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“É o oposto de mim se eu fosse uma babá”, diz Nico Parker sobre personagem em Bridget Jones: Louca pelo Garoto
Vídeo exclusivo mostra a atriz, que entra na história para ajudar protagonista com os filhos, e a se organizar no momento caótico em que está vivendo
Com a estreia de Bridget Jones: Louca pelo Garoto cada vez mais perto, os fãs da famosa franquia já têm algumas pistas sobre esse novo capítulo da história, incluindo a chegada de Chloe, interpretada por Nico Parker (“The Last Of Us”), para ajudar com os filhos de Bridget nesse momento caótico.
Em vídeo exclusivo divulgado pela Universal Pictures nesta sexta-feira (7), a atriz conta que entra em cena para cuidar das crianças e tentar contornar o caos que Bridget está vivendo. “É o oposto de mim se eu fosse uma babá. Ela é muito eficiente e competente”, disse.
Além disso, Chloe e Bridget terão uma relação de parceria, com um incentivo mútuo e encorajador. “Eu assisti esses filmes a minha vida toda. Então, quando me chamaram, fiquei muito empolgada. Eu quero participar e fazer parte do universo de Bridget Jones”, compartilhou.
Bridget Jones: Louca pelo Garoto chega aos cinemas em 13 de fevereiro, também em versões acessíveis. Para mais informações, consulte o cinema de sua cidade.
Sobre o filme
Renée Zellweger, duas vezes vencedora do Oscar, retorna ao papel da eterna heroína da comédia romântica, uma mulher cuja abordagem inimitável da vida e do amor redefiniu todo um gênero cinematográfico.
Bridget Jones explodiu pela primeira vez nas estantes das livrarias com o fenômeno literário de Helen Fielding, “O Diário de Bridget Jones”, que se tornou best-seller global e filme de grande sucesso. Como uma mulher solteira, dedicada à sua carreira e que vive em Londres, Bridget Jones não apenas apresentou ao mundo suas aventuras românticas, mas acrescentou vocábulos inventados como “singletons” (solteiros ‘de boa’), “smug-marrieds” (aquele amigo casado e feliz que sempre pergunta pelo seu namorado) e “f—wittage” (jogo de sedução típico entre namorados – em geral, masculino) ao léxico global. A capacidade de Bridget de triunfar apesar da adversidade a levou a finalmente se casar com o advogado Mark Darcy e a se tornar a mãe de seu filho. Felicidade finalmente.
Mas em Bridget Jones: Louca pelo Garoto, Bridget está sozinha mais uma vez, viúva há quatro anos, quando Mark foi morto em uma missão humanitária no Sudão. Ela agora é mãe solteira de Billy, de 9 anos, e Mabel, de 4 anos, e está presa em um estado de limbo emocional, criando seus filhos com a ajuda de seus amigos leais e até mesmo de seu ex-amante, Daniel Cleaver (Hugh Grant).
Pressionada por sua família urbana – seus amigos Shazzer, Jude e Tom, sua colega de trabalho Miranda, sua mãe e sua ginecologista Dra. Rawlings (a vencedora do Oscar Emma Thompson) – a forjar um novo caminho em direção à vida e ao amor, Bridget volta ao trabalho e até experimenta aplicativos de namoro, e logo se torna a ‘favorita’ de um homem mais jovem, sonhador e entusiasmado (Leo Woodall, série White Lotus). Agora entre os malabarismos com trabalho, casa e romance, Bridget ainda tem que lidar com o julgamento das mães perfeitas na escola, se preocupar com Billy ainda em luto pela ausência de seu pai e se envolver em uma série de estranhos contatos com o racional professor de ciências de seu filho (o indicado ao Oscar Chiwetel Ejiofor).
Bridget Jones: Louca pelo Garoto é dirigido pelo aclamado cineasta Michael Morris (To Leslie, série Better Call Saul), a partir do roteiro de Helen Fielding, indicada ao BAFTA, baseado em seu romance, com contribuições da vencedora do Emmy, Abi Morgan (A Dama de Ferro, minissérie Eric), e do indicado ao Oscar, Dan Mazer (Dou-lhes um Ano, O Bebê de Bridget Jones).
