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Museu da Língua Portuguesa exibe filmes da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo
Gratuitas, sessões de documentários brasileiros e animações vão acontecer nos dias 16, 17 e 18 de outubro a partir das 19h
O Luz na Tela, o projeto de cinema ao ar livre do Museu da Língua Portuguesa, vai receber três sessões da 49ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. Gratuitas, elas vão acontecer nos dias 16, 17 e 18 de outubro, a partir das 19h, no Auditório do Museu. Localizado no histórico prédio da Estação da Luz, o Museu é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo.
No dia 16 (quinta-feira), serão exibidos cinco curtas-metragens de animação. Em Vigília Noturna, de John Stevenson e Aiesha Penwarden, um marinheiro precisa enfrentar o trauma das batalhas da Segunda Guerra Mundial e os mistérios das profundezas do mar. A Cada Dia de Passa, de Emanuel Nevado, tem como protagonista uma velha ratinha que decide regressar ao local onde foi feliz.
O filme Ilha da Calamidade, de David Johnson, mostra dois marinheiros náufragos que ficam presos em uma ilha tropical com um pinguim travesso. Já O Menino e a Coruja, de Mário Gajo de Carvalho, apresenta um garoto que vive a vida de forma mágica, rodeado pela atmosfera pitoresca da sua aldeia. Por fim, em Sequencial, de Bruno Caetano, um jovem confronta seus medos pessoais e as adversidades da vida.
O documentário Copinha é a atração do dia 17 (sexta-feira). Dirigido por Joaquim Salles, o longa-metragem acompanha a participação do Esporte Clube Macapá na Copinha, o maior torneio de futebol sub-20 do mundo. O filme mostra a vontade dos atletas Dayveson e Jeremias de chamar a atenção de empresários e olheiros, e o trabalho do treinador Miguel Seruca, que visa lançar a carreira de jovens atletas. Copinha retrata quem vive o futebol à margem dos grandes centros urbanos e aborda temas como masculinidade, religião e a busca por fama nas redes sociais.
No dia 18 (sábado) a diretora Maria Clara Escobar apresenta o documentário Explode São Paulo, Gil. O filme conta a história de Gil, que, quando tinha 20 anos, mudou-se para São Paulo com a mulher para realizar o sonho de ser cantora. Enquanto este desejo não se concretiza, ela ganha a vida trabalhando como faxineira.

Cinema no Museu
O Museu da Língua Portuguesa, por meio do Luz na Tela, seu projeto de cinema ao ar livre, participa pelo segundo ano consecutivo da programação da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. Em 2024, exibiu o filme Pele de Vidro, de Denise Zmekhol.
Vencedor do Selo de Direitos Humanos e Diversidade da Prefeitura de São Paulo, o Luz na Tela promove sessões de cinema gratuitamente, democratizando o acesso aos mais diversos filmes. Desde a sua criação, em abril de 2024, exibiu Luzes da Cidade, de Chaplin; Deus e o Diabo na Terra do Sol, de Glauber Rocha; Super Xuxa Contra o Baixo Astral, de Anna Penido e David Sonnenschein; e O Auto da Compadecida, de Guel Arraes, entre outros.
O Luz na Tela é realizado em parceria com a Levante_Plataforma de Ideias, produtora e consultoria cultural voltada à criação, curadoria e gestão de projetos nas áreas de artes, comunicação e memória. A Levante atua em articulação com instituições públicas e privadas, promovendo ações que conectam cultura, educação e impacto social.

