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QueIssoAssim 270 – Expectativas 2023
E chegamos ao final de mais um ano. Ufa! E já estamos pensando em 2023! O que será que nos reserva o entretenimento para o novo ano? É o que discutem nesse episódio Brunão, Baconzitos e Plínio! Quais são os filmes mais aguardados? E as séries? E qual será a decepção do ano? Venha bancar a Mãe Diná com a gente nesse episódio divertidíssimo!
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Livros em Cartaz
Livros em Cartaz 107 – A Liga Extraordinária
O que acontece quando os personagens da literatura vitoriana são reunidos para salvar o mundo de uma conspiração misteriosa?
Neste episódio, Gabi e Andreia embarcam em uma aventura guiada por Alan Moore e Kevin O’Neill, que reúne personagens como Mina Harker, Allan Quatermain, Dr. Jekyll, Capitão Nemo e Hawley Griffin: A Liga Extraordinária.
Então, embarque conosco no Nautilus e venha ouvir — porque, quando o mundo está em perigo, até os personagens mais improváveis precisam trabalhar em equipe.
Comentado no episódio
- Drácula, romance de Bram Stoker
- Livros em Cartaz #065 – Drácula
- As Minas do Rei Salomão, romance de H. Rider Haggard
- As Minas do Rei Salomão (1985 ‧ Aventura/Ação ‧ 1h 40m) filme dirigido por J. Lee Thompson
- As Vinte Mil Léguas Submarinas, romance de Júlio Verne
- 20.000 Léguas Submarinas (1954 ‧ Infantil/Aventura ‧ 2h 7m), filme dirigido por Richard Fleischer
- O Médico e o Monstro, romance de Robert Louis Stevenson
- Livros em Cartaz #086 – O Médico e o Monstro
- Homem Invisível, romance de H. G. Wells
- O Homem Sem Sombra (2000 ‧ Terror/Ficção científica ‧ 1h 52m) de Paul Verhoeven
- O Homem Invisível (2020 ‧ Terror/Ficção científica ‧ 2h 5m) de Leigh Whannell
- Assassinato da Rua Morgue, conto de Edgar Allan Poe
- Os Assassinos da Rua Morgue (1932 ‧ Terror/Mistério ‧ 1h 2m) filme dirigido por Robert Florey
- Os Primeiros Homens na Lua, romance de H. G. Wells
- Os Primeiros Homens na Lua (1964 ‧ Ficção científica/Aventura ‧ 1h 43m) filme dirigido por Nathan Juran
- O Problema Final, conto de Arthur Conan Doyle (primeira aparição de Moriarty)
- A Aventura do Intérprete Grego, conto de Arthur Conan Doyle (primeira aparição de Mycroft)
- O Retrato de Dorian Gray, romance de Oscar Wilde
- Livros em Cartaz #085 – O Retrato de Dorian Gray
- As Aventuras de Tom Sawyer, de Mark Twain
- As Aventuras de Tom Sawyer (1938 ‧ Aventura/Comédia ‧ 1h 31m) dirigido por Norman Taurog
- The Zayat Kiss, conto de Sax Rohmer
- O Rosto de Fu Manchu (The Face of Fu Manchu, 1965), de Don Sharp (estrelado por Christopher Lee)
- Moby Dick, romance de Herman Melville
- Moby Dick (1956 ‧ Aventura/Drama ‧ 1h 56m) dirigido por John Huston e com roteiro de Ray Bradbury
Ordem recomendada de leitura
- A Liga Extraordinária – Volume I (Ambientado em 1898)
- 2. A Liga Extraordinária – Volume II (Ambientado em 1898, com trama inspirada em A Guerra dos Mundos)
- 3. O Dossiê Negro (The Black Dossier, ambientado em 1958)
- 4. Trilogia Nemo (Spin-off focado em Janni Nemo, filha do Capitão Nemo):
- Coração de Gelo
- Rosas de Berlim
- Rios de Fantasma
- A Liga Extraordinária: Século (Century)
- Século 1910
- Século 1969
- Século 2009 (também encontrados reunidos na edição compilada Século Integral)
- A Liga Extraordinária: A Tempestade (The Tempest – arco final da série)
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Guilherme Frediani
21 de dezembro de 2022 at 07:43
E ae gente, 6 tão bão?
Como diz o psiquiatra da minha mãe: “Não crie expectativas. Crie porcos e galinhas, pelo menos você vai ter ovos e bacon.”
Colocando a brincadeira de lado, minha única expectativa dentre os citados no podcast é “O Urso do Pó Branco”, esse eu sei que vou gostar de qualquer jeito.
Minha expectativa pessoal tem sido outra. Depois de uns bons anos, consegui fazer as cirurgias que precisava nos meus olhos. Estou me recuperando no momento de um transplante de córnea. É uma recuperação lenta e gradual, mas está tudo indo muito bem.
Como esse deve ser o último podcast de 2022 (eu acho), quero mais uma vez parabenizar por mais um ano de excelentes podcasts, que me serviram de companhia nos mais variados momentos; acreditem, vocês fazem sim diferença.
No mais, é isso. Persistam, insistam, não desistam.
Grande abraço, Feliz Natal e Feliz Ano Novo!
Eduardo Araujo
21 de dezembro de 2022 at 15:06
Bom dia, boa tarde, boa noite, boa madrugada e bom amanhecer Refileteiros proféticos. Vim aqui dar meu pitaco sobre a situação da pequena sereia preta. Plínio, sua visão foi a mais forte no assunto portanto já começo dizendo que respeito sua opinião mesmo que discorde dela, e sim existem lugares onde nos cabe e onde não nos cabe estar como pessoas pretas(falo isso pois também sou um homem preto). Vamos por tópicos. Creio que a mudança é bem vinda, pois na época de criação destes personagens a situação imutável era de que eram desenhos de gente branca feitos por gente branca para serem consumidos por gente branca, coisa que não é mais o caso, o filme será feito para uma nova geração que é sim mais diversa e para tanto precisa de uma representação forte na mídia atual. A colocação sobre uma Mulan peruana foi indevida, visto que o fator principal da história desta personagem é justamente o país e epoca em que ela se encontra e o fato de ser mulher dentro deste cobtexto, algo que conduz a narrativa do filme todo. O mesmo não pode ser dito da personagem da Ariel, pois nenhum aspecto de personalidade, narrativa, andamento da historia, arcabouço cultural ou obstáculos para a personagem seriam alterados trocando a etnia dela, o que não é o caso por exemplo do personagem Kunta Kintê de “Raízes”. Nunca pode haver um Kunta branco, pois o que molda o personagem é justamente sua Etnia, contexto social, época e local em que está inserido. Personagens principalmente em obras de ficção são majoritariamente brancos, o exemplo mais simples é o de pegar um livro e ler a descrição de um personagem. Se em nenhum momento desta descrição é dita a etnia deste personagem, normalmente ele é imaginado como branco, o que gerou a alguns anos a polêmica da Hermione preta, sendo que em nenhum momento a Autora JK Rowling(a qual não estou defendendo aqui) citou a cor de pele da personagem. Por fim, é um filme para uma geração além da nossa e que não vai destruir a obra original, tal qual tiveram varios Pinocchios este ano, haverão várias versões de clássicos dos quais não gostamos, mas estes já não são feitos focando a nós como publico alvo. No mais é isso, peço perdão se fui desrespeitoso ou incisivo na minha colocação mas acho que uma opinião sempre merece um contraponto. Agradeço mais um ano de maravilhosos podcasts e como sempre CUIDADO COM O TAFETÁ!!!