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QueIssoAssim 349 – É Fake News? | Mera Coincidência (1997)
No episódio 349 do podcast QueIssoAssim, Brunão e Baconzitos mergulham em um dos filmes mais proféticos sobre manipulação da opinião pública: Mera Coincidência.
Lançado em 1997, o longa dirigido por Barry Levinson (de Rain Man) continua assustadoramente atual ao abordar fake news, fabricação de narrativas e o papel da mídia na construção da realidade política.
Na trama, um escândalo sexual envolvendo o presidente dos Estados Unidos ameaça sua reeleição. Para desviar a atenção da imprensa, um produtor de Hollywood e um estrategista político inventam uma guerra fictícia, completamente encenada, para dominar o noticiário.
No elenco, nomes de peso como Dustin Hoffman, Robert De Niro e Anne Heche.
Durante o episódio, Brunão e Baconzitos discutem como Mera Coincidência praticamente antecipou o debate moderno sobre fake news, desinformação e manipulação digital. O filme escancara como narrativas podem ser fabricadas com imagens produzidas sob medida, trilhas emocionais, heróis inventados e inimigos convenientes, tudo para controlar a opinião pública. Um tema que, em tempos de redes sociais e guerras de informação, se tornou ainda mais relevante.
O episódio também traça paralelos entre o filme e acontecimentos políticos reais ao longo dos anos, mostrando como a linha entre ficção e realidade ficou cada vez mais tênue. A discussão passa por estratégias de comunicação de crise, uso da mídia como ferramenta política e criação de cortinas de fumaça.
Se você gosta de cinema, política e boas discussões sobre cultura pop, este episódio é obrigatório. Brunão e Baconzitos trazem uma análise afiada, com humor e senso crítico, mostrando por que Mera Coincidência não é apenas um filme, mas quase um manual.
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QueIssoAssim 357 – Burnout do Amigão da Vizinhança | Homem-Aranha: Um Novo Dia
O multiverso tirou o dia de folga, mas o Homem-Aranha continua trabalhando em período integral — aparentemente sem salário, férias ou qualquer preocupação com as leis trabalhistas.
No QueIssoAssim 357, Brunão e Baconzitos recebem o amigo Felipe Trindade, do podcast parceiro Passaporte Orlando, para contar tudo sobre Homem-Aranha: Um Novo Dia. E quando dizemos tudo, é tudo mesmo: este episódio tem spoilers do primeiro balanço de teia até a última cena.
O Homem-Aranha está de volta à vizinhança
Depois de viagens espaciais, guerras intergalácticas, feitiços e reuniões de Homens-Aranha vindos de outras realidades, Peter Parker volta para onde sempre funcionou melhor: os prédios e as ruas de Nova Iorque.
Sem depender do multiverso, o filme recupera o clima do herói urbano que atravessa a cidade nas teias, enfrenta criminosos e tenta proteger pessoas comuns. É o Amigão da Vizinhança novamente ligado à própria vizinhança.
Mas ser o Homem-Aranha em tempo integral tem consequências. Peter está cansado, solitário e cada vez mais consumido pela missão. Em outras palavras: o herói ganhou grandes poderes, grandes responsabilidades e um burnout ainda maior.
Hulk e Justiceiro entram na confusão
Como se a vida de Peter Parker já não estivesse complicada, Homem-Aranha: Um Novo Dia também coloca Hulk e Justiceiro no caminho do herói.
De um lado, temos Bruce Banner e toda a delicadeza de um gigante verde capaz de transformar qualquer quarteirão em terreno para reconstrução. Do outro, Frank Castle, cuja interpretação de “combate ao crime” costuma ser um pouco mais definitiva do que a do Homem-Aranha.
E ainda tem uma outra participação especial que a gente não vai falar aqui para não ter spoilers. Mas a vilã do filme é um grande alívio para os fãs da Marvel.
Um novo dia ou os mesmos problemas?
Brunão, Baconzitos e Felipe discutem o retorno do personagem às suas origens, as cenas de ação, os novos conflitos, a presença dos personagens convidados e os caminhos escolhidos para esta nova fase do herói.
O filme consegue devolver ao Homem-Aranha sua identidade mais urbana? Hulk e Justiceiro acrescentam algo à história ou servem apenas como participações especiais? Quem é a vilã do filme? Peter Parker ainda consegue ter uma vida ou já aceitou trabalhar gratuitamente como super-herói até a aposentadoria?
Dê o play no QueIssoAssim 357 – Burnout do Amigão da Vizinhança e descubra as respostas. Só não venha reclamar dos spoilers depois: o aviso foi dado.


RAFAEL BERALDO DOURADO
15 de abril de 2026 at 15:48
Guarndando as devidas proporções, o filme “Como Vender a lua” com a Scarlett Johanson brinca mais ou menos com a mesma ideia deste filme, e, inclusive, tem também o Woody Harrelson no elenco. É um filme bem mais leve que esse, mas é divertido.
Este eu lembro de querer ver por conta de um trailer em algum outro VHS e não ter me arrependido. E ainda tava fresco tanto o escândalo da Monica Lewinsky quanto as “suspeitas” reminiscentes que a guerra do Golfo teria sido “excessivamente” televisionada.
Há quem diga que a História é contada por quem venceu, mas hoje a gente tem muito mais coisa pra ficar sabendo de quem não tem o microfone da mídia tradicional a disposição.
A maior recomendação é a lição do filme Homens de Preto: A verdade sobre o que está acontecedo pode estar é nos tablóides sensacionalistas, desde que a gente saiba pegar o de todos os extremos e achar a média entre eles. Não é fácil e tenho minhas dúvidas até se é eficaz. Mas deve ser melhor do que ter como única fonte de informação os órgãos “oficiais” (e é o que tudo que tem propaganda governamental acaba se tornando) ou as correntes do whatsapp.