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Reflix

Reflix 25 – WandaVision E08 e E09

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Voltamos com os dois últimos episódios de WandaVision, falamos sobre o que acertamos, o que erramos, quem ficou pistola e quem gostou.

WandaVision é uma minissérie americana criada para o Disney+ por Jac Schaeffer, baseada nos personagens da Marvel Comics Wanda Maximoff / Feiticeira Escarlate e Visão. A série é ambientada no Universo Cinematográfico da Marvel, compartilhando a continuidade com os filmes da franquia.

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7 Comments

7 Comments

  1. Eduardo Araujo

    12 de março de 2021 at 10:25

    Bom, primeiramente: Brunão saiba q eu te amo como um irmão, mas puta que pariu hoje você tava insuportável.
    Agora que deixei isso vazar do meu sistema, adorei essa série do Reflix e a forma como vocês abordam cada episódio e tenho algumas coisas a acrescentar.
    Sobre os sonhos, como dito antes cada sonho representa algum trauma ou momento marcante da vida de Wanda ao longo de sua Jornada para se tornar a feiticeira escarlate. Um dos mais negligenciados no entanto foi dos relógios Strucker. A palavra em inglês para relógio é Watch trazendo o produto chamado Strucker Watches ou Strucker Observa, dando a entender que talvez tenha mais coisas do experimento da Hydra que a gente desconheça. O Yo Magic já é influência de Agatha Harkness no seriado da Wanda Yo-Magic pode ser interpretado como Yo de Yogurte ou Yo de You, “você”. Notem que o tubarão entrega o yogurte a uma criança desesperada sozinha e faminta usando vermelho.o tubarão é claramente Agatha e a Criança é Wanda o Yogurte e os esforços da criança ao tentar abrir e se deteriorando de inanição criam um paralelo com a forma como Agatha absorve a magia de outras bruxas.
    Sobre o Fake Pietro,uma piada muito boa apesar de muito sacana é o verdadeiro nome do Pietro Ralph Boner que tem pronúncia similar a Half Bonner ou “meia bomba”,”meia ereção” que aposto que foi como o Brunão se sentiu depois da revelação. Pra terminar desejo muita felicidade e muitos apoios do Padrim pra vocês e reitero a Ideia que mandei no podcast de The Boys, se não vai ter Miotti recita, façam no CO2 Artur resume, bora um resumão de como foi 2020? Um abraço e sucesso pra todos.

  2. Rafael Beraldo Dourado

    12 de março de 2021 at 11:34

    Não dá mesmo pra defender o que fizeram nessa série. Por mais que ela tenha sido “boa” – pela metalinguagem, pela “ousadia” na forma de conduzir a narrativa, pela estonteante beleza da não-gêmea Olsen e o timming cômico do Visão – não dá pra tolerar ser feito de idiota. Porque foi como eu me senti com o Pietro. Até o último segundo (a “man cave” dele emulando o porão da casa dele no Dias dum Futuro Esquecido) davam lá um “ossinho” pra quem esperava essa fusão de universos e, no final… Pra absolutamente NADA. Isso é trapaça, covardia, canalhice. Isso é quando o roteirista não está te fazendo rir, está ele rindo de você, de mim, de todos nós.
    Deixou a série com um gosto amargo na boca. Talvez sem essa palhaçada (outro autor qualquer pra ser o Pietro) não tivesse sido tão ruim, apesar de tanta pista falsa. De tanta oportunidade desperdiçada. E não é coisa só “do nerd que vai sacar”. A franquia X-Men pode ter tido um final melancólico mas ela fez número de bilheteria e o que acontece nos bastidores não era só de conhecimento de nicho, como a compra da Fox pela Disney etc. Que evitassem o tema, ou então fossem pra metalinguagem de uma vez e botassem o Pietro como o ator que fez o personagem vivendo ele mesmo na série e assumissem que os filmes dos X_men existem no MCU – podia estar até passando o da Fenix Negra no cinema lá da cidade.
    E se no final das contas bruxas conseguem dar super poderes como a Agatha deu ao Pietro e a Wanda deu para a Monica, podiam ter recrutado bruxas pra criar super soldados na segunda guerra, poupava os cientistas e os cubos cósmicos.