SERVIÇO
Luz na Tela do Museu da Língua Portuguesa na 49ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo
De 16 a 18 de outubro, às 19h
No Auditório do Museu (sujeito a lotação)
Grátis
Dia 16 (quinta-feira)
Animações Vigília Noturna, de John Stevenson e Aiesha Penwarden; A Cada Dia de Passa, de Emanuel Nevado; Ilha da Calamidade, de David Johnson; O Menino e a Coruja, de Mário Gajo de Carvalho; e Sequencial, de Bruno Caetano
Dia 17 (sexta-feira)
Documentário Copinha, de Joaquim Salles
Dia 18 (sábado)
Documentário Explode São Paulo, Gil, de Maria Clara Escobar
Museu da Língua Portuguesa
Praça da Luz, s/nº – Luz – Centro histórico de São Paulo
Notícias
Maika Monroe, ícone do cinema de terror, é governanta sanguinária em Psicopata Vitoriana
Velha conhecida de fãs do gênero, atriz retorna em novo papel sombrio no lançamento da Diamond Films
Fã de terror, prepare-se: você está prestes a conhecer sua nova personagem favorita. Em PSICOPATA VITORIANA (“Victorian Psycho”), a atriz Maika Monroe (“Longlegs – Vínculo Mortal”) dá vida Winifred Notty, a nova governanta da família Pounds que chega a Ensor House para colocar ordem na casa, mas na verdade acaba trazendo consigo um rastro de sangue e loucura. O longa, que tem distribuição Diamond Films, é dirigido por Zachary Wigon (“Santuário”) e chega aos cinemas em 3 de dezembro.
Ambientada na Inglaterra vitoriana, a história acompanha uma família aristocrática prestes a receber uma nova funcionária na casa, que deve assumir funções como a educação dos dois filhos do casal, formado por Jason Isaacs, de “The White Lotus”, e Ruth Wilson, de “His Dark Materials”. Mas, quando desaparecimentos e eventos esquisitos começam a acontecer dentro da mansão, todos os sinais apontam para a jovem polida Notty.
Para dar vida a uma personagem cheia de camadas e muita bizarrice, Maika Monroe foi a escolha óbvia – a começar pelo seu currículo, que deixa clara sua afinidade com o gênero de terror. Nos últimos anos, a atriz estrelou títulos como “Corrente do Mal”, “100 Noites de Desejo”, “A Mão que Balança o Berço”, “O Hóspede”, “Observador”, “Noites Quentes de Verão”, “Independence Day: O Ressurgimento”, “Uma Segunda Chance” e, mais recentemente, “Longlegs – Vínculo Mortal”.

Monroe se encantou pelo projeto desde o início e conta que, pela primeira vez, teve que agregar um trabalho de sotaque, além das transformações físicas para o papel. “Já li vários roteiros e esse se destacou imensamente. Tinha um tom muito específico que você podia captar apenas lendo. E também, tem algo que me assusta sobre o papel, me intriga. Acho que nunca fiz nada como esse filme antes e sabia que me colocaria num novo território”.
Para construir sua personagem e se preparar para o papel, Monroe estudou bastante. No que diz respeito aos tiques físicos e expressões de Winifred, a atriz revela que assistiu a muitas entrevistas reais da polícia com assassinos em série como Ted Bundy. Outra inspiração para a protagonista foi a performance de Jack Nicholson em “O Iluminado”. “O que eu amo sobre a atuação de Jack é que ele estava sorrindo o tempo todo mesmo enquanto as coisas davam terrivelmente errado”, explica.
“Ela é brilhante”, diz o produtor Dan Kagan sobre a atriz. “Você nem percebe as nuances sutis que ela está colocando na personagem até o momento da edição. Tem coisas acontecendo em seus olhos e maneirismos que apenas ela é capaz de encontrar, mesmo em cenas filmadas com semanas de diferença.” Já a autora do livro que originou o filme, Virginia Feito, aponta que “parte do que torna empolgante assisti-la é o quão inesperadas são suas escolhas. Nem posso acreditar no quão sortudos somos por ter Maika como Winifred. É um sonho.”
Além de Jason Isaacs e Ruth Wilson, contracenam com a brilhante Maika Monroe atores como Evie Templeton (“Wandinha”), Jacobi Jupe (“Hamnet”), Thomasin McKenzie (“Noite Passada em Soho”), Barry O’Connor (“Dungeons & Dragons”), Amy De Bhrún (“Apocalypse Clown”), Katherine Morane (“Ginger & Rosa”) e Paul Reid (“O Ritual”)
Com distribuição Diamond Films, a maior distribuidora independente da América Latina, PSICOPATA VITORIANA estreia nacionalmente em 3 de dezembro.

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