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CCXP25: José Loreto e convidados compartilham os bastidores de “Chorão

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O Palco Omelete by BB recebeu, neste domingo, o painel “Chorão: Só os Loucos Sabem”, focado no longa que retrata a trajetória do inesquecível vocalista do Charlie Brown Jr. A conversa foi conduzida pelos apresentadores André Zuliani e João Jedi e reuniu José Loreto, Badauí, Hugo Prata, Felipe Novaes e Sarah Oliveira.

O encontro teve início com um show que abriu a atração e deu o tom emotivo do painel. Ao falar sobre o projeto, Sarah Oliveira destacou a importância cultural de Chorão. “É muito lindo poder falar desse filme e falar do Chorão. Ele foi a voz de uma geração. Suas letras falavam de superação e, por isso, a partida dele foi uma comoção”, afirmou, lembrando também sua amizade pessoal com o músico e a relevância de estar no palco falando sobre ele.

Intérprete de Chorão no filme, José Loreto compartilhou detalhes de sua imersão no papel. Fã declarado do cantor, o ator ressaltou que o longa vai além da música. “É uma história de amor. Chorão também é amor”, disse. Loreto ainda emocionou o público ao revelar que as roupas que vestia no evento foram presente do irmão de Chorão e pertenciam ao próprio cantor, todas usadas anteriormente em shows.

“Esta calça foi dele. É capaz que ainda tenham até o cheiro dele. Em muitos momentos, me senti muito abençoado durante a gravação, toda vez que me dava conta da importância de representá-lo” – José Loreto

Felipe Novaes destacou o impacto atemporal da obra de Chorão ao lembrar que novas gerações se conectam com o legado do músico. “Me emociona ver uma galera que era bebê quando ele se foi e que, hoje, está curtindo isso”, comentou. Já Hugo Prata ressaltou o diferencial artístico do vocalista. “O Chorão sabia captar a essência da molecada, o que eles queriam dizer, e traduzir isso em músicas”, afirmou, lembrando que, até sua morte, o cantor vendeu cerca de 5 milhões de discos.

Encerrando o painel, Sarah reforçou a força da interpretação de Loreto. “Ao ver o José interpretando o Chorão, eu me emocionei. Ele tem a mesma essência”, disse. O bate-papo ressaltou a força do encontro como uma homenagem marcante ao artista e ao legado que segue vivo junto ao público.

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Sergio Rezende começa a filmar o longa “O Faraó dos Bitcoins”, sobre uma das maiores fraudes financeiras do Brasil

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À esquerda, Christian Malheiros e Lorena Comparato caracterizados para o filme “O Faraó dos Bitcoins”. Crédito: Guilherme Leporace. À direita, a foto original de Glaidson e Mirelis (reprodução).

Longa-metragem é estrelado por Christian Malheiros e Lorena Comparato

A história de uma das maiores fraudes financeiras do Brasil chegará aos cinemas com o longa-metragem de ficção “O Faraó dos Bitcoins”, que começou a ser rodado nesta semana no Rio de Janeiro. Com direção de Sergio Rezende, que também assina o roteiro junto com Dida Andrade, o filme traz um roteiro eletrizante, baseado no livro “Queda Livre”, dos jornalistas Isabela Palmeira e Chico Otávio. A trama revela os bastidores do esquema arquitetado por Glaidson Acácio dos Santos, o “Faraó dos Bitcoins”, interpretado por Christian Malheiros. Ele e sua mulher, Mirelis Diaz (Lorena Comparato), lideraram uma gigantesca pirâmide financeira disfarçada de investimento em criptomoedas, que movimentou cerca de R$ 38 bilhões e lesou mais de 300 mil pessoas. O filme é produzido por Tiago Rezende, da Morena Filmes, em coprodução com a Paris Entretenimento. A distribuição é da Paris Filmes.

A trajetória de Glaidson, interpretado por Christian Malheiros, mistura ambição e uma escalada de violência digna de um roteiro de cinema. O roteiro reconstrói a trajetória de Glaidson, um ex-pastor e ex-garçom que, em poucos anos, transformou-se no “Rei de Cabo Frio” ao movimentar bilhões de reais através da GAS Consultoria e Tecnologia, fundada em 2015. Prometendo um rendimento fixo de 10% com investimentos duvidosos em criptomoedas, ele atraiu desde moradores de periferia e fiéis de igrejas até grandes empresários e celebridades, vendendo a promessa da prosperidade em meio ao cenário devastador da pandemia da COVID-19.

Mais do que uma crônica sobre crimes financeiros, o filme se aprofunda na intimidade e na cumplicidade entre Glaidson e sua esposa, a venezuelana Mirelis Diaz. Apontada pelas investigações como o verdadeiro “cérebro” do sistema operacional e financeiro da empresa, Mirelis divide com ele o protagonismo dessa saga que transita rapidamente do luxo extravagante ao colapso absoluto, culminando em investigações federais, disputas violentas com concorrentes e o rastro de milhares de clientes lesados.

O roteiro acompanha os desdobramentos reais que incluíram a falência da empresa com dívidas bilionárias e as condenações dos envolvidos, jogando luz sobre a ganância e sobre dualidade entre a fé e a ambição no Brasil atual.

FICHA TÉCNICA

Direção – Sergio Rezende
Roteiro – Sergio Rezende e Dida Andrade
Direção de Fotografia – Nonato Estrella
Produção – Tiago Rezende
Coprodução – Mariza Leão
Produção Executiva – Mariza Figueiredo
Direção de Arte – Fabi Egrejas
Figurino – Pilar Salgado
Maquiagem – Luiz Gaia
Montagem – Maria Rezende
Técnico de Som – Felipe Machado
Produção – Morena Filmes
Coprodução – Paris Entretenimento
Distribuição – Paris Filmes

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