    • Leonardo

      29 de maio de 2025 at 05:06

      O áudio está indisponível.

  3. Eduardo Araujo

    12 de março de 2021 at 13:39

    Bom dia Tarde e noite, Refileteiros queridos de meu kokoro.

    Vou começar expurgando algo do meu sistema: Brunão, eu te amo que nem irmão, mas puta que me pariu como você estava insuportável nesse reflix. entendo que aspectos desse final tenham te chateado mas porra, deixa o Baconzitos ao menos explicar as coisas pra depois discordar.
    Expurgo feito, bora pro que interessa. Primeiramente: vamos falar dos sonhos, dois dos sonhos que quase ninguém falou de forma mais abrangente foram os Relogios Strucker e o yogurte Yo-Magic. No primeiro, podem notar quer a palavra em inglês para relógio de pulso é “watch” transformando o produto em Strucker Watches, algo como “Stucker observa” ou “Strucker vigia”, denotando certa paranóia da Wanda de ainda estar dentro de um grande experimento e ser o ratinho de laboratório de alguém. O segundo segundo comercial tem menos a ver com a influência da Wanda no Hex e mais com a influência da Agatha Harkness na Wanda. Yo-Magic pode ser tanto Yo como abreviação para Yogurt quanto abreviação de “You”, nesse caso Yo-Magic seria “Sua Mágica” ou “Sua Magia”. O garoto na ilha isolado desamparado e sem esperança vestido de vermelho com roupas poídas simboliza a Wanda, isolada dentro de seu mundinho e sem poder confiar em ninguém de dentro ou de fora(vamos lembrar que a essa altura da série ela e o Visão do Hex tinham se desentendido e Visão vai buscar respostas por conta própria). nesse momento chega o tubarão, simbolizando Agatha. Note como a criança vai se deteriorando com o passar dos dias tentando abrir o Yo-Magic, ou seja, tentando usar sua magia e sendo consumido por ela tal qual as bruxas foram consumidas pela Agatha.
    Outro ponto engraçado apesar de broxante é a piada com o Fake Pietro. Seu nome verdadeiro é Ralph boner, algo que tem pronuncia similar a “Half Bonner”, que pode ser traduzido como “meia ereção” ou “meia bomba”(que provavelmente foi a sensação do Brunão com o final desta série). no mais desejo sempre sucesso felicidade e cuidado a todos os refileteiros e suas respectivas familias e muito apoio no Padrim. Eu era apoiador do Jurassicast Para maiores mas com a dissolução do trio maravilha meu apoio também se dissolveu, assim que possível entro pro apoio no Portal e reitero aqui o que mandei no Podcast de The Boys: Já que não tem mais Miotti Recita façam um Artur Resume, adoraria ver o resumo de como foi 2020 vindo do nosso querido Capitão Tangente. forte abraço e paz pra geral.

  4. Rafael Beraldo Dourado

    12 de março de 2021 at 15:33

    Deram nota alta até. Quando algo é comparado com Lost já zera por padrão.

  5. Eduardo Araujo

    12 de março de 2021 at 17:44

    Galera como achei que tinha dado erro e não tinha entrado meu comentário enviei novamente. Caso leiam num CO2 leiam o outro comentário pois foi escrito menos na pressa.

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Reflix 188 – Lanternas revela a ferida de Hal Jordan e coloca Sinestro de volta no jogo

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Reflix 188 analisa o episódio 7 de Lanternas, o passado de Hal Jordan, John Stewart, o Halogram e o retorno de Sinestro

Falta apenas um episódio para o fim da primeira temporada de Lanternas e a série resolveu olhar para trás antes de seguir para o confronto final.

No Reflix 188, Brunão e Baconzitos mergulham em “The Jordan Boys’ Legacy”, sétimo episódio da série da HBO Max, um capítulo que transforma Hal Jordan no centro da história mesmo depois de sua morte.

