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Globo Filmes no Festival de Biarritz: “As Vitrines” faz estreia mundial e “O Último Azul” ganha sessão especial

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Entre os dias 20 e 26 de setembro, evento recebe também o  documentário “Para Vigo Me Voy!” e o longa “Precisamos Falar”  

Entre os dias 20 e 26 de setembro, o Festival de Biarritz leva para a cidade francesa o melhor do audiovisual latino-americano, e quatro coproduções Globo Filmes representam o cinema brasileiro no evento. “As Vitrines”, de Flavia Castro, faz sua estreia mundial na mostra competitiva de longas-metragens, e participa do evento ao lado do premiado “O Último Azul”, de Gabriel Mascaro, do documentário “Para Vigo Me Voy!”, de Lírio Ferreira e Karen Harley, e de “Precisamos Falar”, de Pedro Waddington e Rebeca Diniz, que ganham sessões fora de competição. 

Estrelado por nomes como Leticia Colin, Julia Konrad, Helena O’Donnell e Gael Nordio, “As Vitrines” explora as noções de liberdade e ruptura através do olhar de duas crianças impactadas pelo golpe militar de Pinochet, em 1973. O filme, que será apresentado no festival pela diretora Flavia Castro, é uma produção da República Pureza Filmes. 

Antecedendo seu lançamento no mercado francês, “O Último Azul” ganhará sessão especial no evento, com a presença do diretor Gabriel Mascaro. O longa chega ao festival após receber três prêmios no Festival de Berlim — incluindo o Urso de Prata – Grande Prêmio do Júri — e dois prêmios no Festival de Guadalajara, incluindo o de Melhor Interpretação para Denise Weinberg. O filme é uma produção da Desvia e da Cinevinay (México). 

O diretor Lírio Ferreira e o produtor Diogo Dahl também marcam presença em Biarritz para representar “Para Vigo Me Voy!”, que chega ao evento após passar pelos festivais de Cannes e Gramado. Produzido pela Coqueirão Pictures em coprodução com Globo Filmes e GloboNews, o documentário traz a trajetória do cineasta Cacá Diegues, mergulhando em sua capacidade única de capturar o espírito do tempo presente – característica marcante em suas narrativas.  

“Precisamos Falar” ganhará sessão de gala no festival francês, com presença dos diretores Pedro Waddington e Rebeca Diniz. Anteriormente exibido no 26º Festival do Rio e na 49ª Mostra de São Paulo, o filme é baseado no best-seller mundial “O Jantar”, de Herman Koch, e traz um elenco estelar, incluindo Marjorie Estiano, Alexandre Nero, Emílio de Mello e Hermila Guedes. O longa é uma produção da Conspiração e discute a ética de diferentes gerações a partir da história de jovens que agridem e matam uma mulher em situação de rua, e seus pais precisam decidir se devem ou não denunciar os filhos. 

As quatro coproduções Globo Filmes reforçam a presença brasileira no Festival de Biarritz, que, em 2025 — Ano Cultural Brasil-França —, recebe mais de 10 títulos brasileiros, entre longas e curtas-metragens.  

Sobre a Globo Filmes  

Construir parcerias que viabilizam e impulsionam o audiovisual nacional para entreter, encantar e inspirar com grandes histórias brasileiras. É assim que a Globo Filmes atua desde 1998 como a maior coprodutora e uma das maiores investidoras do cinema brasileiro. Em 2023, completou 25 anos e chegou à marca de mais de 500 filmes no portfólio e mais de 260 milhões de público acumulado. Como produtora e coprodutora, seu foco é na qualidade artística e na diversidade de conteúdo, levando ao público o que há de melhor no cinema brasileiro: comédias, romances, infantojuvenis, dramas, aventuras e documentários. A filmografia vai de recordistas de público, como ‘Minha Irmã e Eu’ e ‘Os Farofeiros 2’, duas das maiores bilheterias nacionais pós-pandemia, ‘Tropa de Elite 2’ e ‘Minha Mãe é uma Peça 3’ – ambos com mais de 11 milhões de espectadores – a sucessos de crítica e público como ‘2 Filhos de Francisco’, ‘Marighella’, ‘Que Horas Ela Volta?’, ‘Pedágio’ e ‘Carandiru’, passando por longas premiados no Brasil e no exterior, como ‘Cidade de Deus’ – com quatro indicações ao Oscar – e ‘Bacurau’, que recebeu o prêmio do Júri no Festival de Cannes. 

