Reviews e Análises
Godzilla vs Kong – Crítica
O duelo de titãs mais esperado desde que a Warner anunciou filmes solo de cada um. Godzilla vs Kong não é a primeira vez que os dois se encontram. Existe um filme nipo-estadunidense de 1962 com o nome de King Kong vs Godzilla da Toho Studios, mas o plot é completamente diferente da versão de 2021. Em Godzilla vs Kong temos a continuidade da história dos titãs adormecidos na terra, e as teorias de quem é o alpha. É basicamente isso que faz o lagartão trocar porrada com o macacão.

E é pra isso que vamos ver o filme, nós queremos ver os dois se pegando e torcer para um deles. O duelo já foi fonte para criação de diversos podcasts, vídeos de YouTube e agora temos a resposta de quem vence: o público.
Num filme que é basicamente CGI misturado com cenas de atores, fiquei impressionado com a profundidade da história e admito que em certo momento até me emocionei. Não espera-se que um filme como GvK tenha um roteiro rebuscado, com reviravoltas e tal. Mas espera-se um roteiro cheio de ação, imagens dos civis correndo debaixo dos pés dos monstros gigantes, explosão, fogo, fumaça, berros de monstros e é isso que Godzilla vs Kong entrega.
Diversão garantida, merecedor dos milhões que já está fazendo em bilheteria fora do Brasil. Sejam bem vindos, titãs. Agora queremos ver a briga!

Reviews e Análises
Mickey 17 – Crítica

Mickey 17 é o filme mais recente de Bong Joon Ho (Parasita 2019) que desta vez nos traz uma ficção científica onde a clonagem (ou seria replicação?) de seres humanos existe. Nesse universo Robert Pattinson é Mickey Barnes, um dispensável – um funcionário descartável – em uma expedição para o mundo gelado de Nilfheim.
Mickey é recriado após cada missão extremamente perigosa que normalmente acaba em sua morte. O filme segue a décima sétima versão de Mickey que também é o narrador de como ele foi parar nessa roubada. E conta como as 16 vidas passadas foram muito úteis para a sobrevivência do restante da tripulação e passageiros da nave. Tudo ocorre muito bem até que, ao chegar de uma missão Mickey 17 se deita em sua cama e Mickey 18 levanta ao seu lado.
No elenco temos Steven Yeun (Invencível) como Timo, o melhor amigo de Mickey. Naomi Ackie (Pisque duas Vezes) como sua namorada Nasha e Mark Ruffalo (Vingadores) como Kenneth Marshal o capitão da nave.
O roteiro do filme foi adaptado do romance Mickey7 de Edward Ashton e foi anunciado antes mesmo da publicação da obra. Ele é cheio de críticas sociais, algo muito comum nos trabalhos de Bong Joon Ho, que usa a nave, sua tripulação e seus passageiros como um recorte da sociedade. Com um seleto grupo cheio de regalias enquanto a massa tem que contar minunciosamente as calorias ingeridas, pessoas com trabalhos simples e outras literalmente morrendo de trabalhar em escala 7×0.
Robert Pattinson quase carrega o filme nas costas, mas Mark Ruffalo também dá um show de interpretação junto de Toni Collette. Infelizmente Steven Yeun não se destaca muito e fica dentro da sua zona de conforto, mas não sabemos se o papel foi escrito especificamente pra ele. O elenco entrega muito bem as cenas cômicas e também as dramáticas, o que não te faz sentir as mais de duas horas de filme passarem.
Mickey 17 é um filme de ficção com um pé bem plantado na realidade que te diverte do início ao fim.
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