Reviews e Análises
King Richard: Criando Campeãs – Crítica
Will Smith produz e estrela King Richard: Criando Campeãs, filme que conta a história de Richard Williams e a sua luta de anos e plano em tornas as filhas Serena e Venus Williams nas maiores estrelas do tênis mundial. O filme foca em contar a história de como com suas atitudes, cabeça-dura e insistência em perseguir o seu sonho com um plano, Richard Williams conseguiu o que queria. Como toda história de vencedores, antes de chegar à glória da vitória vemos todos os perrengues, derrotas e dificuldades.
Smith interpreta Richard com uma delicadeza que lembra muito o seu trabalho em À Procura da Felicidade. Ele realmente acerta quando não está destruindo filmes de ficção científica. Venus e Serena são interpretadas por Saniyya Sidney e Demi Singleton respectivamente e fazem um bom trabalho. Outro destaque fica por conta de Jon Bernthal como o treinador Rick Macci. O diretor é Reinaldo Marcus Green que aposta em uma direção mais focada nas atuações, o que é sempre bom para um drama como esse.
O que mais se destaca no filme é a mensagem de que para uma família de pessoas com condição pobre e em um país racista, o que é difícil acaba sendo mais difícil. Com momentos divertidos e outros mais sérios, King Richard é daqueles filmes para alimentar as plateias do mundo todo com mensagens positivas. E certeza de que será utilizado pelos “coaches de Facebook” para mostrar que sem trabalho duro e persistência nada pode ser alcançado.
Reviews e Análises
Mickey 17 – Crítica

Mickey 17 é o filme mais recente de Bong Joon Ho (Parasita 2019) que desta vez nos traz uma ficção científica onde a clonagem (ou seria replicação?) de seres humanos existe. Nesse universo Robert Pattinson é Mickey Barnes, um dispensável – um funcionário descartável – em uma expedição para o mundo gelado de Nilfheim.
Mickey é recriado após cada missão extremamente perigosa que normalmente acaba em sua morte. O filme segue a décima sétima versão de Mickey que também é o narrador de como ele foi parar nessa roubada. E conta como as 16 vidas passadas foram muito úteis para a sobrevivência do restante da tripulação e passageiros da nave. Tudo ocorre muito bem até que, ao chegar de uma missão Mickey 17 se deita em sua cama e Mickey 18 levanta ao seu lado.
No elenco temos Steven Yeun (Invencível) como Timo, o melhor amigo de Mickey. Naomi Ackie (Pisque duas Vezes) como sua namorada Nasha e Mark Ruffalo (Vingadores) como Kenneth Marshal o capitão da nave.
O roteiro do filme foi adaptado do romance Mickey7 de Edward Ashton e foi anunciado antes mesmo da publicação da obra. Ele é cheio de críticas sociais, algo muito comum nos trabalhos de Bong Joon Ho, que usa a nave, sua tripulação e seus passageiros como um recorte da sociedade. Com um seleto grupo cheio de regalias enquanto a massa tem que contar minunciosamente as calorias ingeridas, pessoas com trabalhos simples e outras literalmente morrendo de trabalhar em escala 7×0.
Robert Pattinson quase carrega o filme nas costas, mas Mark Ruffalo também dá um show de interpretação junto de Toni Collette. Infelizmente Steven Yeun não se destaca muito e fica dentro da sua zona de conforto, mas não sabemos se o papel foi escrito especificamente pra ele. O elenco entrega muito bem as cenas cômicas e também as dramáticas, o que não te faz sentir as mais de duas horas de filme passarem.
Mickey 17 é um filme de ficção com um pé bem plantado na realidade que te diverte do início ao fim.
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