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Reviews e Análises

O protetor 3 – Crítica

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Esse é o tipo de filme que toda propaganda é extra afinal de contas tem apenas Denzel Washington no melhor estilo “Já pedi por favor e não vou falar de novo”. O filme é tão bom que a vontade de reassistir os anteriores salivam a boca. Apresenta uma descarga de energia, adrenalina e justiça tão grande, que dá ao espectador um prazer gostoso de ver esse filme. Este é sem dúvida um dos melhores filmes do estilo no gênero ação e muito mais intenso e brucutu da trilogia. Quero ver de novo.

“O protetor 3”, Sony Pictures, 2023

Quem conduz essa obra de ordenar o caos é ninguém menos que Antoine Fuqua, mesmo “Dia de Treinamento” de 2001, “Invasão a Casa Branca” de 2013 e os outros 2 filmes da franquia “O Protetor”. Ou seja o cara sabe fazer um filme de ação com aquele ritmo de arrepiar até as células genéticas. A condução, inclusive usando flashback, é redonda e precisa. O filme apresenta todos os elementos de forma muito natural e o desenrolar da trama tem uma energia e fluidez que mostram a presença meticulosa do diretor. A fotografia e os efeitos estão tão bons que nos afundam na trama fortemente. Apenas elogios a fazer.

O roteiro tem as mãos de Richard Wenk (“Sete Homens e um Destino” de 2016, “A Profissional” de 2021 e os dois primeiros “O Protetor”), Michael Sloan (“O Protetor” 1 e 2) e Richard Lindheim (“O Protetor” 1 e 2). A percepção sobre a intimidade dos roteiristas com a história é alta pois se percebe uma evolução do personagem na franquia e a solidez de detalhes do roteiro. A premissa é maravilhosa e a execução do desenrolar do roteiro é tão sólida e precisa não se vê falha aparente de roteiro. A construção das cenas e falas é tão bem elaborada e rica de características da personagem que torna fluida e um filme vivo. Claro, estamos falando de ficção, mas sabemos que quando bem feito é crível e envolve o espectador de cá da cadeira.

No elenco é um desfile maravilhoso de nomes e talentos. Temos em cena Dakota Fanning, Eugenio Mastrandrea, David Denman, Gaia Scodellaro, Remo Girone, Andrea Scarduzio e o deus Denzel Washington como o Sr McCall. Não vou precisar falar muito sobre o elenco porque é simples: estão impecáveis. É uma aula de atuação em cada cena. Riqueza de detalhes. E olha que Sr Denzel já está com a idade pesando na mobilidade.

“O protetor 3”, Sony Pictures, 2023

O filme conta a história do senhor Roberto McCall foi buscar um vinho, em uma vinícola no interior da Itália, e acabou fazendo uma pequena baguncinha. Foi tão simples que envolveu a polícia da Itália e FBI. Na volta ele sofre um incidente e acaba tendo que ser acolhido em uma cidade litorânea da região e o acolhimento foi tão grande que ele se sentiu em casa. E já sabemos como o Sr McCall é apegado quando gosta. Eis que um grupo de bagunceirinhos que se titulam máfia Italiana, vão tocar o terror ali. Sr McCall não gosta da bagunça e pede gentilmente, eles acham q ele está brincando. Bom, aí você vai ter que assistir e saber como esse senhor fica quando está chateado. E depois nos conte o que achou. 

Essa crítica da nota 5 de 5 estrelas, sem dúvida alguma.

Avaliação: 5 de 5.

O filme estreia dia 05 de Outubro nos cinemas.

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Mickey 17 – Crítica

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Mickey 17 é o filme mais recente de Bong Joon Ho (Parasita 2019) que desta vez nos traz uma ficção científica onde a clonagem (ou seria replicação?) de seres humanos existe. Nesse universo Robert Pattinson é Mickey Barnes, um dispensável – um funcionário descartável – em uma expedição para o mundo gelado de Nilfheim.

Mickey é recriado após cada missão extremamente perigosa que normalmente acaba em sua morte. O filme segue a décima sétima versão de Mickey que também é o narrador de como ele foi parar nessa roubada. E conta como as 16 vidas passadas foram muito úteis para a sobrevivência do restante da tripulação e passageiros da nave. Tudo ocorre muito bem até que, ao chegar de uma missão Mickey 17 se deita em sua cama e Mickey 18 levanta ao seu lado.

No elenco temos Steven Yeun (Invencível) como Timo, o melhor amigo de Mickey. Naomi Ackie (Pisque duas Vezes) como sua namorada Nasha e Mark Ruffalo (Vingadores) como Kenneth Marshal o capitão da nave.

O roteiro do filme foi adaptado do romance Mickey7 de Edward Ashton e foi anunciado antes mesmo da publicação da obra. Ele é cheio de críticas sociais, algo muito comum nos trabalhos de Bong Joon Ho, que usa a nave, sua tripulação e seus passageiros como um recorte da sociedade. Com um seleto grupo cheio de regalias enquanto a massa tem que contar minunciosamente as calorias ingeridas, pessoas com trabalhos simples e outras literalmente morrendo de trabalhar em escala 7×0.

Robert Pattinson quase carrega o filme nas costas, mas Mark Ruffalo também dá um show de interpretação junto de Toni Collette. Infelizmente Steven Yeun não se destaca muito e fica dentro da sua zona de conforto, mas não sabemos se o papel foi escrito especificamente pra ele. O elenco entrega muito bem as cenas cômicas e também as dramáticas, o que não te faz sentir as mais de duas horas de filme passarem.

Mickey 17 é um filme de ficção com um pé bem plantado na realidade que te diverte do início ao fim.

Avaliação: 4.5 de 5.
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Burburinho

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