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Maika Monroe, ícone do cinema de terror, é governanta sanguinária em Psicopata Vitoriana

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Velha conhecida de fãs do gênero, atriz retorna em novo papel sombrio no lançamento da Diamond Films

Fã de terror, prepare-se: você está prestes a conhecer sua nova personagem favorita. Em PSICOPATA VITORIANA (“Victorian Psycho”), a atriz Maika Monroe (“Longlegs – Vínculo Mortal”) dá vida Winifred Notty, a nova governanta da família Pounds que chega a Ensor House para colocar ordem na casa, mas na verdade acaba trazendo consigo um rastro de sangue e loucura. O longa, que tem distribuição Diamond Films, é dirigido por Zachary Wigon (“Santuário”) e chega aos cinemas em 3 de dezembro.

Ambientada na Inglaterra vitoriana, a história acompanha uma família aristocrática prestes a receber uma nova funcionária na casa, que deve assumir funções como a educação dos dois filhos do casal, formado por Jason Isaacs, de “The White Lotus”, e Ruth Wilson, de “His Dark Materials”. Mas, quando desaparecimentos e eventos esquisitos começam a acontecer dentro da mansão, todos os sinais apontam para a jovem polida Notty.

Para dar vida a uma personagem cheia de camadas e muita bizarrice, Maika Monroe foi a escolha óbvia – a começar pelo seu currículo, que deixa clara sua afinidade com o gênero de terror. Nos últimos anos, a atriz estrelou títulos como “Corrente do Mal”, “100 Noites de Desejo”, “A Mão que Balança o Berço”, “O Hóspede”, “Observador”, “Noites Quentes de Verão”, “Independence Day: O Ressurgimento”, “Uma Segunda Chance” e, mais recentemente, “Longlegs – Vínculo Mortal”.

Monroe se encantou pelo projeto desde o início e conta que, pela primeira vez, teve que agregar um trabalho de sotaque, além das transformações físicas para o papel. “Já li vários roteiros e esse se destacou imensamente. Tinha um tom muito específico que você podia captar apenas lendo. E também, tem algo que me assusta sobre o papel, me intriga. Acho que nunca fiz nada como esse filme antes e sabia que me colocaria num novo território”.  

Para construir sua personagem e se preparar para o papel, Monroe estudou bastante. No que diz respeito aos tiques físicos e expressões de Winifred, a atriz revela que assistiu a muitas entrevistas reais da polícia com assassinos em série como Ted Bundy. Outra inspiração para a protagonista foi a performance de Jack Nicholson em “O Iluminado”. “O que eu amo sobre a atuação de Jack é que ele estava sorrindo o tempo todo mesmo enquanto as coisas davam terrivelmente errado”, explica. 

“Ela é brilhante”, diz o produtor Dan Kagan sobre a atriz. “Você nem percebe as nuances sutis que ela está colocando na personagem até o momento da edição. Tem coisas acontecendo em seus olhos e maneirismos que apenas ela é capaz de encontrar, mesmo em cenas filmadas com semanas de diferença.” Já a autora do livro que originou o filme, Virginia Feito, aponta que “parte do que torna empolgante assisti-la é o quão inesperadas são suas escolhas. Nem posso acreditar no quão sortudos somos por ter Maika como Winifred. É um sonho.” 

Além de Jason Isaacs e Ruth Wilson, contracenam com a brilhante Maika Monroe atores como Evie Templeton (“Wandinha”), Jacobi Jupe (“Hamnet”), Thomasin McKenzie (“Noite Passada em Soho”), Barry O’Connor (“Dungeons & Dragons”), Amy De Bhrún (“Apocalypse Clown”), Katherine Morane (“Ginger & Rosa”) e Paul Reid (“O Ritual”) 

Com distribuição Diamond Films, a maior distribuidora independente da América Latina, PSICOPATA VITORIANA estreia nacionalmente em 3 de dezembro.

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