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“A História do Som”, com Paul Mescal e Josh O’Connor, integra programação da 49ª Mostra de São Paulo
Ovacionado no Festival de Cannes, longa estreia em fevereiro de 2026 nos cinemas brasileiros
A Universal Pictures anuncia hoje que “A História do Som” (The History of Sound), longa dirigido por Oliver Hermanus, terá sua primeira exibição no Brasil na 49ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo. A obra contará com sessões comerciais durante a programação do festival antes de chegar aos cinemas brasileiros em 19 de fevereiro de 2026.
“A História do Som”, que estreou mundialmente na competição do Festival de Cannes, conta com grandes nomes no elenco, como Paul Mescal, indicado ao Oscar de Melhor Ator em 2023 por “Aftersun”; Josh O’Connor, vencedor do Emmy 2021 na categoria Melhor Ator em Série Dramática; e Chris Cooper, ganhador do Oscar de Melhor Ator Coadjuvante.
A produção acompanha Lionel (Paul Mescal), um talentoso estudante de música que conhece David (Josh O’Connor), no Conservatório de Boston, onde eles se conectam pelo profundo amor que compartilham pela música folk. Anos depois, os dois se reencontram e partem juntos a uma viagem improvisada pelo interior do Maine, para coletar canções tradicionais da cultura folk. Esse encontro inesperado, o caso de amor que nasceu dele e a música que eles coletam e preservam, vão influenciar o curso da vida de Lionel muito além de sua própria consciência.
Oliver Hermanus já teve seu trabalho exibido anteriormente na Mostra, na 39ª edição, com “O Rio Sem Fim”. Ao longo da carreira, o diretor recebeu prêmios em diversos festivais de cinema, como em Cannes por “Beleza Arrebatadora” (2011).
A 49ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo acontece na capital paulista de 16 a 30 de outubro de 2025. “A História do Som” tem distribuição da Universal Pictures e estará disponível nos cinemas a partir de 19 de fevereiro de 2026 também em versões acessíveis.

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Sergio Rezende começa a filmar o longa “O Faraó dos Bitcoins”, sobre uma das maiores fraudes financeiras do Brasil
Longa-metragem é estrelado por Christian Malheiros e Lorena Comparato
A história de uma das maiores fraudes financeiras do Brasil chegará aos cinemas com o longa-metragem de ficção “O Faraó dos Bitcoins”, que começou a ser rodado nesta semana no Rio de Janeiro. Com direção de Sergio Rezende, que também assina o roteiro junto com Dida Andrade, o filme traz um roteiro eletrizante, baseado no livro “Queda Livre”, dos jornalistas Isabela Palmeira e Chico Otávio. A trama revela os bastidores do esquema arquitetado por Glaidson Acácio dos Santos, o “Faraó dos Bitcoins”, interpretado por Christian Malheiros. Ele e sua mulher, Mirelis Diaz (Lorena Comparato), lideraram uma gigantesca pirâmide financeira disfarçada de investimento em criptomoedas, que movimentou cerca de R$ 38 bilhões e lesou mais de 300 mil pessoas. O filme é produzido por Tiago Rezende, da Morena Filmes, em coprodução com a Paris Entretenimento. A distribuição é da Paris Filmes.
A trajetória de Glaidson, interpretado por Christian Malheiros, mistura ambição e uma escalada de violência digna de um roteiro de cinema. O roteiro reconstrói a trajetória de Glaidson, um ex-pastor e ex-garçom que, em poucos anos, transformou-se no “Rei de Cabo Frio” ao movimentar bilhões de reais através da GAS Consultoria e Tecnologia, fundada em 2015. Prometendo um rendimento fixo de 10% com investimentos duvidosos em criptomoedas, ele atraiu desde moradores de periferia e fiéis de igrejas até grandes empresários e celebridades, vendendo a promessa da prosperidade em meio ao cenário devastador da pandemia da COVID-19.
Mais do que uma crônica sobre crimes financeiros, o filme se aprofunda na intimidade e na cumplicidade entre Glaidson e sua esposa, a venezuelana Mirelis Diaz. Apontada pelas investigações como o verdadeiro “cérebro” do sistema operacional e financeiro da empresa, Mirelis divide com ele o protagonismo dessa saga que transita rapidamente do luxo extravagante ao colapso absoluto, culminando em investigações federais, disputas violentas com concorrentes e o rastro de milhares de clientes lesados.
O roteiro acompanha os desdobramentos reais que incluíram a falência da empresa com dívidas bilionárias e as condenações dos envolvidos, jogando luz sobre a ganância e sobre dualidade entre a fé e a ambição no Brasil atual.
FICHA TÉCNICA
Direção – Sergio Rezende
Roteiro – Sergio Rezende e Dida Andrade
Direção de Fotografia – Nonato Estrella
Produção – Tiago Rezende
Coprodução – Mariza Leão
Produção Executiva – Mariza Figueiredo
Direção de Arte – Fabi Egrejas
Figurino – Pilar Salgado
Maquiagem – Luiz Gaia
Montagem – Maria Rezende
Técnico de Som – Felipe Machado
Produção – Morena Filmes
Coprodução – Paris Entretenimento
Distribuição – Paris Filmes
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