O filme foi produzido para a Working Title por: Tim Bevan e Eric Fellner, cujos filmes, incluindo A Garota Dinamarquesa, A Hora Mais Escura, Fargo, Os Miseráveis e A Teoria de Tudo, entre outros, ganharam 14 prêmios Oscar e seis indicações de Melhor Filme; e Jo Wallett (Pequenas Cartas Obscenas, Catarina, a Menina Chamada Passarinha). Assinam a produção executiva Amelia Granger e Sarah-Jane Wright para Working Title, Renée Zellweger e Helen Fielding. A Working Title produziu todos os filmes Bridget Jones.
Um filme da Universal Pictures/Working Title, cofinanciado pelo Studiocanal e pela Miramax, Bridget Jones: Louca pelo Garoto será lançado nos cinemas de todo o mundo pela Universal Pictures, e será transmitido com exclusividade no Peacock, nos EUA. Os três filmes anteriores de Bridget Jones – O Diário de Bridget Jones (2001), Bridget Jones: No Limite da Razão (2004) e O Bebê de Bridget Jones (2016) – arrecadaram mais de US$ 800 milhões em todo o mundo.
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Sergio Rezende começa a filmar o longa “O Faraó dos Bitcoins”, sobre uma das maiores fraudes financeiras do Brasil
Longa-metragem é estrelado por Christian Malheiros e Lorena Comparato
A história de uma das maiores fraudes financeiras do Brasil chegará aos cinemas com o longa-metragem de ficção “O Faraó dos Bitcoins”, que começou a ser rodado nesta semana no Rio de Janeiro. Com direção de Sergio Rezende, que também assina o roteiro junto com Dida Andrade, o filme traz um roteiro eletrizante, baseado no livro “Queda Livre”, dos jornalistas Isabela Palmeira e Chico Otávio. A trama revela os bastidores do esquema arquitetado por Glaidson Acácio dos Santos, o “Faraó dos Bitcoins”, interpretado por Christian Malheiros. Ele e sua mulher, Mirelis Diaz (Lorena Comparato), lideraram uma gigantesca pirâmide financeira disfarçada de investimento em criptomoedas, que movimentou cerca de R$ 38 bilhões e lesou mais de 300 mil pessoas. O filme é produzido por Tiago Rezende, da Morena Filmes, em coprodução com a Paris Entretenimento. A distribuição é da Paris Filmes.
A trajetória de Glaidson, interpretado por Christian Malheiros, mistura ambição e uma escalada de violência digna de um roteiro de cinema. O roteiro reconstrói a trajetória de Glaidson, um ex-pastor e ex-garçom que, em poucos anos, transformou-se no “Rei de Cabo Frio” ao movimentar bilhões de reais através da GAS Consultoria e Tecnologia, fundada em 2015. Prometendo um rendimento fixo de 10% com investimentos duvidosos em criptomoedas, ele atraiu desde moradores de periferia e fiéis de igrejas até grandes empresários e celebridades, vendendo a promessa da prosperidade em meio ao cenário devastador da pandemia da COVID-19.
Mais do que uma crônica sobre crimes financeiros, o filme se aprofunda na intimidade e na cumplicidade entre Glaidson e sua esposa, a venezuelana Mirelis Diaz. Apontada pelas investigações como o verdadeiro “cérebro” do sistema operacional e financeiro da empresa, Mirelis divide com ele o protagonismo dessa saga que transita rapidamente do luxo extravagante ao colapso absoluto, culminando em investigações federais, disputas violentas com concorrentes e o rastro de milhares de clientes lesados.
O roteiro acompanha os desdobramentos reais que incluíram a falência da empresa com dívidas bilionárias e as condenações dos envolvidos, jogando luz sobre a ganância e sobre dualidade entre a fé e a ambição no Brasil atual.
FICHA TÉCNICA
Direção – Sergio Rezende
Roteiro – Sergio Rezende e Dida Andrade
Direção de Fotografia – Nonato Estrella
Produção – Tiago Rezende
Coprodução – Mariza Leão
Produção Executiva – Mariza Figueiredo
Direção de Arte – Fabi Egrejas
Figurino – Pilar Salgado
Maquiagem – Luiz Gaia
Montagem – Maria Rezende
Técnico de Som – Felipe Machado
Produção – Morena Filmes
Coprodução – Paris Entretenimento
Distribuição – Paris Filmes
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