O Halogram continua ajudando John Stewart na investigação, segredos enterrados há décadas começam a vir à tona e aquilo que parecia ser apenas a busca pelo assassino de Hal ganha proporções muito maiores.

Porque, a essa altura, talvez a pergunta não seja apenas:

quem matou Hal Jordan?

Talvez seja preciso descobrir primeiro quem Hal Jordan realmente era.

Antes do Lanterna Verde, existia um garoto chamado Hal

O episódio volta até 1975 para mostrar Hal ainda criança e sua relação com o pai, Martin Jordan.

Durante um jogo de beisebol, o jovem Hal se recusa a sair de campo mesmo quando o treinador determina sua substituição. Ele prefere colocar todo o resultado sobre os próprios ombros a entregar a responsabilidade para outra pessoa.

Décadas depois, parece impossível não enxergar naquele garoto o homem que também seria incapaz de entregar seu anel a John Stewart.

É aqui que Lanternas começa a explicar uma característica que acompanhamos desde o primeiro episódio:

Hal simplesmente não sabe deixar as coisas irem embora.

O verdadeiro legado dos homens da família Jordan

Mas a história do pai de Hal guarda algo muito mais pesado.

Martin ensina ao filho que existe um segredo transmitido entre os homens da família Jordan. Ele entrega a Hal a chave de um cofre e afirma que, caso algo aconteça com ele, o garoto será responsável por aquilo que está guardado ali.

Durante anos, Hal acredita que o pai morreu em um acidente aéreo.

O Halogram revela a John que a verdade era outra.

Martin tirou a própria vida e deixou uma carta explicando que carregava havia anos uma dor que também havia atingido seu próprio pai.

Hal cresceu acreditando que aquela dor fazia parte do legado de sua família.

E talvez essa revelação explique melhor do que qualquer construção verde por que esse Hal Jordan passou a vida obcecado em parecer incapaz de sentir medo.

Hal Jordan era realmente destemido?

É aqui que o episódio dá uma virada muito interessante na mitologia do personagem.

Hal sempre foi definido pela ausência de medo.

É justamente essa característica que tradicionalmente faz dele alguém digno do anel.

Só que Lanternas propõe uma leitura diferente.

Talvez Hal não fosse destemido porque conseguia superar seus medos.

Talvez simplesmente tenha passado a vida inteira escondendo aquilo que sentia.

O Halogram admite a John que sua aparente ausência de medo vinha de algo quebrado dentro dele. A série transforma, assim, uma das características mais conhecidas do personagem em uma ferida emocional que Hal carregou desde criança.

E isso nos leva novamente ao mistério de sua morte.

E se Hal Jordan não tiver sido assassinado?

Desde o primeiro episódio, Lanternas nos ensina a perguntar:

quem matou Hal Jordan?

O episódio 7 coloca outra possibilidade sobre a mesa.

Depois de revelar a história de sua família, o próprio Halogram começa a considerar se o Hal mais velho poderia ter repetido o mesmo caminho do pai.

A hipótese também oferece uma nova leitura sobre o comportamento da xerife Kerry Kane.

Até então, ela permanecia entre as pessoas que poderiam ter motivos para matar Hal ou esconder informações sobre sua morte.

Mas e se Kerry não tiver disparado a arma?

E se apenas tiver encontrado Hal morto e decidido proteger seu segredo?

A série não responde definitivamente à questão. Pelo contrário: mantém elementos que ainda indicam que havia algo muito maior acontecendo nas horas anteriores à morte de Hal.

John finalmente conhece o Hal que poderia ter sido seu mentor

Existe também uma ironia bastante triste em toda essa história.

O Halogram não é exatamente o Hal que John conheceu.

A cópia presente no anel foi criada muitos anos antes dos acontecimentos de Rushville.

Antes da perda do anel.

Antes da prisão.

Antes do ressentimento.

Antes de Hal enxergar John como alguém que poderia substituí-lo.

