protagonista, Margot, é uma jovem judia preta de Nova Iorque que administra um e-commerce de moda e atua como microinfluencer. Sua vida parece perfeita diante de curtidas e press kits, mas a perda da mãe durante a pandemia a faz repensar tudo. Em busca de identidade e pertencimento, parte para Tel Aviv, onde encontra ancestralidade e novas formas de resistência.
Autora mulher, judia e preta, pedagoga, ambientalista e ativista dos Direitos Humanos, Ana Beatriz amplia representações na literatura brasileira e apresenta uma voz inédita, capaz de unir o digital e o ancestral, o íntimo e o coletivo, em um romance que ecoa como manifesto contemporâneo.
“Ela, sua gata e Tel Aviv” é uma leitura para quem gosta de histórias que unem cultura digital, diversidade e identidade.
SINOPSE
Esta obra traz a riqueza do mundo judaico contemporâneo, com seus diversos perfis de identidades, diferentes fenótipos e pluralidade de vivências. Na obra há denúncias sobre escravização moderna e tráfico de pessoas, além de reflexões sobre sustentabilidade no mundo da moda, imigração e o uso de mídias sociais como instrumento pedagógico.
Esse é o primeiro livro de uma série. Muitos aspectos da vida judaica que não foram abordados neste exemplar estarão presentes nos próximos. Mas, já neste, Ana Beatriz se preocupou bastante em quebrar estereótipos. Ela quis trazer referências do mundo judaico na Ásia, na África, na América Latina e na América Anglo-saxônica.
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Maika Monroe, ícone do cinema de terror, é governanta sanguinária em Psicopata Vitoriana
Velha conhecida de fãs do gênero, atriz retorna em novo papel sombrio no lançamento da Diamond Films
Fã de terror, prepare-se: você está prestes a conhecer sua nova personagem favorita. Em PSICOPATA VITORIANA (“Victorian Psycho”), a atriz Maika Monroe (“Longlegs – Vínculo Mortal”) dá vida Winifred Notty, a nova governanta da família Pounds que chega a Ensor House para colocar ordem na casa, mas na verdade acaba trazendo consigo um rastro de sangue e loucura. O longa, que tem distribuição Diamond Films, é dirigido por Zachary Wigon (“Santuário”) e chega aos cinemas em 3 de dezembro.
Ambientada na Inglaterra vitoriana, a história acompanha uma família aristocrática prestes a receber uma nova funcionária na casa, que deve assumir funções como a educação dos dois filhos do casal, formado por Jason Isaacs, de “The White Lotus”, e Ruth Wilson, de “His Dark Materials”. Mas, quando desaparecimentos e eventos esquisitos começam a acontecer dentro da mansão, todos os sinais apontam para a jovem polida Notty.
Para dar vida a uma personagem cheia de camadas e muita bizarrice, Maika Monroe foi a escolha óbvia – a começar pelo seu currículo, que deixa clara sua afinidade com o gênero de terror. Nos últimos anos, a atriz estrelou títulos como “Corrente do Mal”, “100 Noites de Desejo”, “A Mão que Balança o Berço”, “O Hóspede”, “Observador”, “Noites Quentes de Verão”, “Independence Day: O Ressurgimento”, “Uma Segunda Chance” e, mais recentemente, “Longlegs – Vínculo Mortal”.

Monroe se encantou pelo projeto desde o início e conta que, pela primeira vez, teve que agregar um trabalho de sotaque, além das transformações físicas para o papel. “Já li vários roteiros e esse se destacou imensamente. Tinha um tom muito específico que você podia captar apenas lendo. E também, tem algo que me assusta sobre o papel, me intriga. Acho que nunca fiz nada como esse filme antes e sabia que me colocaria num novo território”.
Para construir sua personagem e se preparar para o papel, Monroe estudou bastante. No que diz respeito aos tiques físicos e expressões de Winifred, a atriz revela que assistiu a muitas entrevistas reais da polícia com assassinos em série como Ted Bundy. Outra inspiração para a protagonista foi a performance de Jack Nicholson em “O Iluminado”. “O que eu amo sobre a atuação de Jack é que ele estava sorrindo o tempo todo mesmo enquanto as coisas davam terrivelmente errado”, explica.
“Ela é brilhante”, diz o produtor Dan Kagan sobre a atriz. “Você nem percebe as nuances sutis que ela está colocando na personagem até o momento da edição. Tem coisas acontecendo em seus olhos e maneirismos que apenas ela é capaz de encontrar, mesmo em cenas filmadas com semanas de diferença.” Já a autora do livro que originou o filme, Virginia Feito, aponta que “parte do que torna empolgante assisti-la é o quão inesperadas são suas escolhas. Nem posso acreditar no quão sortudos somos por ter Maika como Winifred. É um sonho.”
Além de Jason Isaacs e Ruth Wilson, contracenam com a brilhante Maika Monroe atores como Evie Templeton (“Wandinha”), Jacobi Jupe (“Hamnet”), Thomasin McKenzie (“Noite Passada em Soho”), Barry O’Connor (“Dungeons & Dragons”), Amy De Bhrún (“Apocalypse Clown”), Katherine Morane (“Ginger & Rosa”) e Paul Reid (“O Ritual”)
Com distribuição Diamond Films, a maior distribuidora independente da América Latina, PSICOPATA VITORIANA estreia nacionalmente em 3 de dezembro.

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