E justamente por isso encontramos uma versão muito diferente do personagem.

Esse Hal consegue elogiar John.

Reconhece sua habilidade.

Conversa com ele.

E, pouco a pouco, os dois começam a construir a parceria que nunca conseguiram ter quando Hal ainda estava vivo.

No Reflix 188, Brunão e Baconzitos discutem justamente essa dinâmica e o quanto ela muda nossa percepção sobre tudo que aconteceu entre os personagens.

Finalmente: Lanternas no espaço!

Sete episódios.

Uma série chamada Lanternas.

E finalmente saímos da Terra.

John e o Halogram conseguem acessar aquilo que Hal havia deixado escondido e encontram um portal para um planeta devastado.

É o mesmo mundo ligado ao massacre provocado pelos Caçadores Cósmicos e à história de Antaan.

E ali a série começa a conectar várias pontas que pareciam separadas:

os Manhunters;

Rushville;

a investigação de Hal;

o planeta destruído;

e sua morte.

A atmosfera do lugar também libera uma substância capaz de provocar medo e alucinações, obrigando John a confrontar lembranças da própria infância e a pressão que sempre sofreu para se tornar um Lanterna Verde.

E então aparece Sinestro

Porque é claro que ele estaria envolvido.

No planeta devastado, John e o Halogram são surpreendidos por uma figura encapuzada.

O desconhecido captura Hal e exige que John entregue o anel.

Depois do confronto, finalmente vemos seu rosto:

Sinestro.

O antigo mentor de Hal Jordan, que já sabíamos ter escapado da prisão, estava justamente no planeta para o qual a investigação secreta de Hal apontava.

Isso dificilmente é coincidência.

E a presença de Sinestro conecta ainda mais diretamente tudo aquilo que aconteceu em Rushville ao universo cósmico dos Lanternas.

O que Hal descobriu antes de morrer?

Essa passa a ser talvez a pergunta mais importante para o final da temporada.

Hal tinha um portal escondido.

O portal levava ao mundo devastado pelos Caçadores Cósmicos.

Sinestro está lá.

E Hal voltou a Rushville pouco antes de morrer exigindo segredo sobre sua presença.

Então, mesmo que a hipótese levantada pelo Halogram sobre a morte seja verdadeira, ainda existe um enorme quebra-cabeça esperando para ser montado.

O que Hal estava investigando?

Por que Sinestro está naquele planeta?

Qual é a verdadeira conexão entre os Caçadores Cósmicos e tudo isso?

E o que Hal pretendia contar a John antes de morrer?

Lanternas está pronto para o final?

“The Jordan Boys’ Legacy” é um episódio muito menos preocupado em entregar respostas rápidas do que em fazer o público entender Hal Jordan.

Depois de uma temporada mostrando um herói envelhecido, ressentido e desesperado para manter seu lugar, finalmente enxergamos de onde parte boa parte desse comportamento.

Hal passou a vida agarrado às coisas.

Ao anel.

Ao legado.

À ideia de que precisava resolver tudo sozinho.

E até à bola de beisebol que seu pai mandou jogar fora quando ele ainda era criança.

A imagem final deixa isso evidente: depois do funeral do pai, o jovem Hal volta para recuperar justamente aquela bola.

Ele nunca aprendeu a soltar.

🎙️ No Reflix 188, Brunão e Baconzitos destrincham o penúltimo episódio de Lanternas: o passado de Hal Jordan, o segredo de sua família, a relação com John Stewart, o verdadeiro potencial do Halogram, a primeira viagem espacial da série e o retorno de Sinestro.

Hal foi realmente assassinado? O que Sinestro está fazendo naquele planeta? E tudo o que vimos até agora consegue se encaixar em apenas mais um episódio?

Dê o play e venha discutir com a gente.

⚠️ ATENÇÃO: o Reflix 188 contém spoilers completos de Lanternas S01E07.

💚 Reflix 188 – Lanternas: análise do episódio 7

E conta para a gente:

qual é a sua teoria para a morte de Hal Jordan?

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